19 de ago. de 2008

Paladin - Charge - 72

Segundo disco dessa banda de Hard Rock Progressivo britanica. Formado por Lou Stonebridge (vocais, piano, gaita), Peter Soley (órgão, violino), Keith Webb (bateria), Derek Foley (guitarra) e Peter Beckett (baixo), eles haviam lançado seu primeiro álbum mas esse é que é o bicho. Sem falar na capa do mestre Roger Dean,o mestre das capas dos discos do Yes e de várias outras bandas da época.Fato curioso é que exatamente o desenho desta capa foi utilizado na capa do primeiro disco do fantástico grupo de música nordestina Quinteto Violado,com apenas uma pequena reestilização do chapéu do cavleiro,que no caso do grupo brasileiro recebeu uma estrela de cangaceiro.O fato só foi descoberto um ano mais tarde,quando uma cópia do disco do Quinteto foi parar no Japão,nas mãs de uma pessoa que tinha esse do Paladin,e a gravadora,temendo um processo,tratou de recolher os discos e lançou com uma nova capa.
Faixas:
01 - Give Me Your Hand 6:48
02 - Well We Might 5:02
03 - Get One Together 2:36
04 - Any Way 4:17
05 - Good Lord 6:45
06 - Moonbeams 6:00
07 - Watching The World Pass By 9:33
08 - Give My Love To You (Bonus) 2:30
09 - Sweet Sweet Music (Bonus) 2:46
10 - Any Way (Variation - Bonus) 4:17
11 - Sweet Sweet Music (Variation - Bonus) 2:46
12 - Well We Might (Variation - Bonus) 6:08
13 - Fill Up Your Heart (Instrumental - Bonus) 5:41
14 - Bad Times (Instrumental - Bonus) 7:13
Derek Foley - vocals, electric guitar, harmonica
Pete Beckett - bass
Peter Solley - keyboards, violin
Lou Stonebridge - guitars
Keith Webb - drums

Montrose - Montrose - 73

O Montrose é uma das bandas dos 70 que melhor representaram o momento de transformação do hard-rock pro heavy-metal.Uma das primeiras bandas americanas a desafiar o dominio inglês do hard/heavy no inicio dos 70, a banda foi nomeada a partir de Ronnie Montrose, guitarrista extraordinario, experimentado musico de estúdio, com passagens no Edgar Winter Group e com o grande Van Morrison. Ronnie, cansado de levantar a bola pros outros chamou os colegas de estúdio Bill Church e Denny Carmasi e recrutou um promissor vocalista iniciante da Califórnia, Sammy Hagar e gravaram a toque de caixa o auto-intitulado álbum de estréia em 1973, um dos mais influentes do hard-rock, uma vez que participaram o engenheiro Don Landee e o produtor Ted Templeman, cruciais para a formação e na criação anos depois do Van Halen, alem de Hagar , que substituiria Dave Lee Roth no Van Hallen,justamente uma das bandas mais inflluenciadas por Montrose.O álbum no inicio não estorou em vendas, mas aos poucos se tornou fenômeno, alcançando o disco de platina, puxado por duas faixas perfeitas, Space Station 5 e Bad Motor Scooter, alem do disco como o todo, até hoje é um dos melhores discos de Hard/Heavy que ouvi., o disco ainda assim é superior a boa parte da produção da época, alem do guitarrista estar em forma soberba, sem duvida o grande guitar man americano da era.Riffs poderosos e precisos, solos bem resolvidos sem serem muito extensos, Montrose era a resposta pré Van Halen a Page, Beck e Blackmore.
Faixas:
01 Rock the Nation - Montrose - 3:03
02 Bad Motor Scooter - Hagar - 3:43
03 Space Station No. 5 - Hagar, Montrose - 5:16
04 I Don't Want It - Hagar, Montrose - 2:58
05 Good Rockin' Tonight - Brown - 2:59
06 Rock Candy - Carmassi, Church, Hagar ... - 5:05
07 One Thing on My Mind - Hagar, Montrose, Sanchez - 3:41
08 Make It Last - Hagar - 5:27
Denny Carmassi: Drums
Bill Church: Bass
Sammy Hagar: Vocals
Ronnie Montrose: Guitar

Lucifer Was - the Divine Tree - 07

A história desta banda é o que a gente chama em jornal de "boa demais pra ser verdade". Lucifer Was foi um quinteto que ralou na Noruega na década de 70 sem conseguir um trocado nem para o cafezinho. Sua formação era incomum, com dois flautistas (um deles encarregado dos vocais) se juntando a um power trio para fazer um som que misturava Jethro Tull e Black Sabbath.A despeito do nome, não rolou nenhuma luz para os caras, até que, em 1977, eles acabaram desistindo. Pois bem, lá pelo meio da década de 90, uma fita mais velha que pão de forma, contendo gravações toscas de shows nos caras vinte anos antes, foi parar nas mãos de um executivo da gravado Record Heaven, que pirou ao ouvir o som dos caras e teve uma idéia maluca: reunir a banda e lançar um disco com a sonoridade do início dos anos 70, gravado com tudo o que os estúdios modernos poderiam oferecer. "The Divine Tree' foi gravado e mixado no Linx Room, em Drøbak, Noruega, entre Junho de 2006 e Abril de de 2007. A formação da banda mudou em torno do 'frontman', Thore Engen, e dos componentes originais só restaram o baixista Einar Bruu e o vocalista Jon Ruder - que ingressou na banda em 1998. Mas o "estilão" é o mesmo: duas flautas e um power trio - desta vez com o reforço de mais uma guitarra,com a participação mais que especial do ''Hendix norueguês'' Freddy Lindquist ,teclados e uma harmonica elétrica (!), .Quer saber o resultado? Baixe e ouça. Não vai se arrepender.
Faixas:
1. The Divine Tree 6:06
2. Determination 8:08
3. On Earth 5:04
4. Almost Home 7:10
5. The First Mover 7:28
6. Crosseyed 10:54
Thore Engen - electric & acoustic guitars
Einar Bruu - bass
Jon Ruder - vocals
Andreas Engen - lead guitar, spanish guitar
Freddy Lindquist - electric guitars, Mellotron
Arne Martinussen - Hammond Organ, keyboards,vocals
Svein Greni - flute
Vidar Johansen - flute
Tore Bereczky - electric harmonica
Rune Engen - drums
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Freddy Lindquist - Menu - 70

