26 de set. de 2011

The Foundation - Departure (1985)



Essa banda sueca lançou esse seu único álbum na metade dos anos 80. Com uma influência bastante forte em Camel, faziam um som muito rico, orientado muitas vezes por teclado soando de forma bastante sinfônica e melosa. Mas um fator bastante curioso é que apesar de se tratar de uma banda 80’s, não usavam em nenhum momento seqüenciadores ou computadores. Outras influências que os mesmos alegam ter alem do Camel, fica por conta de Klaus Schulze, Mike Oldfield, Vangelis, Igor Stravinsky, Genesis e ELP entre outras várias. Interessante também é perceber quando se ouve o álbum que cada músico parece ter estilos e ideais bem diferentes um do outro, por exemplo, enquanto o baterista parece gostar de canções mais animadas, o tecladista preferia viagens mais longas e de certa forma introspectivas, o baixista era um fã de Rhythm'n Blues e por fim, o guitarrista/vocalista, bebia e muito na fonte de Steve Morse, mas no resultado final, tudo se encaixava. Enfim, Departure é um trabalho de progressivo bastante suave e melodioso desprovido da complexidade do gênero, mas por outro lado de uma boa originalidade e acima de tudo, beleza.
Album recomensadissimo.

Musicos:

Johan Belin - Teclado
Jerker Hardänge - Guitarra, Vocal(2)
Roger Hedin - Baixo
Jan Ronnerström - Bateria, Percussão, Vocal(1-5)

Faixas:

1.Walking Down the Avenue (5:43)
2.Crossing Lines (12:20)
3.Migration Time (1:12)
4.D-Day Dawn (8:18)
a)Forces on the Way
b)The Last of All Battles
5.Final Thoughts, Departure (12:40)

Bônus:

6.Red Roses (and my very best wishes) (5:44)
7.Don't Wake Me Up (15:46)

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Os incidentes fora de contexto do Other Music.


Tenho certeza de que a maioria dos leitores deste blog sabe o que é um gamelão, mas como sempre tem uma minoria que não sabe ou nunca ouviu o som produzido por este fantástico instrumento coletivo, muito popular no sudeste asiático, vou explicar rapidamente: o gamelão é uma parafernália sonora composta por uma variedade fabulosa de instrumentos de bronze (metalofones, xilofones e gongos) tocados em conjunto com tambores, gonzos e outras percussões. O som é marcante, exótico e até mesmo hipnótico.
Pois bem, lá por 1975, três jovens estudantes de música da Califórnia, Henry Rosenthal, Dale Soules e David Doty, inspirados pelo trabalho de Harry Partch e Lou Harrison, dois compositores americanos que construíam inusitados instrumentos para tocar suas composições de vanguarda, começaram a pesquisar novos sons a partir de instrumentos acústicos que eles mesmos confeccionavam. Com o passar do tempo e com a adesão de outros músicos, eles acabaram virando um coletivo de mais de uma dezena de integrantes que se aventuravam na sonoridade do american Gamelan, uma espécie de versão McDonald’s do gamelão indonésio e composto por várias instalações percussivas construídas em alumínio. O nome desse coletivo: Other Music.
Ativo de 1975 a 1986 e com apenas dois discos lançados, talvez o aspecto mais original do trabalho do Other Music tenha sido sua flexibilidade no uso das mais variadas escalas dentro da corrente do Just Intonation. O JI, ou entonação justa, é qualquer afinação musical na qual as frequências das notas se relacionam por razões de números inteiros. Qualquer intervalo afinado dessa forma é chamado de intervalo justo, ou seja, as duas notas são membros da mesma série harmônica (que ninguém fique impressionado, pois tirei esta explicação da Wikipédia).

Incidents Out Of Context, de 1983, o segundo disco do Other Music e motivo deste pequeno texto, é uma das introduções mais acessíveis ao conceito de Just Intonation. E antes que alguém pense que estamos falando de plinc plóincs enfadonhos, é bom ter em mente que este LP tem a intenção de ser música pop e, me arrisco a dizer, com um pezinho bem calçado no rock progressivo. E tudo porque o coletivo que gravou o primeiro disco se transformou num grupo de apenas 5 músicos que encampou à sua sonoridade pouco comum instrumentos elétricos e eletrônicos. Temos aqui, além de algumas instalações que compõem o gamelão americano, a presença de guitarra, sax, cello, dulcimer e sintetizadores, explorando harmonias alternativas e inusitadas com um senso de timing tão perfeito que é impossível ficar indiferente. 

