31 de ago de 2008

Blind Melon - Blind Melon-92 e Soup - 95


O Blind Melon nasceu em 1989, quando o guitarrista Roger Stevens e o baixista Brad Smith, foram rumo a Los Angeles, deixando para trás West Point, no Mississippi. Foi em L.A. que se juntaram a Shannon Hoon, natural de Indiana, Christopher Thorn, da Pennsylvania, e Glen Graham, formando assim uma banda, que se viria a revelar seguidora de alguns aspectos característicos de grupos como os Grateful Dead, Jefferson Airplane e Phish. Embora sem o psicodelismo que envolve a imagem destes três nomes, o Blind Melon deu continuidade à transmissão de valores como a paz e o amor, por eles difundida. Tal esteve na base de muitas terem sido as vezes em que foram associados ao movimento neo-hippie iniciado nos anos 90. A associação não é, no entanto, aprovada pelos membros do grupo, que se revelam antes adeptos de um som mais pesado dominado pelas guitarras, de que o seu mais bem sucedido single não é exemplo. "No Rain", o single de estréia que deu a conhecer o Blind Melon ao mundo é revestido de uma sonoridade mais próxima do pop do que do rock de guitarras, ao contrário da maioria dos restantes temas. A proximidade do grupo ao som de guitarras justifica o fato de Shannon Hoon ter sido desafiado por Axel Rose a participar nas gravações da faixa "Don't Cry", bem como nas filmagens do vídeo clip. Em 1995 a história da banda começa a mudar: em agosto foi lançado o segundo álbum do Blind Melon, "Soup", que apesar de não ter conseguido lançar nenhum single,foi bastante elogiado pela crítica,e bem recebido pelos fãs da banda,no entanto a banda mal teve tempo de divulgar o novo trabalho já que em 21 de Outubro Shannon é encontrado morto no ônibus da banda, em Nova Orleans, vítima de overdose de cocaína. O vocalista, que já tinha sérios problemas com drogas desde os 17 anos, morreu aos 28 anos deixando uma filha de apenas 3 meses, Nico Blue Hoon.
Em meio a promessas de retomar às atividades, os membros da banda lançam o álbum póstumo "Nico" (em homenagem à filha de Shannon, composto de versões demo e músicas que haviam ficado de fora dos álbuns anteriores. O CD tem ainda uma faixa multímídia contendo entrevistas e trechos de videoclipes, dentre os quais "No Rain" e "Toes Across The Floor".
Após muitos anos, e diversos projetos paralelos como Extra Virgin, The Tender Trio, Luma, Unified Theory, The Meek e Abandon Jalopy; os integrantes originais da banda juntaram-se à Travis Warren (da banda Rain Fur Rent) em Setembro de 2006 que substituíra Shannon Hoon como vocalista. A reunificação da banda resultou no álbum "For My Friends", lançado em 22 de Abril de 2008 pela Adrenaline Music, com 13 canções.

Membros da banda:

Shannon Hoon - vocal (falecido em 1995)
Glen Graham- bateria
Brad Smith - baixo
Christopher Thorn - guitarra
Rogers Stevens- guitarra

Blind Melon - 1992

FAIXAS DO DISCO Blind Melon:

1. Soak The Sin
2. Tones Of Home
3. I Wonder
4. Paper Scratcher
5. Dear Ol' Dad
6. Change
7. No Rain
8. Deserted
9. Sleepyhouse
10. Holyman
11. Seed To A Tree
12. Drive
13. Time

LINK:


Soup - 1995

FAIXAS DO DISCO Soup:

1. Galaxie (Contains Hidden Track "Hello, Goodbye")
2. 2 X 4
3. Vernie
4. Skinned
5. Toes Across The Floor
6. Walk
7. Dumptruck
8. Car Seat (God's Presents)
9. Wilt
10. The Duke
11. St. Andrew's Fall

LINK:

28 de ago de 2008

A bíblia dos colecionadores


Estou disponibilizando aqui o melhor guia que existe para os colecionadores de raridades do rock. Trata-se dos quatro volumes do sensacional "Record Collector Dreams", do lendário colecionador austríaco Hans Pokora. Os guias trazem listas álbuns raros de todos os continentes, de rock psicodélico, hard rock, progressivo, blues, etc. Todos com as capas originais e uma "escala de raridade" criada pelo Pokora, que mensura a probabilidade de se encontrar determinado álbum (o vinil original). Como muita coisa tem sido digitalizada ultimamente, esse guia apareceu pra mim na hora certa. Não existe material similar com a mesma qualidade na net. Essencial.Links
dos quatro volumes dividido em 2 partes:

http://rapidshare.com/files/53718335/Record_Collector_Dreams_Volumes.part1.rar.html

http://rapidshare.com/files/53836178/Record_Collector_Dreams_Volumes.part2.rar.html

27 de ago de 2008

Iron Maiden - Death In Pacaembu - 2004













CD 1:

Track List:

01 - Wildest Dreams
02 - Wratchild
03 - Can I Play With Madness
04 - The Trooper
05 - Dance Of Death
06 - Rainmaker
07 - Brave New World
08 - Paschendale
09 - Lord of the Flies

Link:

http://sharebee.com/e39a6c1d

CD 2:

Track List:

01 - No More lies
02 - Hallowed Be Thy Name
03 - Fear Of The Dark
04 - Iron Maiden
05 - Bruce Speaking to Sao Paulo
06 - Journeyman
07 - The Number Of The Beast
08 - Run To The Hills

Link:

http://sharebee.com/21632930














Line Up:

Bruce Dickinson - Vocals
Adrian Smith - Guitars
Janick Gers - Guitars
Dave Muray - Guitars
Steve Harris - Bass
Nicko Mcbrain - Drums

Show realizado em São Paulo no estádio do Pacaembu, na turnê do cd Dance Of Death, no dia 17/01/2004. Apesar de ser um bootleg a qualidade do audio é impressionante.

Essa é minha estréia aqui no Let's Rock e como já disse ao Herman nem sempre posso estar presente devido meu outro blog e um fórum que administro, mas sempre que puder vou colocar algumas pérolas por aqui.

Espero que curtam esse disco pois além de ser dificil achar por ai mostra o Maiden numa performance digna de nota. Divirtam-se.

26 de ago de 2008

ELF

Vou postar o restante da discografia do Elf,já que temos o primeiro disco (Elf) de 1972 aquí no blog....segue um resumo da história dessa fantástica banda,resumo feito pelo grande Spedini da Mega Rock.

História
Início dos anos 70, Portsmouth, New Hampshire, Estados Unidos. Alguns amigos de escola resolvem montar uma banda de rock; até aí, nada demais.

O grupo adota o nome de "Vegas Kings" e é formado pelo guitarrista David Feinstein, pelo baixista Craig Grube (esse nome não é estranho!), pelo tecladista Micky Lee Soule (também não é estranho!), pelo baterista Gary Driscoll (mais um nome que não soa estranho!) e pelo vocalista Ronald Padavona (que nome hein?).
Logo o vocalista, Ronald Padavona, que também tocava baixo, resolve homenagear seus familiares de origem italiana, para isso, adota o nome de Ronnie James Dio (ihihih!!!!!). Já neste período ele começa a se destacar à frente do grupo, demonstrando ter uma voz muito possante, até contrastando com seu biofísico.
Imediatamente, o "Vegas Kings", muda seu nome para “Ronnie and the Rumbles” e depois deste, para “Ronnie and the Redcaps”. Pelos nomes é evidente que Ronnie james Dio já era o centro das atenções.
O grupo tocava em bailes universitários, etc e, uma vez mais, mudam o nome da banda para “Ronnie Dio and the Prophets”.
Mais alterações de nomes ocorreriam, agora já omitindo o nome de algum membro, surgindo assim o “The Eletric Elves”, depois para “The Elves” e finalmente “ELF”.

AS GRAVAÇÕES

Já bem conhecido no circuito universitário e nos ambientes undergrounds o "ELF" consegue lançar seu primeiro lp, homônimo, em 1972. (http://let-srock.blogspot.com/2008/05/elf-elf-1972.html)

O grupo segue realizando seus shows, mas o guitarrista David Feinstein, resolve afastar-se da banda. Para seu lugar é chamado Steve Edwards.

