30 de abr. de 2009

Biglietto per L'Inferno - Biglietto per L'Inferno (1974)



Um reconhecido e cultuado clássico do prog italiano nos anos 70, este Biglietto per L'Inferno tornou-se artigo muito procurado e raro pelo fato de ter sido o único álbum lançado pela banda na época e por um selo pequeno, sendo assim muito difícil adquiri-lo fora da Itália durante muito tempo.
O som traz um mescla de prog sinfônico e suave hard rock em agradáveis doses que aproxima-se bastante dos primeiros discos de seus conterrâneos do Rovescio Della Medaglia, do Metamorfosi ou da mais conhecida PFM, como é o caso da faixa Ansia.
O álbum é cantado em italiano e Claudio Canali tem destaque pela flauta e por sua bela voz. As vocalizações algumas vezes lembram a dramaticidade e portamento de David Byron (Uriah Heep), com registro para médio/agudo. O correto é dizer que Byron, com ares de ópera, era que cantava à moda da escola italiana. Com dois tecladistas, sons de hammond e moog são dominantes, a guitarra com distorção grave em alguns momentos soa como se tivesse um leve flanger ou phaser.
O disco é bem variado, alterna constantemente partes lentas e tranquilas com temas mais densos ou rápidos. Ansia e a emotiva Una Strana Regina são as faixa mais suaves do álbum. L'amico suicida é sombria. Minha favorita fica por conta de Il Nevare, viajante, com um refrão mais forte.
Quer saber porque este álbum é considerado por alguns uma obra-prima do progressivo italiano? Então dê uma conferida e tire as próprias conclusões.

1.Ansia - 6:07
2.Confessione - 8:07
3.Una Strana Regina - 7:20
4.Il Nevare - 5:48
5.L'amico Suicida - 14:45
6.Confessione (instrumental) - 3:57

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Gentle Giant - Octopus (1973)



Classico disco desta excepcional banda britânica. Teatralidade, cânones, entrosamento e harmonia melódica sa os 04 termos que definem esta obra-prima gravada em 1973. Os vocais alternados entre Derek e Kerry funcionam aqui com excelência. Diferentemente dos álbuns anteriores e subseqüentes a este, aqui é encontrada uma homogeneidade entre as faixas não conseguida nos demais. A primeira delas, The Advent of Panurge, que representa um conflito entre Pantagruel e o gigante do mar (aliás, o disco enfoca este tema em outras canções também), é simplesmente brilhante. Varia entre trechos lentos e mais pesados, alternando-se os vocais entre Kerry e Derek e batidas quebradas sintonizando bateria, baixo e teclados, sendo que estes se sobressaem por seqüências em contrapontos com o tema cantado. As demais músicas também seguem a mesma linha de complexidade. Destaque também para Raconteur Trombadeur.
Obrigatório.

1.The Advent of Panurge
2.Raconteur Trombadeur
3.A Cry for Everyone
4.The Boys in the Band
5.Knots
6.Dog's life
7.Think of me of Kindness
8.The River

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Samadhi - Samadhi (1974)



Samadhi foi um super grupo na Itália, não pelo sucesso alcançado mas sim pelos componentes que eram todos originários de outras bandas. O nome da banda quer dizer "paz interior". Vieram do grupo RACCOMANDATA RICEVUTA RITORNO, Regoli e Civitenga, do KALEIDON (Sabatini), UOVO DI COLOMBO (Stefani) e Bellanova que veio dos TEOREMI. Contrariamente a outros exemplos do gênero, os sete componentes (havia ainda Sandro Conti e Stevo Saradzic) dão vida a um bom disco homônimo (1974). A riqueza e o equilíbrio instrumental, longe de toda forçatura e protagonismo, deixam a música fluir com feliz desinvoltura entre canções bonitas e melódicas de boa fatura (L'angelo, ou ainda Silenzio) e momentos de mórbido jazz (o instrumental Passaggio di Via Arpino). Nâo falta porém uma música mais ambiciosa e rica de drama como a conclusiva L'ultima spiaggia. Também vivamente aconselhado aos amantes do progressivo italiano.