Bom, por uma absoluta falta de maiores argumentos para explicar o inexplicável deste disco, melhor ir ficando por aqui e encerrar com as próprias palavras do Other Music, registradas na contracapa do LP: “Talvez fosse melhor e muito mais simples dizer que nós compomos melodias pop poliritmicas... Nós nos divertimos com elas e esperamos que você também.”

Faixas:

Compulsive Behavior
Music With Too Many Parts
It is It, Part One
It is It, Part Two
The Spirit is Willing
Incidents Out Of Context

Músicos:

Andrew Fischer – hammered dulcimer, dumbec, English horn, metallophones, synthesizer 
David B. Doty – cello, marimba, metallophones, synthesizer 
Dale S. Soules – French horn, trombones 
Carola B. Anderson – deums, marimba, metallophones, saxophone, synthesizer
Henry S. Rosenthal – chimes, drums, electric guitar, metallophones, syntesizer



por Marco Gaspari


22 de set. de 2011

Genesis - Genesis Live (1973)



Está aí um álbum o qual eu tenho uma enorme admiração, mas sempre que olho pro seu tracklist não tem como ficar sem questioná-lo com uma simples pergunta, Porque apenas 5 músicas ?, pois convenhamos que a banda continha materiais suficiente e principalmente inúmeras músicas de qualidade pra preencher tranquilamente um álbum duplo. 

Mas ainda assim não tem como questionar que as músicas escolhidas pra fazerem parte de Genesis Live, formavam o que a banda tinha de essência até aquele momento, com faixas de 3 dos seus 4 álbuns lançados até aquele instante. Se bem que muitos fãs do Genesis muitas vezes ignoram até mesmo a existência do primeiro álbum do grupo, From The Genesis To Revelation, logo pode-se se dizer que de certa forma o álbum contem faixas dos “três únicos” trabalhos lançado até ali. 

Voltando ao que Genesis Live nos tem a oferecer, acho que poderiam ter incluído ao menos mais uma faixa do álbum Trespass, já que Knife acabou ficando “sozinha” no álbum, pois Foxtrot e Nursery Cryme estavam representados como duas faixas cada um deles, com isso, novamente a falta de atenção dada pela banda para com o álbum Trespass é destacada(embora de forma sutil), algo inclusive difícil de entender, pois trata-se de um ótimo disco que contem faixas que poderiam ser mais bem aproveitadas ao vivo. Mais um fato que é bastante curioso em Genesis Live é que na capa a foto frontal corresponde a apresentação teatral que Gabriel fazia durante as execuções de Supper´s Ready, que infelizmente só está presente no álbum na capa mesmo, uma pena, pois um disco de 6 faixas, mas que continha tal música não seria visto como algo tão incompleto assim.

O show de Genesis Live tem início com a faixa que também inicia o disco Foxtrot, embora nunca tenha visto um vídeo desse show propriamente dito, arrisco a dizer e sem medo de errar que trata-se de um inicio típico da faixa da época, que era com Gabriel aparecendo entre outros adereços e teatralizações, olhos pintados de brilho e com uma capa em meio a uma nuvem de fumaça de gelo juntas a algumas luzes um tanto escuras. 

Embora a faixa esteja cerca de um minuto mais longa, não se consegue notar absolutamente quase nada de novo, inicia-se com o melotron pra logo em seguida a acompanhamento dos pratos e baixo, por fim a guitarra aparece na faixa pra que Gabriel comece a cantar os primeiros versos do show, e por aí em diante, como disse, nada muito diferente de sua versão original, exceto por essa versão estar um pouco mais lenta, algo quase imperceptível. A segunda faixa novamente é uma do álbum Foxtrot, e diga-se de passagem sempre a achei uma das mais legais daquele período do Genesis, a forma com que Gabriel mostra toda a sua versatilidade como vocalista dando vida à vários personagens é no mínimo sublime, a história contada na faixa é algo sobre moradores de pequenos edifícios que estão sendo despejados por homens de negócios que querem ruas inteiras para a total. Escutar isso ao vivo é melhor ainda, mesmo que infelizmente em certos pontos o vocal acabou por ficar um pouco abafado, mas nada também que possa por em cheque a qualidade dessa versão. Novamente a canção parece estar um pouco mais lenta. 