Fredy Lindquist é um guitarrista noruegûes,muito pouco conhecido por essas plagas,mas isso nem de longe quer dizer que o cara não seja muito bom,tão bom a ponto de ter sido considerado à época como o Hendrix da Noruega.Já veterano no cenário rockeiro dos países nórdicos, - e por lá eles curtem muito um rock de boa qualidade´Lindquist lança,em 1970,este seu primeiro e único álbum,cuja capa,avançada demais,mesmo para os elásticos padrões europeus da época,chamou a atenção da mídia,mas o que realmente ganhou um grande destaque foi a qualidade deste disco,que qualquer rockeiro,por mais conhecedor que seja,pode perfeitamente confundir com um dos vários discos de Jeff Beck,ainda mais pelo fato de o disco ser todo cantado no idioma bretão,prática comum às bandas nórdicas,e que permanece até hoje.Voltando ao disco,trata-se de um excelente álbum,especialmente para rockeiros como eu,que apreciam muito as bandas dos anos 70,e que andam ávidos à procura de ''novidades'',só pra dar uma variada no trivial,porém sempre excelente repertório das bandas mais consagradas que já estamos tão acostumados a ouvir.Pretendo também postar discos de uma banda chamada Lucifer Was,em que Freddy também chegou a participar,mas isso é assunto pra outra postagem,por enquanto vão se divertindo com este discaço,que com certeza vale muito a pena baixar,sobretudo por sua mistura criativa e original de elementos de blues e hard com muito rock'n'roll e pitadas suavíssimas de jazz,que dão à Menu um charme muito peculiar.
Faixas:
01- Sundae Sellers (4:50)
02 - The Green And Pink Little Man (4:12)
03 - Ridin', Huggin' and Kissin' (2:44)
04 - Sharako (3:45)
05 - How Nice (4:03)
06 - Black Is Black (4:28)
07 - Woman Running Around (5:51)
08 - Join In And Freak Out (3:30)

-Freddy Lindquist - guitar
- Freddy Dahl / Vocal
- Leif Jensen / Drums
- Espen Ruud / Drums
- Kalle Neuman / Altsax
- Geir Wentzel / Piano, Organ

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Johnny Winter - Second Winter - 69

Posto hoje aqui,pela primeira vez neste blog,um disco dessse cara que é simplesmente FODÃO,o albino de alma negra Johnny Winter em seu segundo disco,lançado no ano de 1969,e que contém blues e rocks de primeira qualidade,que merecem ser ouvidas com bastante atenção,por que é som de primeira.Winter é conhecido por fazer versões destruidoras de músicas de outros artistas - a exemplo do que ele faz com Jumpin' Jack Flash,dos stones,deinxando Jagger e Richards no chinelo,coitados.E em Second Winter não é diferente,pois Esse CD além de ter ótimas músicas próprias como Fast Live Rider e Hustled Down In Texas contém versões de grandes classicos do Blues e do Rock como Johnny B. Goode do Chuck Berry e Highway 61 Revisited do Dylan,música na qual Johnny mostra todo seu talento no estilo "slide guitar"! .Neste disco há também a presença de Edgar Winter, irmão de Johnny. Outro cara bom, embora não tenha a mesma pegada do irmão.
Faixas:
1- Memory Pain2- I'm Not Sure
3- The Good Love
4- Slippin' And Slidin'
5- Miss Ann
6- Johnny B Goode
7- Highway 61 Revisited
8- I Love Everybody
9- Hustled Down In Texas
10- I Hate Everybody
11- Fast Life Rider

Free - Heartbreaker -1973

Há coisas na vida que ficam datadas,perdem a atualidade com maior ou menor rapidez,e outras que preservam as caracteristicas originais,atravessando os anos sem sentir muito o peso da idade.É o caso deste clássico do Free,banda muito pouco comentada nos dias atuais,mas que deixou um legado importantíssimo para os amantes do bom rock,mais ainda no caso deste discaço,cuja qualidade se torna ainda mais latente,pois foi lançado num periodo conturbado para todos os membros da banda,que já era dada como praticamente encerrada por muita gente do mundo do rock,devido às grandes crises de relacionamento pelas quais atravessavem seus membros às vésperas do lançamento deste clássico absoluto do rock setentista e que,ao longo dos anos,experimentou uma espécie de ostracismo,apesar de nada ficar a dever a nenhum dos grandes discos de outras bandas lançadas no período.Mesmo tendo ficado relegado a um segundo plano,Heratbreaker preserva um frescor impressionante,muito devido às interpretações comedidas e econômicas do grande Paul Rodgers,aqui no Brasil curiosamente nunca citado em qualquer relação de maiores vocalistas do mundo,coisa que ele efetivamente já mostrou ser,e também graças à incrível fúria e habilidade do falecido guitarrista Paul Kossoff,também nunca colocado no lugar onde sempre mereceu estar,no panteão dos maiores guitarristas do mundo.Qualquer audição deste e de qualquer outro disco do Free mostra claramente este fato.Posto este disco como uma espécie de homenagem a esta banda,que teve uma vida curta,mas extremamente produtiva,e o melhor,produção de alta qualidade.Disco nota 10,pra quem não o escuta há algum tempo,e uma fantástica descoberta pra quem ainda não teve o prazer de conhecer esta verdadeira pérola.
Faixas:
1. Wishing Well
2. Come Together In The Morning
3. Travellin' In Style
4. Heartbreaker
5. Muddy Water
6. Common Mortal Man
7. Easy On My Soul
8. Seven Angels
9. Wishing Well
10. Let Me Show You
11. Muddy Water
12. Hand Me Down/Turn Me Down
13. Heartbreaker
14. Easy On My Soul

Move to the Groove - B.B. King/ Dave Bubreck/ Pat Matheny- 2005

Posto aqui hoje este disco que é um grande encontro entre três das maiores personalidades em seus respectivos estilos ,e estes três gênios tocando juntos conseguem executar com maestria clássicos do repertório do blues e jazz como poucos.