1.Uomo Stanco (4:05)
2.Un Milion d'Anni Fa (4:47)
3.L'Angelo (3:11)
4.Passaggio di via Arpino (5:55)
5.Fantasia (3:38)
6.Silenzio (5:10)
7.L'ultima Spiaggia (8:25)

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29 de abr. de 2009

Inauguração do Boteco dos Bloggers!!!












Atenção galera rock and roll que visita esse espaço, numa iniciativa conjunta os blogs irmãos se juntaram para formar um novo blog onde os fundadores e colaboradores dos mesmos irão postar aqueles discos que não se enquadrem nos nossos blogs, nesse novo espaço com clima de barzinho vai poder rolar de tudo sem exceção, tudo aquilo que foge ao padrão ou tudo aquilo que o sujeito sente vergonha de dizer, hehe.

O projeto foi batizado de "Boteco dos Bloggers" e conta até agora com 12 blogs participantes e 16 colaboradores, estará sendo atualizado diariamente. Convoco a todos os visitantes que participem deixando seus comentários a respeito dos discos postados.

A grande inauguração terá cerveja (virtual) grátis e uma dose de caipirinha (virtual) também grátis, hehehe, e se realizará na próxima sexta-feira. Vamos lotar a casa galera!!!

Os blogs que participam do projeto são.

Cordas, Bandas & Metais

Iman Califato Independiente - Camino del Aguila (1980)



Se você não é familiarizado com o progressivo espanhol, um bom exemplo por onde começar, pode ser com o Iman, este é o seu segundo trabalho, bem superior ao 1º, onde é possível perceber sutis influências da música flamenca, mas com presença marcante do jazz-rock de muita competência e musicalidade, onde todas as músicas são instrumentais(com excessão da última) muito bonitas, se destacam todos os instrumentos, mas o tecladista e o guitarrista podem conseguir emocionar o ouvinte pela emoção que eles conseguem passar para seus respectivos instrumentos.
Apesar de ser uma banda desconhecida, Iman produziu um dos mais bonitos discos da história do progressivo espanhol e porque não dizer, do progressivo mundial, por conseguir fundir o com tanta destreza, complexidade e beleza.

1.La marcha de los Enanitos
2.Maluquinha
3.Caminho del aguila
4.Ninos

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Camel - The Snow Goose (1975)



Em 75 é lançado o despretensioso "The Snow Goose", um álbum inteiramente instrumental (exceto algumas vocalizações) baseado em um conto infantil de Paul Gallico. Este talvez seja o álbum mais acessível da banda e também o que mais vendeu, o que é de grande mérito pois é definitivamente uma obra de arte, realizada impecávelmente e de criativo valor. Ele é mais leve que os seus predecessores, mas continua contando com o que de melhor a banda tinha a oferecer, ou seja, excelentes passagens intrumentais de ambos os principais compositores, os quais deram forma a esta obra conceitual íntegra e coesa em sua totalidade.
Teclados e guitarras ainda são as forças principais, bateria e baixo não se destacam muito, mas formam uma base sólida e competente. Andrew Latimer impressiona com o sentimento de sua guitarra e flauta, ótimas e memoráveis passagens são tocadas, é notada sua influência do blues no seu modo de tocar. Peter Bardens utiliza muito bem seu arsenal de teclados, criando momentos e humores na música que dão característa a essa obra. Por ser um álbum conceitual ele segue uma história, não só no título das faixas mas nas música em sí também.