Mas o destaque não fica por conta apenas de Gabriel, todos os instrumentos aparecem de forma bastante inspirada fazendo o resultado final da faixa não dever nada a de estúdio, pra alguns é uma versão até melhor. A metade exata de Genesis Live é marcada através da faixa The Return of the Giant Hogweed, canção que pertence ao álbum Nursery Cryme. achei essa versão inclusive melhor que a de estúdio, principalmente por eu como uma boa fã de Steve Hackett achar que aqui a banda deu mais espaço pra guitarra elétrica dele. É uma faixa desde a sua versão de estúdio é tocada de certa forma um tanto “agressiva” e que aqui nessa versão ao vivo, ainda se nota um pouco mais de “raiva”, principalmente no tema que finaliza a mesma que está um pouco diferente e mais pesado que o apresentado na versão original da música. A faixa que segue nesse curto porem histórico registro ao vivo do Genesis era uma verdadeira figurinha carimbada em concertos do grupo naquela época, Musical Box trata-se da outra faixa do Nursery Cryme presente em Genesis Live. 

A primeira coisa curiosa que se nota aqui é logo na hora que Peter Gabriel anuncia a faixa, onde não se escuta absolutamente nenhuma palma, simplesmente o público permanece em um silêncio extremo, fato no mínimo curioso. Novamente na minha concepção teve um resultado melhor que a versão de estúdio, dentre os destaques, impossível não citar a performance de Collins na bateria na partes mais progressivas da faixa alem de Hackett, que faz bonito com direito inclusive a uma espécie de “grito” com a sua guitarra, que chega inclusive a arrepiar o ouvinte. Gabriel também faz bonito, com a sua dramatização já conhecida nas apresentações ao vivo dessa faixa. Nem mesmo um deslize na letra quando ele as inverte, mas até isso foi feito de certa forma com muita elegância em não tirou nem 1% do brilho da faixa. A única faixa do álbum Trespass presente em Genesis Liveé a escolhida pra fechar a apresentação, Knife que também é a ultima faixa do seu álbum de estúdio, essa música está entre as minhas preferidas da banda. As funções que eram desempenhadas na época do seu lançamento por Mayhew e Phillips, agora estão mais do que bem preenchidas por Collins e Hackett. 

É visível isso principalmente quando Hackett se mostra extremamente profissional nos temas instrumentais da música, Gabriel tem acompanhamento em algumas partes pelos vocais de Collins, esse por sinal mostra-se mais uma vez um excelente baterista. Knife finaliza o show com um certo de gostinho de quero mais, deixando o publico com uma ar de “já acabou ?”, mas ainda assim não tem como negar que em 5 faixas a grupo deixou claro que ali estava uma das bandas mais incríveis da história do Rock Progressivo e que cravariam sem dúvida alguma como uma das mais criativas do gênero.

Músicos:

Phil Collins: Percussão, bateirass, vocais de apoio
Peter Gabriel: Fluta, Percussão, Vocal Principal.
Steve Hackett: Guitarra Elétrica, Violão de 6 e 12 cordas
Tony Banks: Teclados, Vocais de Apoio
Mike Rutherford: Baixo, Violão, Guitarra, Vocais de Apoio.
Phil Collins: Percussão, Bateria, Vocais de Apoio

Faixas:

1.Watcher of the Skies (8:36)
2.Get 'Em Out by Friday (9:13)
3.The Return of the Giant Hogweed (8:13)
4.Musical Box (10:54)
5.The Knife (9:45)

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Backwoods Payback (USA) - Momantha (2011)

Stoner ácido, pesado e denso como a mais pesada das névoas.
Com referências em Orange Goblin há vocais torturados, riffs explosivos, som saborosamente sujo e cru, elementos sabbathianos em abundância.
Esse é para chafurdar na lama!