É evidente que dos três o mais conhecido do públlico rockeiro é o mestre B.B. King,o que não quer dizer que Metheny e Brubeck fiquem para trás,ao contrário,Brubeck é uma lenda do jazz,vendeu milhões de discos e tornou o estilo popular,mais acessível ao grande público,com o lançamento do épico Time Out,em 1959,disco que levou o jazz a um patamar até então nunca alcançado.Metheny,por sua vez,é um dos mais aclamados guitarristas do mundo,ainda que não seja conhecido do grande público.

Um dos destaques deste disco é a versão de The Thrill Is Gone com uma abordagem mais jazzística,ainda que ela preserve sua natureza tipicamente blueseira.

Um disco incomum pra ser postado num blog cuja temática central é o rock,mas com uma qualidade musical imprescindível,vale muito a pena baixar.

Faixas:
Pat Metheny - Move to the Groove 7'25"
Brubeck - Lover Man 7'30"
Brubeck - Blue Rondo 7'20"
Brubeck - Ol' Bill Basie 6'48"
BB King - The Thrill is Gone 5'13"
BB King - Guess Who 6'00"
BB King - Payin' The Cost To Be The Boss 6'19"
CD

16 de ago. de 2008

Que Jeff Beck é reconhecido por seu experimentalismo, ousadia, teimosia, ego inflado, genialidade e por ser um encrenqueiro de primeira, não é novidade pra ninguém. Hoje ele enfrenta a crise da modernidade e lança trabalhos que não condizem com sua qualidade como compositor e sua verdadeira faceta de gênio musical. O lema para se apreciar Jeff era muito simples: espere o inesperado. Sempre temperando seu som com os mais diversos tipos de sons e riffs, Jeff gostava de reinventar tudo, e vivia reescrevendo as regras do blues a sua maneira peculiar e geniosa.
Amado por uns, odiado por outros, Jeff marcou seu nome na história da guitarra empunhando suas Stratos e tocando desde "fusion" até Rock ‘n’ Roll, passando por blues, funk e os mais diversos estilos de música.
Em 1991 foi lançada a caixa “Beckology”, com 03 cd’s e um livreto com toda a história e músicas de Jeff Beck em suas diversas “fases”, desde os Yardbirds até o cd “Jeff Beck’s Guitar Shop”.


Disco: 1

1. Trouble in Mind

2. Nursery Rhyme [Live]

3. Wandering Man Blues

4. Steeled Blues - The Yardbirds

5. Heart Full of Soul - The Yardbirds

6. I'm Not Talking - The Yardbirds

7. I Ain't Done Wrong - The Yardbirds

8. Train Kept A Rollin' - The Yardbirds

9. I'm a Man - The Yardbirds

10. Shapes of Things - The Yardbirds

11. Over, Under, Sideways, Down - The Yardbirds

12. Happenings Ten Years Time Ago - The Yardbirds

13. Hot House of Omagarashid - The Yardbirds

14. Lost Woman - The Yardbirds

15. Rack My Mind - The Yardbirds

16. Nazz Are Blue - The Yardbirds

17. Psycho Daisies - The Yardbirds

18. Jeff's Boogie - The Yardbirds

19. Too Much Monkey Business [Live] - The Yardbirds

20. Sun Is Shining [Live] - The Yardbirds

21. Mister, You're a Better Man Than I [Live] - The Yardbirds

22. Love Me Like I Love You [Live] - The Yardbirds

23. Hi-Ho Silver Lining - Jeff Beck

24. Tallyman - Jeff Beck

25. Beck's Bolero - Jeff Beck

Disco: 2

1. Shapes of Things - Jeff Beck Group

2. I Ain't Superstitious - Jeff Beck Group

3. Rock My Plimsoul - Jeff Beck Group

4. Jailhouse Rock - Jeff Beck Group

5. Plynth (Water Down the Drain) - Jeff Beck Group

6. I've Been Drinking - Jeff Beck Group

7. Definitely Maybe - Jeff Beck Group

8. New Ways Train Train - Jeff Beck Group

9. Going Down - Jeff Beck Group

10. I Can't Give Back the Love I Feel for You - Jeff Beck Group

11. Superstition - Beck, Bogert & Appice

12. Black Cat Moan [Live] - Beck, Bogert & Appice

13. Blues Deluxe/Bba Boogie [Live] - Beck, Bogert & Appice

14. Jizz Whizz - Beck, Bogert & Appice

Disco: 3

1. Cause We've Ended as Lovers - Jeff Beck

2. Goodbye Pork Pie Hat - Jeff Beck

3. Love Is Green - Jeff Beck

4. Diamond Dust - Jeff Beck

5. Freeway Jam [Live] - Jeff Beck, Jeff Beck, Jan Hammer Group

6. Pump - Jeff Beck

7. People Get Ready - Jeff Beck

8. Escape - Jeff Beck

9. Gets Us All in the End - Jeff Beck

10. Back on the Streets - Jeff Beck

11. Wild Thing - Jeff Beck

12. Train Kept A Rollin' - Jeff Beck

13. Sleepwalk - Jeff Beck

14. Stumble - Jeff Beck

15. Big Block - Jeff Beck, Jeff Beck,

16. Where Were You - Jeff Beck, Jeff Beck, Terry Bozzio
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15 de ago. de 2008

Woodstock – Woodstock Box Set (1995)

Em homenagem ao 39 aniversário de Woodstock estou postando aquí o Box Set com 4 cds que reune os dois discos oficiais do festival de Woodstock, em 1969, (um triplo e um duplo) e mais alguma coisa.
Disco: 1
1. Handsome Johnny - Richie Havens
2. Freedom - Richie Havens
3. The 'Fish' Cheer/I-Feel-Like-I'm-Fixin'-To-Die Rag - Country Joe McDonald
4. Rainbows All Over Your Blues - John B. Sebastian
5. I Had A Dream - John B. Sebastian
6. If I Were A Carpenter - Tim Hardin
7. Beautiful People - Melanie
8. Coming Into Los Angeles - Arlo Guthrie
9. Walking Down The Line - Arlo Guthrie
10. Joe Hill - Joan Baez
11. Sweet Sir Galahad - Joan Baez
12. Drug Store Truck Drivin' Man - Joan Baez
13. Soul Sacrifice - Santana
14. Blood Of The Sun - Mountain
15. Theme For An Imaginary Western – Mountain
http://sharebee.com/5cadecaf