1.The Great Marsh
2.Rhayader
3.Rhayader Goes To Town
4.Sanctuary
5.Fritha
6.The Snow Goose
7.Friendship
8.Migration
9.Rhayader Alone
10.Flight Of The Snow Goose
11.Preparation
12.Dunkirk
13.Epitaph
14.Fritha Alone
15.La Princesse Perdue
16.The Great Marsh

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Iron Maiden onde tudo começou...



O então quarteto - Steve Harris, Paul, Dave Murray e Doug Sampson - já tinha 1 ano de estrada, quando resolveram, em 1978, registrar a primeira gravação do grupo.

No estúdio Cambridge Spaceward,gravam uma demo com as canções "Iron Maiden", "Ivasion" e "Prowler".

A demo ficaria conhecida como The Soundhouse Tapes e cerca de 5 mil cópias são comercializadas em poucas semanas.

O EP funcionou como um cartão de visitas para a banda, quando ela ainda lutava na cena dos bares ingleses em busca de notoriedade.

Soundhouse Tapes

Faixas:

Iron Maiden
Ivasion
Prowler

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senha: nitrofiles


Depois grupo é convidado para participar da coletânea Metal for Muthas, que reunia as novas bandas do NWOBHM (New Wave of British Heavy Metal).

O grupo comparece com duas músicas - "Sanctuary" e "Wrathchild".

A coletânea reune nomes como Samsom (de onde viria Bruce Dickinson), Angel Witch, Sledgehammer, Nutz entre outros.

Metal for Muthas

Faixas:

01- Iron Maiden - Sanctuary
02- Sledgehammer - Sledgehammer
03- E.F.Band - Fighting for Rock and Roll
04- Toad the Wet Sprocket - Blues in A
05- Praying Mantis - Captured city
06- Ethel the Frog - Fight back
07- Angel Witch - Baphomet
08- Iron Maiden - Wrathchild
09- Samson - Tomorrow Or yesterday
10- Nutz - Bootliggers

link by Dagon
http://sharebee.com/4af99260


E de quebra posto aquí dois bootlegs já do começo da década de oitenta onde o grupo saiu para o seu habitat natural que é a estrada com mais de 120 shows e a primeira turnê no Japão, além de varrerem a Europa e os Estados Unidos.



1980 Live + 1

Faixas:
1. Sanctuary (live) (4:26)
2. Phantom of the Opera (live) (7:12)
3. Drifter (live) (6:00)
4. Women in Uniform (3:11)


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1981 The Big Heat

Faixas:
1. Wrathchild
2. Purgatory
3. Sanctuary
4. Remember Tomorrow
5. Another life / Drum solo
6. Genghis Khan
7. Killers
8. Innocent Exile
9. Twilight zone
10. Strange world
11. Murders in the rue morgue
12. Phantom of the opera
13. Iron maiden
14. Running free
15. Transylvania / Guitar Solo
16. Drifter


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24 de abr. de 2009

James Gang "Live in Concert" - (1971)

Literalmente, o Hard é o gênero "onde o bicho mais pega" em termos de Power Trios. Nada como um vigoroso Hardão tocado por um trio competente.

Um dos grupos que também teve sua fase áurea como um trio, e depois "ampliou o time" foi o James Gang, que veio da cidade de Cleveland, nos EUA. Poucos sabem, mas o "cabeça" e fundador do grupo foi o batera Jimmy Fox, que em 1967 recrutou Tom Kriss para o baixo, logo substituído por Dale Peters e Joe Walsh para a guitarra e vocais.
Walsh acabou tomando a frente do grupo, pelo menos em popularidade, tanto que chamou a atenção de Pete Towshend, que, impressionado, convidou o James Gang para abrir a tour européia do Who, promovendo então seu disco "Who's Next". Como trio, lançaram 3 discos de estúdio e um genial ao vivo - "Live in Concert",mais famoso ainda por ser a despedida de Walsh do grupo.