Dio Elves And Elf 1972 - Live At The Bank = War Pigs

Faixas:
disco 1
1.Wakeup Sunshine
2.Smile for me Lady
3.Rosemary
4.Driftin
5.Saturday Nigth
6.Crosseyed Mary
7.Stay with me
8.Litle Queenie Medley
9.An Old Raincoast
10.Cold Ramona
11. Black Dog
12.Lura Lura
13.Four day Creep

disco 2
1.Give me a Chance
2.Rumble
3.Aqualung
4.Drown me in the River
5.Simple Man
6.Wont get fooled agaim/Baba O'Riley Medley
7.Peaces Apple Lady
8.Dirty Dollar Bill
9.Buckingham Blues
10.So LOng
11.You shook me-Rocks Boogie
12.War Pigs


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RETURN NEVERMORE LIVE - 1973

Faixas:

1. Love Me Like A Woman
2. Stone Cold Fever
3. Behind Blue Eyes
4. Sit Down Honey
5. Rockin' Chair Blues
6. Hoochie Koochie Lady


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Sómente dois anos após o primeiro lp, o grupo consegue gravar seu próximo trabalho, "Carolina Country Ball", em 1974.

CAROLINA COUNTRY BALL (1974)

Ronnie James Dio, Steve Edwards, Craig Grube, Micky Lee Soule, Gary Driscoll
Faixas:
1. Carolina County Ball
2. L.A.59
3. Ain't It All Amusing
4. Happy
5. Annie New Orleans
6. Rocking Chair Rock 'N' Roll Blues
7. Rainbow
8. Do the Same Thing
9. Blanche
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O grupo ganha fama e consegue um convite para abrir os shows do "DEEP PURPLE" em terras norte americanas. O guitarrista do Purple entuasiasma-se com a banda e com as apresentações de Dio.

Chega o ano de 1975, e é lançado mais um trabalho, "Trying Burn The Sun".

TRYING BURN THE SUN (1975)

Ronnie James Dio, Steve Edwards, Craig Grube, Micky Lee Soule, Gary Driscoll
Faixas:
01. Black Swampy Water
02. Prentice Wood
03. When She Smiles
04. Good Time Music
05. Liberty Road
06. Shotgun Boogie
07. Wonderworld
08. Streetwalker
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RAINBOW

O ano de 1975, reservou uma grande surpresa para o mundo do Rock. O guitarrista Ritchie Blackmore (uma semana antes de completar 30 anos de idade) se afastau do grupo "DEEP PURPLE", que ele havia ajudado à formar, inconformado com a sonoridade (mais funk) que a banda havia tomado.

Na verdade, Blackmore, já tinha uma nova banda idealizada. Era o "ELF", que tempos antes havia aberto os shows do "DEEP PURPLE", nos Estados Unidos.

Assim, excetuando-se seu guitarrista, o grupo "ELF", agora captaneado por Blackmore, adota o nome "RITCHIE BLACKMORE'S RAINBOW", ou apenas "RAINBOW".