Disco: 2
1. Leaving This Town - Canned Heat
2. Going Up The Country - Canned Heat
3. Commotion - Creedence Clearwater Revival
4. Green River - Creedence Clearwater Revival
5. Ninety-Nine And A Half (Won't Do) - Creedence Clearwater Revival
6. I Put A Spell On You - Creedence Clearwater Revival
7. Try - Janis Joplin
8. Work Me Lord - Janis Joplin
9. Ball & Chain - Janis Joplin
10. Medley: Dance To The Music/Music Lover/I Want To Take You Higher - Sly & The Family Stone
11. We're Not Gonna Take It - The Who
http://sharebee.com/86bf8510/
Disco: 3
1. Volunteers - Jefferson Airplane
2. Somebody To Love - Jefferson Airplane
3. Saturday Afternoon/Won't You Try - Jefferson Airplane
4. Uncle Sam Blues - Jefferson Airplane
5. White Rabbit - Jefferson Airplane
6. Let's Go Get Stoned - Joe Cocker
7. With A Little Help From My Friends - Joe Cocker
8. Rock & Soul Music - Country Joe & The Fish
9. I'm Going Home - Ten Years After
10. Long Black Veil - Band
11. Loving You Is Sweeter Than Ever - Band
12. The Weight - Band
13. Mean Town Blues - Johnny Winter
http://sharebee.com/7b426881

Disco: 4
1. Suite: Judy Blue Eyes - Crosby, Stills, & Nash
2. Guinnevere - Crosby, Stills, Nash & Young
3. Marrakesh Express - Crosby, Stills, Nash & Young
4. 4 + 20 - Crosby, Stills, Nash & Young
5. Sea Of Madness - Crosby, Stills, Nash & Young
6. Find The Cost Of Freedom - Crosby, Stills, & Nash
7. Love March - Paul Butterfeild Blues Band
8. At The Hop - Sha Na Na
9. Voodoo Chile (Slight Return)/Stepping Stone - Jimi Hendrix
10. Star Spangled Banner - Jimi Hendrix
11. Purple Haze - Jimi Hendrix
http://sharebee.com/03c050bf
Os links são do brother Dagda do Caverna do Som

14 de ago. de 2008

Aja - Steely Dan (1977)

Corria o ano de 1977 e o panorama musical era dominado pelo disco sound quando saiu AJA, um álbum que fugia a toda a norma. Os responsáveis pela façanha chamavam-se Steely Dan, um grupo musical - ou melhor, um conceito - composto por Donald Fagen e Walter Becker. Não há palavras para descrever o tipo de música que faziam, mistura complexa de rock, jazz, funk, blues e pop a que se juntavam letras bem elaboradas, com um travo sarcástico, e uma execução técnica irrepreensível. Nunca se tinha ouvido nada assim. Com o passar do tempo AJA viria a tornar-se um álbum antológico.AJA é composto por sete temas de primeira água. Não há uma composição menor, menos conseguida ou que deixe a sensação de estar ali para "encher". Black Cow, Aja, Deacon Blues, Peg, Home at Last, I Got the News e Josie - qualquer um deles é candidato a um lugar num top intemporal. E, na verdade, AJA alcançou o 3º lugar do top five dos EUA com mais de um milhão de cópias vendidas, ganhou um Grammy e está incluído no ranking dos 500 melhores álbuns de sempre da Rolling Stone. A sua história foi documentada na séria da Tv americana Classic Albums.
Trata-se de um álbum exclusivamente de estúdio; só desse modo poderia ser posto em prática o perfeccionismo de Fagen e Becker. Toda a produção se revestiu de extremo cuidado, desde o grafismo escuro, com base numa foto tirada pelo próprio Becker, até aos arranjos musicais. Para além dos dois autores, responsáveis pelos teclados e guitarras, juntaram-se a este projecto músicos da estirpe de Larry Carlton, Lee Ritenour, Wayne Shorter, Steve Gadd e Michael McDonald, entre muitos outros.
Estando assim a qualidade musical assegurada - os músicos realizavam numerosas takes para se conseguir uma interpretação satisfatória aos olhos de Fagen e Becker - a qualidade sonora não era esquecida. Foi dada especial atenção ao registo sonoro de cada instrumento, à sua fidelidade, características e detalhe. Na mistura é, assim, possível ouvi-los distintamente, um pouco ao contrário da moda da época, onde predominavam as grandes massas sonoras indiferenciadas. O som quente e seco, sem eco nem reverberação, tornou-se a imagem de marca dos Steely Dan.
Faixas:
01. Black Cow
02. AJA
03. Deacon Blues
04. Peg
05. Home at Last
06. I Got the News
07. Josie
Steely Dan: Donald Fagen (vocals, keyboards); Walter Becker (guitar).Additional personnel includes: Larry Carlton, Lee Ritenour, Dean Parks (guitar); Tom Scott (tenor saxophone, lyricon); Wayne Shorter, Pete Christlieb (tenor saxophone); Plas Johnson (horns); Victor Feldman (keyboards, vibraphone, percussion); Joe Sample, Michael Omartian (keyboards); Chuck Rainey (bass); Paul Humphrey, Bernard Purdie, Steve Gadd (drums); Tim Schmit, Clydie King, Michael McDonald (background vocals).
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Gary Moore - Blues For Greeny