01. You Know How This Works
02. Flight Pony
03. Knock Wood
04. Mr. Snowflake
05. Lord Chesterfield
06. Parting Words
07. Poncho
08. Velcro
09. Timegrinder
10. Ballad of a Broken Horse

Jessica Baker: Bass
Rylan Caspar: Guitar
Mike Cummings: Guitar, Vocals
W.S. Curtiss: Drums

Jay Fortin: Addition guitar on " Lord Chesterfield"

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776944

by Giulianella

The Aristocrats (USA) - The Aristocrats (2011)

The Aristocrats é um power trio de respeito: formado por três feras em seus respectivos instrumentos.
O disco homônimo é de rock/fusion instrumental intenso e eclético. E repleto de bom virtuosismo, é claro.
Cada membro do grupo ficou responsável por três composições e a química entre eles é absurda, o que confere incrível dinâmica ao trabalho e, às vezes, até um caráter divertido às canções.
As influências podem ser notadas aqui e ali e vão de Return To Forever, Vai e Satriani, passando até por Zappa.
Uma jam de pesos-pesados!



1. Boing!… I’m In The Back 4:59
2. Sweaty Knockers 8:09
3. Bad Asteroid 5:53
4. Get It Like That 7:46
5. Furtive Jack 6:52
6. I Want A Parrot 9:58
7. See You Next Tuesday 4:32
8. Blues Fuckers 4:59
9. Flatlands 7:13

Bryan Beller (Steve Vai, James LaBrie, Dethklok): bass
Guthrie Govan (Asia/GPS, Dizzee Rascal): guitar
Marco Minnemann (Adrian Belew, UKZ, Necrophagist): drums

http://www.filesonic.com/file/2069
331661/The%20Aristocrats%20-%20The%20Aristocrats%202011.rar

by Giulianella Furlan

20 de set. de 2011

Chickenfoot III - 2011


01. Last Temptation
02. Alright, Alright
03. Different Devil
04. Up Next
05. Lighten Up
06. Come Closer
07. Three and a Half Letters
08. Big Foot
09. Dubai Blues
10. Something Going Wrong
11. Untitled Hidden Track


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Toad

O Toad é responsável por um dos álbuns mais procurados pelos aficionados em Hard Rock setentista. Trata-se do “Toad” (1970), tido como uma obra-prima injustiçada por vários analistas. O disco conta com a engenharia de som de Martin Birch (que depois se tornaria produtor de bandas como DEEP PURPLE, BLACK SABBATH e Iron Maiden) e contém alguns petardos que certamente se tornariam clássicos se gravados por bandas de maior projeção.

do Mofoblog



1. Cotton Wood Hill
2. A Life That Ain't Worth Living
3. Tank
4. They Say I'm Mad
5. Life Goes On
6. Pig's Walk
7. The One I Mean
8. Stay


Vittorio "Vic" Vergeat / guitar, vocals, piano
Cosimo Lampis / drums, percussion, vocals
Werner Fröhlich / bass, vocals
Benjamin "Beni" Jaeger / vocals


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TOAD – RARITIES (1970-1975) – 1992



Este registo inclui 14 faixas originais de várias gravações do TOAD,a maioria das canções neste CD nunca foram lançadas antes.

1.Rockin' & Lovin'
2. Slow Down
3. Behind The Wheels
4. I Ain't Got Time
5. Everybody's Baby
6. Makin' Groupies Happy
7. Tonight 8. Baby You
9. Makin' You Feel Right
10. Music
11. I Got Enough Of You
12. Purple Haze
13. Usin' My Life
14. Gimme Little Money


http://link-protector.com/255155/

28 de jun. de 2011

Brandband (Rússia) Alice, Bob And Blackhole (2011)

Parece vodka, mas tem cheiro de whiskey...
BrandBand é uma banda russa que faz uma bela mistura de stoner, psychedelia e retro-hard rock. É pesado, mas tem groovy e espírito bluseiro (a guitarra de “hey smoker” causa arrepios hendrixianos!).
Alice, Bob And Blackhole é o segundo disco do trio. Difícil imaginar que russos reproduzam uma sonoridade tão “desértica” com tanta personalidade e competência.