Faixas:
1. Stop
2. You're Gonna Need Me
3. Take a Look Around
4. Tend My Garden
5. Ashes, The Rain and I
6. Walk Away
7. Lost Woman


Formação:
Joe Walsh: Guitars, Hammond organ, vocals.
Dale Peters: Bass guitar, acoustic guitar, percussion, vocals.
Jim Fox: Drums, percussion, Hammond organ, vocals.

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17 de abr. de 2009

King Crimson - Red (1974)



Este talvez seja O álbum de rock progressivo, na sua capa já se tem uma idea do que ele representa, com as caras de Fripp, Bruford e Wetton estampadas sobre um fundo preto, lendas que tornaram King Crimson/Red possível e fantástico. Começamos então com a própria 'Red' uma música instrumental, baseada em um riff meio industrial de Fripp, a banda já abre bem no humor do álbum, é única e se tornou uma favorita de 'ao vivos'. Segue então 'Fallen Angel' que começa como uma balada, uma ótima balada se fosse, mas se transforma em muito mais do que isso com improvisações de metais e ótimas passagens instrumentais, certamente uma das minhas favoritas. Faixa 3, 'One More Red Nightmare', sim mais um pesadelo do Red, caracterizado pelas estranhas percussões e vocais relativamentos insanos de Wetton, também é ótima em suas partes instrumentais. 'Providence' é uma faixa experimental que parece ser de outro álbum, com bastante violino, linhas distordas e frenéticas de baixo e características guitarras ambientais de Fripp, a música já vale pela incrível bateria do Bruford, a essa música é a parte R.I.O do King Crimson. 'Red' acaba então com a música mais bela e extraordinária que o King Crimson já fez, 'Starless', começando com um mellotron apoiado pela bateria e uma linda melodia que Fripp faz na guitarra com um timbre único e característico, o vocal de Wetton é perfeito lembrando as vezes em espírito a também grandiosa 'Epitaph', eu divido essa música em duas partes, a primeira parte com vocal que é linda e fantástica e a segunda parte instrumental que é tão fantástica quanto, o que divide as duas partes e entra na segunda é a base de uma nota só de Fripp que se transforma em um solo de uma nota só! E se encaixa tão bem conforme a música vai crescendo e se transformando em uma instrumentação caótica que dá partida aos solos de sax dos dois mestre do rock no assunto Mel Collins e Ian McDonald, e música que tem entorno de 12 minutos não acaba por aqui. 'Starless' e o álbum 'Red' são o auge do King Crimson e o último dessa fase mais sinfônica e com essa formação, uma pena. Este álbum não é excencial, ele é vital, nenhum fan de rock progressivo consegue viver sem ele, pra não generalizar, pelo menos a maioria não.

1.Red (6:16)
2.Fallen Angel (6:04)
3.One More Red Nightmare (7:07)
4.Providence (8:11)
5.Starless (12:18)


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Steve Morse - High Tension Wires (1989)



O guitarrista e compositor Steve Morse, do Dixie Dregs, com passagem pelo Kansas e atualmente no Deep Purple, dispensa maiores comentários, mas seu trabalho de 1988 intitulado High Tension Wires não. De fato, quando você ouve Morse pela primeira vez ele te causa fatalmente um grande impacto. Sua técnica refinadíssima, aliada ao bom gosto nas composições e um equilíbrio perfeito entre o virtuosismo dos "godfingers" e a sensibilidade dosada dos mestres que o influenciaram, o tornam um dos maiores guitarristas do cenário musical atual.
A sua introdução em Ghostwind já deixa isso bem claro. Tudo que já salientei de Morse cristaliza-se neste trabalho que pode ser resumido como um perfeito equilíbrio entre o virtuosismo demonstrado, por exemplo, no clássico para "iniciados da guitarra" Tumeni Notes e a bela instrumental e melódica Highland Wedding.Nele, também há uma releitura de um dos seus clássicos que tinha sido gravado no trabalho de estréia do Dixie, que por sinal, demonstra claramente sua capacidade num estúdio de gravação. As composições são capazes de agradar a todos os ouvintes porque são muito bonitas. Com a participação de membros do Dixie Dregs e de uma inspiração magistral entendo que este cd é um exemplo seriedade, capacidade, profissionalismo, vocação e brilhantismo deste espetacular músico que definitivamente nasceu pra tocar guitarra e os nossos corações.