Gary Moore nasceu em Belfast,no dia 4 de abril de 1952.Aos 15 anos de idade,já havia montado uma banda em Dublin-que era uma mistura de blues e jazz.Chegou a abrir alguns shows do Fleetwood Mac e do guitarrista Peter Green,além de fazer pequenas jams em hotéis.Peter Green o ajudou a gravar seu primeiro disco com o Skid Row,em 1970.25 anos depois em 1995,Gary gravou esse play que estou postando aqui,Blues for Greeny,composto apenas por canções de Peter Green,todas tocadas com sua famosa guitarra Les Paul. Particularmente acho esse disco interessante pela mistura de idéias que Moore faz das escalas blues e pentatônica maior,não somente intermediando frases das duas escalas,mas misturando as duas sonoridades de forma muito divertida.
Faixas:
If You Be My Baby
Long Grey Mare
Merry Go Round
I Loved Another Woman
Need Your Love So Bad
The Same Way
The Supernatural
Driftin'
Showbiz Blues
Love That Burns
Looking For Somebody

Gary Moore (guitarra, voz)
Nick Pentelow (saxo tenor)
Nick Payn (saxo baritono)
Tommy Eyre (teclados)
Andy Pyle (baixo)
Graham Walker (bateria)

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8 de ago. de 2008

Legends Of Rock; Live At Castle Donington - Uli Jon Roth

Uli Jon Roth é um músico único. A sua passagem pelo Scorpions entre 1973 e 1978 transformou a banda alemã de um simples grupo de hard rock em um dos nomes mais comentados da cena européia de meados dos anos 1970. Discos como "In Trance" (1976), "Taken by Force" (1977), "Virgin Killer" (1977) e principalmente o lendário "Tokyo Tapes" (1978), um dos maiores discos ao vivo da história, tornaram o Scorpions uma banda respeitada e preparam o terreno para o estouro comercial vivido por Klaus Meine, Rudolf Schenker e companhia durante a década de 1980. Mas o principal legado destes cinco anos foi elevar Uli Jon Roth à
condição de mito.Após deixar a banda, Uli montou ainda em 1978 o Electric Sun, que lançou apenas três discos - "Earthquake" (1979), "Fire Wind" (1980) e "Beyond the Astral Skies" (1984) - e, desiludido com a indústria musical e mais interessado em desenvolver suas técnicas próprias em relação à guitarra, retirou-se da cena e entrou em uma espécie de auto-exílio. Esse afastamento, é claro, alimentou ainda mais a imagem misteriosa e mitológica de Roth, não só entre os fãs do Scorpions, mas em praticamente todo e qualquer fã de hard rock.
Uli retomou sua carreira durante a década de 1990, trazendo consigo a incrível "Transcedental Sky Guitar", com sete cordas e três oitavas, construída e desenvolvida por ele mesmo, e explorando caminhos sonoros que uniram a sua paixão pela música clássica, o blues e a obra de seu maior ídolo, Jimi Hendrix.
"Legends Of Rock - Live At Castle Donington" traz uma apresentação especial ocorrido no dia 23 de junho de 2001 no tradicional palco inglês. Acompanhado por uma excelente banda formada pelo baixista Barry Sparks (Yngwie Malmsteen, MSG, Dokken), pelo tecladista Don Airey (Deep Purple, Rainbow, Ozzy Osbourne) e pelo baterista Clive Bunker (Jethro Tull), Uli contou também com a participação especial de Phil Mogg, Pete Way e Michael Schenker do UFO e do não menos lendário Jack Bruce, baixista e vocalista do Cream.

Disco 1
01-Sky Overture

02-Aranjuez

03-Let it Roll

04-Rock Bottom

05-Sunshine of Your Love

06-White Room

07-All Along the Watchtower

08-Little Wing


Disco 2
01-Trail in the Wind

02-Midnight Train

03-The King Returns

04-Spoonful

05-Doctor, Doctor

06-Fireworks Jam

http://rapidshare.com/files/76102984/Legends_Of_Rock_Live_At_Castle_Donington__2002__-_Disc1.zip.htmlhttp://rapidshare.com/files/76122470/Legends_Of_Rock_Live_At_Castle_Donington__2002__-_Disc2.zip.html

by 4Ever Downloads

Muddy Water Blues: A Tribute to Muddy Waters 1993

Um dos melhores discos de blues rock de todos os tempos, vai desde a escolha do repertório até os convidados e arranjos, sem falar do excelente vocal do Paul Rodgers e a cozinha bem arrumada com o Jason Boham (filho do cara!) e Billy Sherwood.
Na contracapa Paul Rodgers diz...
Muddy Waters,Eu senti que o tempo todo alguém estava sorrindo pra nós enquanto fazíamos este álbum. Eu gostaria de pensar que era você "meu chapa".

Faixas:
1. Muddy Water Blues (Versão Acústica) [Rodgers] (4:50)
2. Louisiana Blues [Muddy Waters] (4:02)
3. I Can't be Satisfied [Waters] (4:12)
4. Rollin' Stone [Waters] (5:28)
5. Good Morning Little School Girl (Part 1) [SB Williamson] (4:03)
6. I'm Your Hoochie Coochie Man [W Dixon] (5:07)
7. She's Alright [Waters] (3:45)
8. Standing Around Crying [Waters] (6:24)
9. The Hunter [BT Jones/C Wells/A Jackson Jr./D Dunn/S Cooper] (3:39)
10. She Moves Me [Waters] (4:49)
11. I'm Ready [W Dixon] (2:59)
12. I Just Want to Make Love to You [W Dixon] (4:01)
13. Born Under a Bad Sign [W Bell/BT Jones] (4:45)
14. Good Morning Little School Girl (Part 2) [SB Williamson] (3:03)
15. Muddy Water Blues (Versão Elétrica) [Rodgers] (4:47)
Banda
Paul Rodgers: vocais, violão de nylon (1), Rhodes & Guitarra base (9), guitarra Valdez (15)
Jason Bonham: batera
Pino Palladino: baixo
Ian Hatton: guitarra base
Billy Sherwood - Percursão
Participações Especias

Buddy Guy: (1)
Trevor Rabin: (2, 7)
Brian Setzer: (3)
Jeff Beck: (4, 5, 12)
Steve Miller: (6)
David Gilmour: (8)
Slash: (9)
Gary Moore: (10)
Brian May: (11)
Neal Schon: (13, 15)
Richie Sambora: (14)
Músicos Adicionais