Brandband (Rússia)
Alice, Bob And Blackhole (2011)





01 intro
02 hello moon
03 alice & bob
04 hey smoker
05 kaleidoscope
06 electric bloom
07 outro

bonus track
08 last hero
09 hole
10 damage case (cover)
11 (we are) the road crew (cover)

Volnov Alex - bateria
Dmitry Katyshev - guitarra, vocal
Andrei Mironov - baixo.

http://www.mediafire.com/?di83uif7awdw6a6


Valeu Giu!!!

11 de jun. de 2011

Madam Trashy (USA) - Book Of Dead (2011)

Madam Trashy é um power trio surpreendente. Seu som é uma mistura de stoner, grunge e doses de prog.
Coloque no liquidificador porções de Kyuss, Helmet, King Crimson, Soundgarden, Alice in Chains, Tool e Dream Theater, bata bem e o resultado aproximado você encontrará em “Book of Dead”.
A energia está presente em altas doses e a criatividade e técnica idem (o baixo é especial).
Debut originalíssimo e arrebatador, mais um que não sairá tão cedo do meu play.


Por Giulianella Furlan



01. Weary Breath 04:34
02. In the Dark 03:22
03. Book of Dead 04:08
04. Tiny Hands 04:30
05. In Sleep 05:07
06. Subterfuge 03:30
07. Building Song 03:52

Madam Trashy is:

Jake Bloomfield-Misrach - guitar, vocals
Brian Murphey – bass, vocals
Garth MacAleavey – drums

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5 de abr. de 2011

Taddy Porter - Taddy Porter (2010)

O quarteto de Oklahoma, Taddy Porter, foi formado em 2007 e explora a velha escola do bom blues/ rock sulista. Com raízes setentistas, um misto de Black Crowes, Led Zeppelin, Lynyrd Skynyrd e 38 Special (descobri até um cheirinho de Wings - ouça Long Slow Drag e confirme) os rapazes fizeram um disco vigoroso, envolvente e ao mesmo tempo descontraído.
Que estréia promissora!




1. Whatever Haunts You
2. Big Enough
3. Shake Me
4. Gotta Get You Back
5. Long Slow Drag
6. I Gotta Love
7. Mean Bitch
8. Bringing Me Down
9. In The Morning
10. Fire In The Streets
11. Railroad Queen
12. King Louie

Andy Brewer (lead vocal/guitar)
Joe Selby (lead guitar/backing vocals)
Doug Jones (drums)
Kevin Jones (bass).

http://www.fileserve.com/file/NzgUtxD

Por Giulianella Furlan

28 de mar. de 2011

Hugenelk - Hugenelk (2011)


A banda é canadense e os caras fazem um stoner carregado de influências bluseiras e psicodélicas.
Guitarras a mil, uma cozinha grooveada, vocal rascante e um som bem competente e honesto tornam esse disco muito agradável.
A arte da capa é interessantíssima.
Para quem gosta de Year Long Disaster e Black Stone Cherry aqui tem um prato cheio!


1.Sunken Treasure 04:50
2.What In Tarnation 04:17
3.Bring Me The Magician 06:26
4.Take It Easy, Daggermind 05:03
5.Farb Buntzen 06:00
6.Treehead Woodfist 07:43
7.Wynden Hoouuurse 07:04

Alex Gidora - guitar, vocals
Keelan Watkins - lead guitar
Andrew Carey - bass
Steve Chambers - drums

http://www.filesonic.com/file/254669074/Hugenelk.rar

14 de fev. de 2011

The Machine (Holanda) - Drie (2010)

The Machine é um power trio da Holanda que pratica no disco "Drie" um heavy rock de riffs stoners entremeado por sons psicodélicos/spacey retrôs com pinceladas de acid blues jam (a faixa Jam no. Psi tem sabor hendrixiano).
As canções, muito bem executadas, são poderosas, mas mesmo assim trazem certo quê de melancolia. Os holandeses seguem a melhor tradição do grupo Colour Haze.
The Machine tem em sua bagagem dois outros discos "Shadow of the Machine" lançado em 2007 e "Solar Corona" de 2009.