1.Ghostwind
2.The Road Home
3.Country Colors
4.Highland Wedding
5.Third Power
6.Looking Back
7.Leprechaun Promenade
8.Tumeni Notes
9.Endless Waves
10.Modoc

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Solaris - Marsbéli Krónikak (1984)



Uma dos melhores discos a serem produzidos na década década de 80, Solaris conseguiu um feito histórico no rock, pelo menos que eu saiba, foi uma das primeiras bandas que conseguiu misturar guitarra, que as vezes tinha o peso do Heavy, com uma chuva de teclados e flauta e ainda assim, obter um resultado incrivelmente bonito e equilibrado e é assim que eu posso definir o som do Solaris como um dos percussores do Heavy progressivo. Neste disco o grande destaque é a interação entre as guitarras com a flauta e os teclados, os demais instrumentos trabalham para engrandecer esta interação não se destacando tanto assim, todas as faixas são intrumentais e muito bem elaboradas com excessão da 1º que tem um caráter introdutório e é chata, todas as demais são muito bonitas e eu só posso salientar que se trata de um grande disco, numa década muito ruim para o progressivo. Este disco foi relançado em cd em 1989 na Hungria pela Start, mas teve uma nova prensagem em 1998 agora pela Gong também hungara. Para quem gosta de rock progressivo este disco é indispensável!!!

1.Marsbéli Krónikák I
2.Marsbéli Krónikák II - III
3.Marsbéli Krónikák IV - VI
4.M'ars Poetica
5.Ha Felszáll A Köd
6.Apokalipszis
7.E-Moll Elõjáték
8.Legyõzhetetlen
9.Solaris
10.Orchideák Bolygója
11.A Sárga Kör

http://www.4shared.com/file/40529660/d062dae2/Solaris_-_Marsbli_Krnikak.html

The Who com David Gilmour - Masters of Music

Mais uma raridade, onde, um genial guitarrista se une a uma magnífica banda tocando um dos discos que marcou a carreira da industria fonográfica do mundo inteiro.Aqui, The Who tocando parte do maravilhoso album "Quadrophenia" acompanhado de ninguém menos que,David Gilmour.

Faixas:
01 - The Real Me
02 - The Dirty Jobs
03 - I've Had Enough
04 - 515
05 - Drowned
06 - Love Reign Over Me

http://www.filesend.net/download.php?f=b2699f4897f438c1a85848271af4c0f3

Led Zeppelin - A Tributed to Johnny Kidd 1973 + Additional Songs


Disco raríssimo da maior banda de todos os tempos tocando Jounny Kid & Pirates,e mais algumas outras canções dos anos 50 e ainda algumas versões de músicas que apareceriam mais tarde no Physical Graffitti,é um bootleg,mas com uma qualidade ótima...é só baixar e ouvir a história do roquenrrow!!!
Faixas:

1 School Days
2 Nadine
3 Round And Round
4 Move On Down The Line
5 Love Me Like A Hurricane
6 Move It
7 Dynamite
8 Shakin' All Over
9 Hungry For Love
10 I'll Never Get Over You
11 Reelin' And Rockin'
12 Snowdonia
13 Tales From The Riverside
14 Dazed That Used To Be
15 Bert Jansch
16 In The Beechwoods
17 Friends
18 Wind In The Willows
19 Golden Breast
20 Who Remembers Davey Graham?
21 Strawberry Jam #1
22 Strawberry Jam #2
23 The Wanton Song
24 The Rover #1
25 The Rover #2
26 Night Flight #1
27 Night Flight #2
28 Night Flight #3