Mark T. Williams: bass drum (1, 5), brushes (5)
Jimmie Wood : harmonica (2, 6, 7, 11)
Jimi Haun: guitarra base (6, 13)
Ronnie Foster: Hammond (7, 15)
Paul Shaffer: Hammond (8)
David Paich: Hammond (13), piano (13, 15)
Alexandra Brown, Carmen Carter, Jean McClain: backing vocais (1, 15)
http://www.divshare.com/download/2636187-d61
by 4Ever Downloads

6 de ago. de 2008

Live at Hammersimth Odeon - 85- The Cult

Temos aqui um bootleg clássico!The Cult, na turnê do fantástico álbum Love no Hammersmith Odeon.A banda ainda não sabia muito bem o que queria ser da vida,se uma banda pós-punk,psicodélica,hard rock ou sei lá o que mais.Ian Astbury já despontava como um grande vocalista,Billy Duffy meio Billy Idol,todo orgulhoso empunhando a Les Paul que lhe fora presenteada por Jimmy Page,e a banda ''nos cascos'',cantando de galo no próprio terreiro,desfilando toda a salada de influências que cada um de seus integrantes possuía,numa incrível mistura de rock pesado,letras à la Doors,suingue zeppelianos,selvageria punk ,uma banda completamente irrotulável,meio que pós-retrô,mas numa atmosfera incrivelmente anos 80. Este show foi transmitido pela rádio BBC de Londres e a qualidade está impecável.Uma apresentação belíssima em que a banda mostra do que é feita e com um feeling incrível,e com interpretações viscerais.

FAIXAS DO DISCO:
1. Love
2. Nirvana
3. Christians
4. Hollow Man
5. Big Neon Glitter
6. Brother Wolf, Sister Moon
7. Rain
8. Dreamtime
9. She Sells Sanctuary
10. Go West
11. Horse Nation
12. The Phoenix

LINK:
http://rapidshare.com/files/73384478/Hammersmith_Odeon_1985.rar

Under a Blood Red Sky - 83 - U2


Este disco que posto agora é,na minha opinião,um dos melhores live de todos os tempos,pois capta a banda que seria,anos mais tarde,a despeito de opiniões divergentes,a maior banda de rock do mundo desde os Beatles,seja em longevidade - coisa que os Fab Four não tiveram muita,seja em sucesso ao redor do mundo,vendas de discos,fama,projeção,importância musical (afinal não são muitas bandas no mundo que fazem sucesso por 3 décadas consecutivas,80,90 e atuais,e ainda por cima com a mesma formação original.este live do U2 foi gravado nos EUA e na Alemanha,entre os meses de maio e agosto do ano de 1983, e é o registro de uma banda que,apesar de ainda não ter galgado os últimos degraus da fama,consegue se apresentar extremamente coesa,segura de sí no palco,e mesmo que seus músicos não estivessem à altura dos melhores do mundo - creio que ainda hoje não estejam-conseguem gravar um disco repleto de qualidade musical e sobretudo,vitalidade,numa época que o rock vivia uma ressaca do movimento punk,estava prestes a ver o cenário musical ser invadido pelos dark e bandas hard pra lá de comerciais,e antes da revolução grunge.Naqueles anos,só mesmo o metal vivia uma fase esplendorosa,com o Metallica,Ozzy e Iron Maiden vivendo seu apogeu,e neste cenário despontava o U2,com seu rock simples,letras de caráter humanitário,e com forte conteúdo político,letras que abordavam a questão do IRA em sua Irlanda natal,em um mundo que ainda repirava os pesados ares da guerra fria,onde qualquer espirro diplomático soava como uma real ameaça à paz mundial,e lá estava Bono Vox, com a aparência de um adolescente cheio de espinhas e o discurso carregado de emoção e ideologia - um novo Lennon?.Mas voltando ao disco,mesmo quem não curte muito a banda não vai deixar de elogiar a performance dos então 4 garotos de Dublin,que vinham com a proposta de mudar o mundo.Não conseguiram,claro,mas deixaram um belo registro dessa época.
FAIXAS DO DISCO:

1:"Gloria" – 4:45
Recorded in Red Rocks Amphitheatre, Colorado on 5 June 1983
2:"11 O'Clock Tick Tock" – 4:43
Recorded in Boston, Massachusetts on 6 May 1983
3:"I Will Follow" – 3:47
Recorded in St. Goarshausen, Germany on 20 August 1983
4:"Party Girl – 3:08
Recorded in Red Rocks Amphitheatre, Colorado on 5 June 1983
5:"Sunday Bloody Sunday" – 5:17
Recorded in St. Goarshausen, Germany on 20 August 1983
6:"The Electric Co." – 5:23
Recorded in St. Goarshausen, Germany on 20 August 1983
7:"New Year's Day'' – 4:36
Recorded in St. Goarshausen, Germany on 20 August1983
""40" – 3:43
LINK

Unleashed in the East - 79 - Judas Priest

Este disco é um clássico absoluto pros fãs de Judas Priest, e de heavy metal em geral.Em 1979, a banda ainda nao estava no auge,nao eram os mitos do heavy metal em que se transformariam a partir do ano seguinte,com o lançamento do seminal British Stell,mas já estava afiadíssima, Rob Halford cantando como nunca, as guitarras de KK Downing e Glenn Tipton duelando o tempo todo, a cozinha metralhando o ritmo, absolutamente fantástico!O álbum foi gravado no Japão e traz versões definitivas para grandes músicas da banda como "The Ripper", "Sinner" e "Victim Of Changes", além de uma versão matadora de "Diamonds And Rust" de Joan Baez.