The Machine (Holanda)
Drie (2010)

























1. Pyro
2. Sunbow
3. Medulla
4. Aurora
5. Tsiolkovsky’s Budget
a. S-IC
b. S-II
c. S-IVB
6. Paradox
7. First Unique Prime
8. Jam no. Psi

David Eering (vocals, guitar)
Hans van Heemst (bass)
Davy Boogaard (drums)

http://www.mediafire.com/?02b740nvzu6bdp8

por Giulianella Furlan

16 de mai. de 2010


UM DIA TRISTE PARA A MÚSICA MUNDIAL.


RONNIE JAMES DIO PERDEU SUA BATALHA FINAL COM O DRAGÃO NO DIA 16 DE MAIO DE 2010.

MAS SUA MÚSICA SEMPRE VIVERÁ!

Vamos sempre mostrar sua arte para as novas geracões.
Fazendo isso, vamos sempre eternizar o nosso mestre.
Dio, vá em paz e esteja certo que que sempre estará em nossos coracões.
Sua passagem neste mundo foi digna e grandiosa.

15 de mai. de 2010

Beth Hart - Beth Hart & The Ocean Of Souls (1993)

"Beth Hart & The Ocean of Souls" é um projeto inicial de Beth Hart. O álbum foi gravado em 1993 Mad Hatter Chick Corea's Studios, em Los Angeles com o produtor Geoffrey Leigh Tozer. O álbum estava indisponível por um longo tempo e re-lançado em 2009.

01. Halfway to Heaven
02. Just Call Me Up
03. Can’t Hear The Word
04. Get Over It
05. Love Suffers All
06. I Felt Him Cry
07. Lucy In The Sky With Diamonds
08. Am I the One
09. It’s Too Late
10. Show Me The Way
11. Love Thing
12. On With The Show
13. Keep On Goin'

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do blog Luiz woodstock

2 de mai. de 2010

The Rolling Stones - LiveR Than You’ll Ever Be (1969)

Embora gravado da platéia, a qualidade de som deste álbum leva a especulações sobre ele ter sido tirado da mesa de som. “LiveR Than You’ll Ever Be” também seria o primeiro pirata a ter uma prensagem em larga escala e distribuição costa a costa. O sucesso e notoriedade deste pirata obriga a Decca a apressar o lançamento do já previsto álbum ao vivo “Get Your Ya-Ya’s Out”.

Embora este seja também um disco histórico, o primeiro ao vivo de rock com qualidade auditiva lançado em verdadeiro estéreo, em comparação ao pirata o disco com suas mixagens e tratamento perde em autenticidade e apelo.


LiveR Than You’ll Ever Be


01 Jumpin' Jack Flash
02 Carol
03 Sympathy For the Devil
04 Stray Cat Blues
05 Prodigal Son
06 You Gotta Move
07 Love In Vain
08 I'm Free
09 Under My Thumb
10 Midnight Rambler
11 Live With Me
12 Gimme Shelter
13 Little Queenie
14 (I Can't Get No) Satisfaction
15 Honky Tonk Women
16 Street Fighting Man


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27 de abr. de 2010

Bon Scott Last Oui Oui - 9/12/1979



Pirata do último show do Bon com o AC/DC.

O mais raro pirata do AC/DC


A música é "Girls got Rhythm" do AC/DC, no show em Paris. Simples, direto e totalmente rock'n'roll.



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15 de abr. de 2010

Trespass - In Haze of Time (2002)

De fato, a música é uma linguagem universal e mesmo de países com pouca tradição na música Progressiva é possível ouvir excelentes trabalhos dentro deste gênero. De Israel chegam os Trespass, um trio que com este "In Haze of Time" fizeram a sua estréia em 2002. Gil Stein nas teclas, voz e um pouco de guitarra, Gabriel Weissman na bateria e Roy Bar-tour no baixo fazem-nos regressar no tempo até à incontornável década de 70, já que a música e o ambiente apresentados neste trabalho são bastante revivalistas.