24 de ago de 2008

Irish Tour - Rory Gallagher - 74


retratarei aqui,pela segunda vez nessa semana,um dos ícones mais queridos e ‘underground’ por opção, dos saudosos anos 70. Trata-se do guitarrista Rory Gallagher.Em tempos onde o termo globalização ainda não havia sido criado, Rory Gallagher transcendeu em adotar e difundir de forma definitiva o Blues tradicional e o Hard Rock como seu estilo musical. Era chamado carinhosamente de ‘guitarrista das multidões’ em virtude de seu jeito despojado e comunicação com seu fiel público.Livre do estigma de sua ex- banda, a Taste que findara em 1971, e embasado em vendas consagradoras de seu álbum “Live in Europe” de 1972, que lhe valeu um disco de ouro, de “Blue Print” e “Tatto” ambos discos de estúdio de 1973 e ainda do “BBC’s Sessions” de 1974, quando teve a honra de ter sido convidado especial de seu ídolo e lenda viva do blues, Muddy Waters, Rory Gallagher ganhava a fama e o respeito mundial de uma forma definitiva.Com suas apresentações incendiárias e desprovidas de qualquer tipo de produção mais elaborada, tão comum aos grandes mitos de sua época, bastava para Rory sua fiel e detonada Stratocater e um cabo ligado direto ao seu amplificador para a magia acontecer.Calcado nesta realidade e na extrema vontade em permanecer em seu ‘habitat’ natural, que eram os palcos, o nosso ‘guitar-hero’ e sua gravadora resolveram repetir a dose e lançar mais um trabalho ao vivo em curto espaço de tempo, devido às impecáveis apresentações em sua terra natal, a Irlanda.Gravado nas cidades de Belfast, Dublin e Cork com a Lane Móbile Unit e tendo como apoio Gerry McAvoy no baixo, Lou Martin nos teclados e Rod de‘Ath na bateria, “Irish Tour” foi lançado em 1974 e rapidamente resultou em outro êxito, obtendo vendas superiores a dois milhões de cópias e servindo para Rory receber uma série de elogios por suas performances, sendo considerado pela conceituada revista Melody Maker, como melhor guitarrista daquele ano, culminando inclusive, com convites tentadores para fazer parte do Free de Paul Rogers,Ritchie Blackmore quando este saiu do Purple e até, pasmem, substituir Mick Taylor nos Rolling Stones.Fiel e purista em suas convicções, inclusive de não permitir-se participar de gravações de vídeos-clips e nada afeito ao ‘glamour’, seguiu carreira solo até falecer em 1995 vitimado por um transplante de fígado mal sucedido em meio a mais uma turnê, dentre as várias de sua brilhante carreira. Influenciou com sua arte e simpatia vários monstros sagrados do rock’n roll tais como Brian May, Jimmy Page, Gary Moore, Slash, Bono & The Edge, etc.Foram mais de 30 milhões de discos vendidos em todo mundo ao longo de sua trajetória,e isso em se tratando de um artista,que pelo menos que me conste,nunca fez qualquer concessão ao comercialismo. Para ter-se a idéia de sua relevância, em virtude do 50º aniversário da Fender, a Stratocaster de Rory foi adquirida junto à sua família: foi estudada, copiada fielmente e lançada numa versão limitada chamada Rory Gallagher Tribute Stratocaster. Privilégio para poucos e uma justa homenagem a quem devotou sua vida inteiramente ao Blues e ao Rock’n Roll.


Neste disco ao vivo Irish Tour,assim como no anterior,Live In Europe,é que dá pra sentir a força de Rory em cima de um palco,ao lado da extensão de seus braços,a Fender da foto acima.Note que é muito difícil flagrar Rory separado dela,raras são as fotos em que ele não aparece empunhando seu instrumento de magia,por isso mesmo postei aqui as duas capas de Irish Tour,uma seguindo a tradição de suas capas,e a outra da maneira como se vê,como se fosse uma folha de papel datilografada,simples como Rory sempre fez questão de ser.Irish Tour é um belo disco ao vivo onde Rory toca aacmpanhado de seus competentes companheiros,como o amigo inseparável Gerry McAvoy (Baixo),que o acompanharia até seus últimos dias,Lou Martin (Teclados)Rod de’Ath (Bateria e Percussão),uma banda coesa,que não se alongava fazendo solos intermináveis,como era comum na época,mas que nem por isso deixava de mostrar toda a competência,harmonia e coesão necessários a músicos propensos a grandes apresentações,e Irish Tour é uma grande apresentação ao vivo,das melhores que se pode encontrar por aí.

FAIXAS DO DISCO:

01. Cradle Rock
02. I Wonder Who
03. Tattoo’d Lady
04. Too Much Alcohol
05. As The Crow Flies
06. A Million Miles Away
07. Walk On Hot Coals
08. Who’s That Coming?
09. Back On My Stompin’ Ground (After Hours)

MÚSICOS:

Rory Gallagher (Vocais, Guitarra e Harmônica)
Gerry McAvoy (Baixo)
Lou Martin (Teclados)
Rod de’Ath (Bateria e Percussão

LINK:

23 de ago de 2008

Alphonse Mouzon - Mind Transplant -75


Este disco que acabo de postar é do grande baterista de jazz Alphonse Mouzon e é um exelente album,não apenas de jazz,mas uma mistura rica de elementos funk,soull,jazz e rock,e conta com a participação do gênio precoce tommy bolin em 5 faixas,não por acaso as melhores e nos dá uma idéia melhor da genialidade deste jovem guitarrista,que faleceu dois anos mais jovem que o Deus da guitarra Jimi Hendrix,mas que deixou um legado ainda maior em termos de gravações que Hendrix,e foi capaz de,ainda muito jovem,chamar a atenção de gente grande ,como Jimmy Page,Eric Clapton,Jeff Beck,David Gilmour e do póprio Blackmore,arrancando rasgados elogios de todos esses mestres que já estamos tão acostumados a ouvir .Os amantes da boa música instrumental e de alta qualidade certamente vão amar este disco,que muitos consideram até melhor que o famoso Spectrum,do também genial baterista Billy Cobhan,que tem no curriculo trabalhos com gente como Milles Davis,John McC Laughin e Stanley Jordan,e que também conta com a participação especial de Tommy Bolin,que dá um show.Falei do Spectrum por que acabei de posta-lo aqui,no intuito de que este blog tenha,além dos discos consagrados,muitas pérolas que ficaram pra trás.