FAIXAS DO DISCO:

Exiter
Running Wild
Sinner
The Ripper
The Green Manalishi (With The Two-Pronged Crown)
Diamonds And Rust
Victim Of Changes
Genocide
Tyrant
Rock Forever
Delivering The Goods
Hell Bent For Leather
Starbreaker


LINK:
http://rapidshare.com/files/4636764/judpwq125.rar

4 de ago. de 2008

TOOL-Undertow (1993)

Tool é uma banda estadunidense de rock progressivo e art-rock formada em 1990, em Los Angeles, que tem como líder o vocalista Maynard James Keenan.
O nome Tool foi escolhido pelo fato do grupo desejar que sua música fosse uma "ferramenta" para a compreensão da Lacrimologia, a "ciência do choro" como terapia, que consiste em evoluir explorando a dor física e emocional.
Os temas mais comuns nas composições são críticas à religiosidade, à sociedade estadunidense e à sexualidade.

Undertow é primeiro disco da banda, lançado em 93, mas não o primeiro trabalho. Previamente o grupo lançou dois EPs, um homônimo e outro chamado Opiate.
Em Undertow a banda usa muito a veia progressiva; é um álbum cru, com nuances mais melódicas e densas e faixas beirando os cinco minutos. O Cd possui uma sonoridade complexa e agressiva e a interpretação de Maynard é sempre muito emocionante.
O disco teve algumas versões de capas censuradas.
Com o álbum catapultado pelos vídeos da música "Sober" a banda começou a ganhar popularidade.
Maynard, uma figura controversa, também faz parte da banda A Perfect Circle.

Faixas:
1. Intolerance
2. Prison Sex
3. Sober
4. Bottom
5. Crawl Away
6. Swamp Song
7. Undertow
8. 4 Degrees
9. Flood
10. Disgustipated

Maynard James Keenan (vocais)
Adam Jones (guitarra)
Danny Carey (bateria)
Paul D'Amour (baixo)

http://rapidshare.com/files/134847741/TL-Under.rar.html
por Giulianella Furlan

3 de ago. de 2008

Maiden Heaven - Iron Maiden Tribute

A revista Kerrang! juntou 15 das suas bandas favoritas, e resolveu fazer um tributo aos lendários Iron Maiden, gravando grandes clássicos da banda britânica. O nome escolhido para o tributo é “Maiden Heaven”.
Faixas:
01. BLACK TIDE - Prowler

02. METALLICA - Remember Tomorrow
03. AVENGED SEVENFOLD - Flash Of The Blade
04. GLAMOUR OF THE KILL - 2 Minutes To Midnight
05. COHEED AND CAMBRIA - The Trooper
06. DEVILDRIVER - Wasted Years
07. SIGN - Run To The Hills
08. DREAM THEATER - To Tame A Land
09. MADINA LAKE - Caught Somewhere In Time
10. GALLOWS - Wrathchild
11. FIGHTSTAR - Fear Of The Dark
12. MACHINE HEAD - Hallowed Be Thy Name
13. TRIVIUM - Iron Maiden
14. YEAR LONG DISASTER - Running Free
15. GHOSTLINES - Brave New World
http://rapidshare.de/files/40139212/Maiden_Heaven__2008_.rar.html

31 de jul. de 2008

Stone the Crows - Discografia

Postando aqui no Let's Rock a discografia completa de uma banda que tinha tudo pra estourar mundialmente,mas por algum capricho dos deuses do rock,ficou restrita apenas à sua época,apesar da extrema qualidade de seus discos. Formada no final dos anos 60 em Glasgow, na Escócia, inicialmente como Power-trio, por Maggie Bell e Leslie Harvey no comando, o Stone the Crows iniciou se destacando em barzinhos na sua cidade natal. Após viagens aos Estados Unidos e Inglaterra, a banda foi descoberta por Peter Grant, empresário da mega banda Led Zeppelin. Certamente isto os ajudou um pouquinho em sua caminhada.Renomeada como Stone the Crows, o grupo estreou com seu primeiro álbum em 1970.

O disco, homônimo, conta com várias músicas de outros compositores assim como os vocais divididos entre Maggie Bell e o tecladista John McGinnis. Além destes, a banda era formada por Jim Dewar no baixo, Colin Allen na bateria e Leslie Harvey na guitarra. Alias, Leslie (Les) era o irmão mais novo do cantor Alex Harvey, da maravilhosa Sensational Alex Harvey Band.Apesar de muito interessante, Stone the Crows acabou não alcançado o sucesso esperado. Este disco conta com uma cover de Danger Zone do fundamental Curtis Mayfield, ídolo de Maggie. Em seguida, o grupo entrou em estúdio para gravar Ode to John Law, que recebeu maior destaque nas rádios, e focava o repertório em composições próprias, ao contrário da estréia. Os destaques são a ótima Things are Getting Better e Mad Dogs and Englishman, homônima do disco do Joe Cocker.Como a banda ainda não havia decolado, apesar do bom destaque do segundo álbum, tanto Dewar quanto McGinnis deixaram o grupo dando lugar para o baixista Steve Thompson além do tecladista Ronnie Leahy. As mudanças se mostraram muito interessantes. Teenage Licks, o terceiro álbum, lançado em 1971, exibiu uma banda segura, coesa e contando com grandes canções. O disco é excelente do começo ao fim, com destaque para Big Jim Salter, One Five Eight (ironicamente composta por McGinnis) além de um ótimo cover de Bob Dylan, Don't Think Twice (é impressionante como tantas bandas fazem excelentes versões para as obras primas de Dylan). Sem dúvida, mais uma grande homenagem ao homem. Teenage Licks apresentou a banda ao sucesso. Maggie está cantando como nunca neste álbum, que também traz Les Harvey mandando ver na guitarra além da ótima linha de baixo de Thompson. Alias, Maggie foi eleita como a cantora do ano pela revista Melody Maker. Nesta altura, a banda já excursionava com nomes como David Bowie, T. Rex, Frank Zappa, Roxy Music e MC5, entre outros. Porém nem tudo eram flores na vida do Stone the Crows. Em 3 de maio de 1972, durante um show no Swansea's Top Rank Ballrom, a banda sofreu com uma tragédia: Les Harvey morre eletrecutado quando toca simultaneamente no microfone e na guitarra. A tragédia abalou para sempre os integrantes da banda que jamais se recuperaram da perda de seu guitarrista. Cinéfilos devem ter lembrado da cena, que foi recriada no filme Quase Famosos, de Cameron Crowe. No filme, no entanto, o guitarrista não morre. A vida é bem diferente no cinema. Para terminar a turnê, a banda recebeu o apoio de Steve Howe (sim, o exímio guitarrista do Yes). Eles ainda tentaram recrutar outro músico, Peter Green do Fleetwood Mac, porém este, apesar do bom entrosamento, acabou não ficando com o Stone the Crows. Nesta fase, eles já estavam gravando seu quarto álbum. Para terminá-lo (Harvey já havia gravado 6 faixas), o grupo decidiu chamar o guitarrista Jimmi McCulloch. Apesar de conseguirem terminá-lo, Ontinuous Performance não repete o êxito de Teenage Licks. O álbum é interessante, porém não possui a força do anterior e a banda acaba se separando no inicio de 1973. Maggie Bell ainda se aventurou em uma carreira solo, lançando os discos Queen of the Night e Suicide Sal, ambos de relativo sucesso,e que contam com as ilustres presenças de Jon Lord e Ian Paice. Além disto, ela participou de shows com a banda funk (ops!) Eart Wind and Fire. Por fim, Maggie ainda fez parte de algumas sessões de gravações com o produtor do Cream e baixista do Mountain, Felix Pappallardi, porém estas sessões ficaram perdidas em algum lugar e jamais foram lançadas. Ouvindo Maggie Bell é impossível não se lembrar da cantora Janis Joplin, porém o som da banda lembra muito mais o Faces, do também cantor rouco Rod Stewart (além do pré-stone Ronie Wood). Todos os discos do Stone the Crows foram relançados em CD em 1997 pela Repeirtore Records, podendo ser encontrados com facilidade. Quanto aos vinis, certamente são bem mais difíceis. Assim como o legendário Lynyrd Skynyrd, o Stone the Crows teve sua carreira interrompida por uma tragédia, exatamente no seu melhor momento, deixando sem duvida um belo legado ao mundo do bom, velho, às vezes trágico, mas sempre apaixonante rock and roll .