O fato de serem um trio e a guitarra ter pouca predominância leva-nos à inevitável comparação com os Emerson, Lake & Palmer, porém as semelhanças são até algo escassas. Um dos pontos de originalidade desta banda prende-se com uma ligação ao Jazz bastante exposta. Depois segue-se uma dinâmica explosiva proveniente do típico Rock 'n' Roll. Tudo isto, misturado com uma composição extremamente melodiosa e direta e uma performance técnica invejável, resulta num trabalho bastante original.


Curiosamente, Creatures of the Night, o tema de abertura, faz lembrar algum Progressivo brasileiro com uma injeção extra de alegria na seção rítmica e um refrão curto e directo. In Haze of Time acalma um pouco e vai em busca de uma composição mais clássica e elaborada. Um toque de romantismo clássico é dado por uns rasgos de guitarra eléctrica. Aqui, Stein afirma-se, de uma vez por todas, como um grande tecladista! Os dois temas seguintes, Gate 15 e City Lights, juntos perfazem mais de 12 minutos absolutamente extasiantes. Esta reação não é muito comum no Rock Progressivo e, talvez por isso, sabe tão bem! Orphues Suite retoma a composição clássica de In Haze of Time e aqui Stein revela uma aproximação bastante saudável ao estilo de Rick Wakeman.

Troya faz uma viagem em ritmo bastante acelerado por diversos estilos clássicos, acabando por não se centrar em estilo algum, o que leva o tema a perder algum sentido e ficar um pouco mais vazio em conteúdo. Novamente, Wakeman, principalmente no seu período à volta de "Journey to the Centre of the Earth", acaba por ser um bom ponto de referência. Por fim, The Mad House Blues termina o álbum em jeito de brincadeira e, usando as palavras da própria banda, é o Are You Ready, Eddy? dos Trespass...desde essa estréia, a banda mostrou argumentos absolutamente inquestionáveis para mostrar que são musicos que surgiram pra ficar por muito e muito tempo.

Trespass - In Haze of Time (2002)

1. Creatures of the Night 8"29
2. In Haze of Time 6:53
3. Gate 15 7'19"
4. City Lights 5'19"
5. Orphues Suite 5'12"
6. Troya 5'24"
7. The Mad House Blues 5:18


Musicos:

Gil Stein, teclados, vocal, guitarras, recorders.
Gabriel Weissman, bateria.
Roy Bar-Tour, baixo.

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Créditos a minha amiga Laís Fioravante

1 de fev. de 2010

Garybaldi - Nuda (1972)



Como seria a música de Jimi Hendrix se ele fosse italiano? A pesada influência da Band of Gypsies na música 'power blues' de Garybaldi parece ser exatamente isso e esse bom guitarrista conhecido como "Bambi" Fossati dá uma bela resposta. Banda originária do Gleemen, mantiveram a formação e mudaram o nome para Garybaldi em 1971.
Um wha-wha introduz a linha de Maja Desnuda (também o nome de uma obra de Goya) e vai na linha de Hendrix como em Manic Depression. A presença de um solo de hammond enriquece bastante e os solos e riffs de Fossati são incríveis.
Em Decomposizione, Preludio E Pace a guitarra é altamente torturada, psicodelismo puro.
Alguns momentos são de grande paz como na faixa Febbraio 1700, onde as mãos de Bambi deslizam suavemente pelo braço da guitarra, acariciando o instrumento. L' Ultima Graziosa é a mais criativa faixa do álbum, uma mistura de Hendrix ou mesmo Rory Gallagher.
Moretto da Brescia: Goffredo e Dolce Come Sei Tu têm um distinto toque italiano que a aproxima um pouco do progressivo pscodélico.
Esta disco pode padecer de criatividade, não é exatamente progressivo (se em algum momento pode ser considerado) mas a música que fazem é tocante, de muita competência e é difícil ficar parado.
O segundo disco Astrolabio é considerado melhor e mais progressivo, mas este é sem dúvida exemplo de um bom disco de rock.