Tracks 1-11, 21-28 are Soundboards from Chicago 1973 Soundcheck (though possibly Minneapolis 1975) Tracks 12 - 20 are demos from Bron-Y-Aur Cottage, Wales, 1970



Part1: http://www.megaupload.com/?d=QQL246OL
Part2: http://www.megaupload.com/?d=ADNR46MC
Part3: http://www.megaupload.com/?d=DCIJG9R3
Part4: http://www.megaupload.com/?d=Q5JF0XU3


crédito ao Luiz Carlos Menegon do Venenos do Rock

Pink Floyd - Psychedelic Games For May 1966-1967


Álbum raríssimo e alternativo dos caras,são gravações raras e de ótima qualidade da época mais doida da banda,os caras estavam fora do planeta e fazendo uma psicodelia da mais alta qualidade.Tem até uma versão de "King Bee"tocada com maestria e enxarcada de ácido!!!

Faixas:
01 Lucy Leave (Studio Acetate '66)
02 King Bee (Studio Acetate '66)
03 See Emily Play (Single 1967)
04 Arnold Layne (London, Sound Tecniques Studio 27-02-1967)
05 Candy and a Current Bun (London, Sound Tecniques Studio 27-02-1967)
06 Flaming (Single 'Tower', U.S.A.)
07 Pow R. Toc H. (BBC Look of the Week 04-05-1967)
08 Astronomy Domine (BBC Look of the Week 04-05-1967)
09 Interstellar Overdrive (BBC Look of the Week 04-05-1967)
10 Reaction in G (Rotterdam, 12-10-1967)
11 Stoned Alone (Copenaghen, 'The Starclub' 13-09-1967)
12 Vegetable Man (Studio Take)
13 Scream Thy Last Scream (Studio Take)

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crédito ao Luiz Carlos Menegon do Venenos do Rock

Little Richard & Jimi Hendrix - Friends From The Beginning 1965

"Em 1965, em uma de tantas apresentações ao vivo como acompanhante de bandas diversas, Jimi chamou a atenção de Little Richard, grande astro e pioneiro do rock and roll dos anos 50. Apesar da excelente recepção por parte do público e da boa química surgida entre o vocalista e guitarrista, o ego imenso de Little Richard não permitiria que um guitarrista talentoso ofuscasse a sua presença no palco. Com a desculpa de que Hendrix havia perdido o ônibus da banda após um show em Nova York, Little Richard o demitiu, felizmente não antes que alguns dos shows houvessem sido devidamente registrados. Devido à excelente repercussão de suas performances com Little Richard, Jimi consegue um contrato de dois anos com a gravadora Columbia e rapidamente deixa de ser figurante."

formação:
Little Richard – vocals, piano, organ
Jimi Hendrix - guitar
Black Arthur - guitar
Henry Oden - bass


faixas:
Whole Lotta Shakin' (3:01)
Goodnight Irene (2:49)
Keep a Knockin' (3:21)
Going Home Tomorrow (3:18)
Belle Stars (2:54)
Tutti Frutti (2:56)
Lawdy Miss Claudie (2:26)
Why Don't You Love Me (3:12)
Lucille (2:55)
Hound Dog (2:24)
Money Honey (2:26)
Funky Dish Rag (3:14)


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crédito ao Luiz Carlos Menegon do Venenos do Rock

Fusioon - Fusioon (1972)



Este é o 1º trabalho, desta desconhecida, mas excelente banda espanhola que é sem dúvida uma das primeiras bandas do cenário espanhol, que possuia um estilo muito original e se influenciava muito pela música popular ibérica( as músicas são releituras), extremamente competente. As linhas harmônicas estabelecidas pela banda, a beleza das músicas, a qualidade dos músicos e o momento de inspiração que é possível perceber nestas músicas são alguns pontos fortes deste disco. Apesar de ser uma banda espanhola, não é possível verificar nada que se assemelhe ao progressivo flamenco, tratando-se de um rock sinfônico com algumas pitadas de jazz. As músicas são praticamente instrumentais onde o vocal é mais um instrumento.