FAIXAS DO DISCO:

1. Mind Transplant
2. Snow Bound
3. Carbon Dioxide
4. Ascorbic Acid
5. Happiness Is Loving You
6. Some of the Things People Do
7. Golden Rainbows
8. Nitroglycerin
9. The Real Thing (bonus track on RPM CD release)
FICHA TÉCNICA:
Alphonse Mouzon: drums, vocals, keys
Tommy Bolin: guitar (solo 2, 3, 7, 8, 9)
Jay Graydon: guitar (solo 4)
Lee Ritenour: guitar (solo 4, 5, 6)
Jerry Peters: keyboards
Henry Davis: bass
Rocky Grace: keyboards (9)
Stanley Sheldon: bass (9)

link:

Tommy Bolin - Energy - 72


Posto hoje aqui o primeiro disco solo do grande guitarrista Tommy Bolin,gravado após o fim de sua primeira banda,o Zephyr,e antes do cara ficar conhecido mundialmente,como guitarrista da James Gang e depois,do Deep Purple.Energy é,também,o disco que chamou a atenção de Billy Cobhan para o jovem guitarrista americano,que de menino só tinha mesmo a cara,pois tocava como gente grande.Apesar de ser creditado como um disco solo de Bolin,Energy era o nome da banda que o jovem gênio montou após o fim do Zephyr.A habilidade de Bolin chamava atenção (inclusive de Jimmy Page, que o elogiou no palco quando a banda abriu um dos shows do Led Zeppelin), mas o grupo não decolava, após dois bons discos, em 71, Tommy pulou fora para montar o seu próprio grupo, o Energy – influenciado por luminares do jazz rock, como o Weather Report e a Mahavishnu Orchestra. O Energy fazia sucesso no circuito de shows, mas não conseguia descolar um contrato de gravação, apesar da fama corrente de Tommy Bolin como guitarrista. Foi quando surgiu o convite de Billy Cobham, o super baterista da Mahavishnu Orchestra, para que Bolin fosse seu guitarrista no seu legendário álbum solo “Spectrum”, de 1973.Como a fama de Bolin é crescente nos últimos anos,o sempre honesto pessoal das gravadoras preferiu lançar o disco com o nome Bolin estampado na capa,creditando como um disco solo o que na verdade era um trabalho de banda,ainda que essa banda fosse dele,e neste disco já dá pra perceber que Bolin não entrava em projeto algum sem deixar sua marca particular,podemos encontrar em Energy peculiaridades sonoras que Bolin imprimiria mais tarde em todos os seus trabalhos posteriores,traço típico de um guitarrista que tinha personalidade própria,ainda que navegando por vários estilos,como funk,jazz,blues e rock.Uma raridade que vale a pena baixar,pra todos aqueles que gostam de Bolin em particular,e de boa música em geral.Fica em Energy a primeira versão da música Dreamer,mais tarde regravada no segundo disco solo oficial de Bolin,Teaser,já que Energy,apesar de ser lançado como disco solo,é,na verdade,homônimo da banda Energy.
FAIXAS DO DISCO:
1. Red Skies
2. Heartlight
3. Hok-O-Hey
4. Got No Time For Trouble
5. Limits
6. Eyes Of Blue
7. Dreamer
8. Miss Christmas
9. Naked Edge
10. Sky Sail
LINK:

21 de ago de 2008

O Bando do velho Jack - Discografia (1999-2007)