1. Touch of Your Loving Hand
2. Raining in Your Heart
3. Blind Man
4. Fool on the Hill
5. I Saw America
1. Sad Mary
2. Friend
3. Love
4. Mad Dogs and Englishmen
5. Things Are Getting Better
6. Ode to John Law
7. Danger Zone
8. Things Are Getting Better [Single Version]

1. Big Jim Salter
2. Faces
3. Mr. Wizard
4. Don't Think Twice, It's All Right
5. 'Keep on Rollin'
6. Ailen Mochree - Stone the Crows
7. One Five Eight
8. I May Be Right, I May Be Wrong
9. Seven Lakes

http://www.badongo.com/file/7564680

1. On the Highway
2. One More Chance
3. Penicillin Blues
4. King Tut
5. Good Time Girl
6. Niagara
7. Sunset Cowboy

Part 01-http://www.badongo.com/file/7563036
Part 02-
http://www.badongo.com/file/7563638
SENHA:Lágrima Psicodélica.


Billy Cobham - Spectrum - 1973

Quando ouvi esse disco pela primeira vez, eu não imaginava que depois daquele dia eu nunca mais deixaria de lembrar uma frase que eu disse a respeito da música “Stratus”: “essa música tem que ser ouvida no talo!”. E foi o que fiz.O panamense Billy Cobham já havia adquirido grande respeito desde suas sessões com Miles Davis, em seu revolucionário "Bitches Brew", mas o grande estrondo veio com a Mahavishnu Orchestra, que fez dele um nome super cotado entre músicos de diversos gêneros musicais, no início dos anos 70.A merecida popularidade ajudou-o a lançar esse seu primeiro álbum solo, em 1973. Músicas envolventes, arranjos complexos, muita adrenalina e uma modéstia singular fazem desse disco um trabalho não de baterista para bateristas, mas sim um álbum universal, altamente recomendado para qualquer um que queira ter o prazer de se emocionar com essa pérola do jazz-rock / fusion.Digo modéstia singular porque apesar de ser o disco solo de um grande baterista, todos os outros músicos que aqui participam acabam dividindo a cena com o batera, a começar com “Quadrant 4”, uma paulada no pé da orelha que no início tem o batera e o espetacular tecladista Jan Hammer quebrando tudo. Em seguida vem o baixo pulsante de Lee Sklar, fazendo a “cama” para a entrada triunfal da guitarra quente e esmerilhante do mestre Tommy Bolin, até então um jovem guitarrista que estava chamando a atenção por seu estilo marcante, mestre do pedal delay e com grande versatilidade, vide suas posteriores passagens por bandas como Zephyr, James Gang e Deep Purple.Foi em Spectrum que Bollin chamoou a atenção do mundo da música,arrancando comentários elogiosos de nomes como Jeff Beck,Jimmy Page,David Gilmour e até mesmo do genioso Ritchie Blackmore,que o teria indicado para substitui-lo no Purple.Não vou ficar aqui descrevendo música por música porque esse álbum é indescritível e nada melhor do que você escutá-lo e tirar as suas próprias conclusões, mas vale lembrar que um time de peso participa desse play, como o grande baixista Ron Carter, na música “Spectrum”.Outras músicas que completam o disco são as envolventes “Le Lis” e “Red Baron” e a porrada “Taurian Matador”, mas sugiro que comece a ouvir esse álbum da mesma forma que eu comecei, ou seja, com “Stratus” e o volume no máximo. Aguarde a introdução pois ela reserva uma surpresa incrível assim que Billy Cobham dá a última batida e o baixo entra. FANTÁSTICO!!!!!!!!
Faixas:
1-"Quadrant 4" – 4:20
2-"Searching For the Right Door" – 1:24
3-"Spectrum" – 5:09
4-"Anxiety" – 1:41
5-"Taurian Matador" – 3:03
6-"Stratus" – 9:50
7-"To the Women of My Life" – 0:51
8-"Le Lis" – 3:20
9-"Snoopy's Search" – 1:02
10-"Red Baron" – 6:37

http://rapidshare.com/files/35959915/SPECTRUM.rar
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