Obra prima do progressivo espanhol, altamente recomendável para quem gosta de rock sinfônico.

1.Danza del molinero
2.Ya se van los pastores
3.Ses porqueres
4.Pavana Espoñola
5.Negra sombra
6.En el puerto da pajares
7.Rima infantil
8.El cant del ocelles


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Focus - Moving Waves (1972)



Moving Waves, origianlmente gravado em 1970 sob o nome Focus II e relançado como Moving Waves em 1972, é uma das obras primas do Focus e da música mundial, sendo influência de mutios grupos de progressivo, hard rock e até de metal.
O disco começa com a pancada que se tornaria a música mais famosa do grupo: Hocus Pocus. Uma verdadeira exibição de técnica, feeling, psicodelia e humor que dura mais de seis minutos. Destaque para o incrível trabalho de guitarra de Jan e os hilários vocais "yodel" (canto típico da Holanda) de Thijs. A música é extremamente constrastante, passando de guitarras nervosas para passagens com acordion, flauta e até assobios, para voltar ao clima "heavy metal" segundos depois.
Na sequência, algumas baladas e músicas mais lentas: Le Clochard (O Vagabundo), Janis (escrita em homenagem à cantora, falecida meses antes da gravação do disco), com uma incrível linha de flauta de Thijs Van Leer, Moving Waves (uma das poucas e raras músicas do Focus com linhas vocais sérias), que basicamente é piano e vocal, Focus II, que começa lenta mas depois tem uma seção que lembra músicas de vinhetas televisivas dos anos 70 e que é bem agradável.
Então chegamos à musica Eruption, o projeto mais ambicioso do grupo (lembremos que em 1970 não eram comuns as composições de 20 minutos ou mais, como Close To The Edge, Suppers Ready, entre outras)
Eruption, na verdade, é uma colagem de várias vinhetas: Orfeus, Answer, Pupilla, Tommy, The Bridge, Euridice, Dayglow e Endless Road. Cada uma extremamente diferente da outra, como se fosse um bate-papo no meio da música, uma vinheta "conversando" com a outra. Uma verdadeira epopéia musical, com passagens lentas (Orfeus) e outras mais velozes (Answer). Destaque novamente para a guitarra de Jan Akkerman e os teclados de Thijs Van Leer.

1.Hocus Pocus
2.Le Clochard
3.Janis
4.Moving Waves
5.Focus II
6.Eruption

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Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow (1967)



Jefferson Airplane foi a primeira banda de rock psicodélico surgida em San Francisco, estreando com o disco “Takes Off” de 1966, com a vocalista Signe Anderson. Apesar da razoável repercussão desse disco, o grupo não chegou a chamar tanto a atenção da mídia e do público já que se assemelhava mais com as diversas bandas que tocavam folk e pop, tentando imitar Byrds e Hollies, não acrescentando nada de novo no cenário do rock. Porem, após a saída de Signe, entra na banda a cantora do grupo “The Great Society”, a bela Grace Slick, e ai as coisas começaram a fazer diferença.
Com algumas canções prontas, entraram em estúdio para gravar seu segundo álbum, o hoje clássico , “Surrealistic Pillow” no inicio de 67, onde acabaram incluindo uma canção de Grace que chegou a ser gravada em 66, para um compacto da sua ex-banda “The Great Sociey”, a musica era “Somebody to Love”. Enfim, isso era tudo o que o grupo liderado por Marty Balin queria. A moça caiu como uma luva e ainda de quebra trouxe o primeiro maior hit do grupo.
Não dá para negar que o trabalho em equipe era bem consistente e integrado. O álbum apresenta ótimos elementos criativos, e um equilíbrio entre o lado feliz e o estilo que eles estavam criando naquele momento, ao lado de The Doors, que eram as letras “Dark”, sombria ou meio suspense. Um estilo muito fundido por bandas americanas. O vocal de Grace para a época, era sem duvida original e vigoroso e foi o que chamou muita atenção, já que ela já cantava como se já fizesse isso há muitos anos e mal estreava em estúdio. As guitarras não são o ponto forte, mas fazem com que as notas caiam na hora certa sem comprometer a canção. A cozinha faz um serviço ora complexo e ora simples mais carregado de “feeling”. Enfim, “Surrealistic Pillow” foi o maximo em que o grupo chegou, infelizmente nunca mais conseguiram supera-lo em termos de conteúdo, já que logo depois começaram a pegar pesado nos excessos, tanto em experimentações musicais como químicas. Mesmo emplacando outros hits como “Volunteers” em 69, e obtendo alguns bons momentos, o grupo ficou amarrado para sempre em “Surrealistic Pillow.