1.Maya Desnuda
2.Decomposizione, Preludio e Pace
3.Febbraio 1700
4.L' Ultima Graziosa
5.Moretto da Brescia: Goffredo
6.Il Giardino Del Re
7.Dolce Come Sei Tu

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29 de jan. de 2010

Sonny Boy Williamson - Down and Out Blues (1959)



Bom, depois do otimo album postado pelo Herman, me veio uma idéia de continuar na linha bluseira aqui no blog com mais uma postagem de um artista de grande importância no universo desse estilo musical.
Tambem conhecido como Aleck "Rice" Miller foi um famoso gaitista que com sua técnica peculiar influenciou gerações de gaitistas, como Howlin' Wolf, James Cotton e Junior Wells. Nasceu em Glendora, no estado do Mississipi, um pequeno vilarejo no condado de Tallahatchie. Tinha um programa na rádio KFFA de Helena, no Arkansas, que ia ao ar das 12:15 às 12h30 e foi exatamente nesse programa de Sonny Boy que B.B. King teve a primeira oportunidade de mostrar seu talento como bluesman. Em 1962, Sonny Boy foi convidado a participar de uma turnê pela Europa chamada "American Negroes Blues Festival", permanecendo em Londres, devido ao seu grande sucesso. No ano seguinte, uma nova versão do festival aconteceu , desta vez com o nome de "American Folk Blues Festival", organizado por Willie Dixon. Seu sucesso era tanto que muitos grupos imploravam para tocar ao seu lado, entre eles The Yardbirds de Eric Clapton e The Trinitys de Jimmy Page, Ciryl Davies, Chris Barber e Roland Kirk. No dia 25 de maio de 1965, Sonny Boy Williamson foi encontrado morto em seu apartamento. Morria um mito, nascia uma lenda. A lenda de Sonny Boy Williamson. O rei da Harmônica.
Sobre o album aqui postado, Williamson conseguiu reunir nos 34 minutos deste disco um repertório irrepreensível dentro do gênero, com pelo menos duas canções antológicas: “Don't Start Me to Talkin’” e “Your Funeral and My Trial”. Reza a lenda que a figura estampada na capa era um bluesman que caiu em desgraça com sua gravadora e acabou virando um mendigo.

1.Dont Start Me to Talkin
2.I Dont Know
3.All My Love in Vain
4.The Key (To Your Door)
5.Keep It to Yourself
6.Dissatisfied
7.Fattening Frogs For Snakes
8.Wake Up Baby
9.Your Funeral_and My Trial
10.Ninety Nine
11.Cross My Heart
12.Let Me Explain

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link do rock na vitrola

17 de jan. de 2010

Muddy Waters - The London Muddy Waters Sessions (1971)


Este é mais um volume da magnífica série "The London Sessions", lançada no início da década de 1970 e que partia de uma premissa muito interessante: reunir em um mesmo estúdio os mestres e pioneiros do blues norte-americano aos seus jovens discípulos britânicos. O álbum dedicado a Muddy Waters, como é de praxe em todos os discos da coleção, conta com uma banda de apoio espetacular, com a participação de músicos como Rory Gallagher, Rick Grech, Steve WInwood e Mitch Mitchell. O resultado? Você já deve imaginar, mas mesmo assim eu conto: um disco excelente!

O repertório da bolacha conta com maravilhas como "Blind Man Blues", a mais do que clássica "Key to the Highway", "Young Fashioned Ways", "Walkin´ Blues" e os boogies apimentados por vigorosos metais de "I´m Ready" e "I Don´t Know Why". Como ocorre no álbum dedicado a Howlin´ Wolf, a banda fica em segundo plano, segurando as pontas para que Muddy Waters voe alto, prendendo o ouvinte a cada faixa.

Ótimo play, com um line-up só de feras. Recomendadíssimo.


Faixas:

1. Blind Man Blues
2. Key To The Highway
3. Young Fashioned Ways
4. I'm Gonna Move To The Outskirts Of Town
5. Who's Gonna Be Your Sweet Man When I'm Gone
6. Walkin' Blues
7. I'm Ready
8. Sad Sad Day
9. I Don't Know Why

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