1.She Has Funny Cars - 3:13
2.Somebody to Love - 3:01
3.My Best Friend - 3:04
4.Today - 3:02
5.Comin' Back to Me - 5:24
6.3/5 of a Mile in 10 Seconds - 3:45
7.D.C.B.A. -25 - 2:39
8.How Do You Feel - 3:34
9.Embryonic Journey - 1:55
10.White Rabbit - 2:33
11.Plastic Fantastic Lover - 2:40

http://www.4shared.com/file/79509662/5fbbaa9e/Surrealistic_Pillow.html

16 de abr. de 2009

Genesis - The Lamb Lies Down On Broadway (1974)



Lamb Lies Down on Broadway foi o fechar das cortinas para Peter Gabriel no Genesis, e também o álbum mais controverso da fase clássica do grupo: Para alguns é a obra-prima definitiva da banda, para outros o prenúncio de sua degeneração.
A temática do álbum , desenvolvida quase que exclusivamente por Gabriel , gira em torno da história de Rael, um porto-riquenho que vive uma aventura urbana , mas surrealista em Nova Iorque. A banda assim se distanciava das temáticas folclóricas e mitológicas, comuns (mas não únicas ) nos álbuns anteriores. Mudanças também musicais: As composições longas , características por exemplo do denso Selling England by the Pound , não são mais predominantes. Surgem canções mais diretas, embora sempre com arranjos sofisticados. Algumas faixas, como Waiting Room e Silent Sorrow in Empty Boats nascem a partir de improvisações.

CD1:

1.The Lamb Lies Down on Broadway
2.Fly on a Windshield
3.Broadway Melody of 1974
4.Cuckoo Cocoon
5.In the Cage
6.The Grand Parade of Lifeless Packaging
7.Back in N.Y.C.
8.Hairless Heart
9.Counting Out Time
10.The Carpet Crawlers
11.The Chamber of 32 Doors

CD2:

1.Lillywhite Lilith
2.The Waiting Room
3.Anyway
4.The Supernatural Anaesthetist
5.The Lamia
6.Silent Sorrow in Empty Boats
7.Colony of Slippermen
8.Ravine
9.The Light Dies Down on Broadway
10.Riding the Scree
11.In the Rapids
12.it.

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Bacamarte - Depois do Fim (1983)



Bacamarte foi sem dúvida uma das contribuições mais significativas ao progressivo em todos os tempos, é uma pena que não seja conhecido como deveria. O disco apresenta influências de Yes, Genesis, PFM, e até do Renaissance, sem deixar é claro a originalidade para trás. O disco simplismente não tem músicas ruins, sem duvida um dos melhores albuns do progressivo nacional.

1.UFO
2.Smog Alado
3.Miragem
4.Pássaro de Luz
5.Cano
6.O Último Entardecer
7.Controversia
8.Depois do Fim
9.Mirante das Estrelas



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