O Bando do velho Jack - Discografia (1999-2007)
Antes de tudo uma banda de amigos que adoram tocar e ouvir juntos o bom e velho rock'n'roll clássico dos anos 50, 60 e 70. Espelhando-se em bandas como Cream, Free, Allman Brothers, Doobie Brothers, Grand Funk, Lynyrd Skynyrd e tantas outras desta época, não se importam com rótulos tão na moda hoje em dia, tais como 'banda cover' ou 'trabalho próprio'. Querem apenas resgatar bandas esquecidas ou sequer conhecidas do público em geral. As composições próprias acabam sendo uma conseqüência do trabalho - que trabalho!
A banda nascida em Campo Grande, M.S. já tem uma certa estrada. Começou com a união da Blues Band com o Alta Tensão, ou seja, uma banda de blues e uma banda de heavy e a mistura não poderia ter dado tão certo.
Em fevereiro de 1997 Fabio Brum (hoje tocando com os Bebados Habilidosos) viajou para os Estados Unidos. Entrou em seu lugar Fábio "Corvo" Terra. Em junho de 1997 o vocalista Alex Batata viajou para o céu. Foi necessário muito tempo para que o Bando voltasse a agir. Entraram Rodrigo Tozzetti para voz e guitarra e Gilson "dedos de borracha" Junior nos teclados permanecendo esta formação até hoje.
Procurado (1999)
01. Cão de Guarda
02. Trem do Pantanal
03. De Ningém
04. I Fell Free
05. Ando Meio Desligado
06. Corda Bamba
07. Born To Be Wild
08. Dreams
09. Palavras Erradas
10. A Minha Vida é Rock 'n' Roll
11. Dead Flowers (bônus)
12. Great Balls of Fire (bônus)


Destaques:
Cão de Guarda, Corda Bamba e A Minha Vida é Rock 'n' Roll

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Como Ser Feliz Ganhando Pouco (2002)
01. Como Ser Feliz Ganhando Pouco
02. Eu Não Preciso ir ao Médico
03. Cavaleiro da Lua
04. Eu Só Sei Que o Seu Amor Nunca Foi Muito Bom Pra Mim
05. All Right Now
06. Não Fique Triste
07. Velhos e Velhas
08. Nuvens
09. Longe de Você
10. Agora Falta Um
11. I'm Your Capitain (Intro)
12. I'm Your Capitain
13. Nina
14. A Casa do Rock


Destaques:
Como Ser Feliz Ganhando Pouco, Longe de Você e I'm Your Capitain


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Ao Vivo e Acústico no Som do Mato (2004)
01. Sangue Latino
02. Ticket to Ride
03. Cavaleiro da Lua
04. All My Love
05. Cão de Guarda
06. Palavras Erradas
07. Corda Bamba
08. Longe de Voce
09. Como Ser Feliz Ganhando Pouco
10. Proud Mary
11. Great Balls Of Fire
12. Trem do Pantanal


Destaques:
Ticket to Ride, All My Love, Corda Bamba e Como Ser Feliz Ganhando Pouco

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Bicho do Mato (2007)
01. Bicho do Mato
02. Gasolina
03. Dois Caminhos
04. Máquina do Tempo
05. Quando Eu For Embora
06. Pedras que Qolam
07. Lixo humano
08. Mais Perto de Mim
09. 5:45
10. Martinika
11. To Indo Te Buscar
12. O Fim do Mato Magnetizado
13. Mito Solar da Morte
14. Rock das Cadelas


Destaques:
Bicho do Mato, Máquina do Tempo e O Fim do Mato Magnetizado


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20 de ago de 2008

Paul McCartney - Live In Quebec 2008

Hey people ,vai aí um bootleg ao vivo de Mr. Mc Cartney...com um set list dos Beatles e 2 músicas solo, Sir Paul McCartney agitou uma multidão no ultimo dia 20/07. Macca fez um show gratuito na cidade de Quebec-Canadá em comemoração dos 400 anos da cidade.O show foi realizado a céu aberto, no Plains of Abraham para quase 250.000 pessoas segundo os organizadores do evento.

Faixas:
01 Jet
02 Drive My Car
03 Only Mama Knows
04 All My Loving
05 Flaming Pie
06 Got t Get You Into My Life
07 Let Me Roll It
08 C Moon
09 My Love
10 Let 'Em In
11 Fine Line
12 The Long And Winding Road
13 Dance Tonight
14 Blackbird
15 Calico Skies
16 I'll Follow The Sun
17 Michelle
18 Mrs. Vanderbilt
19 Eleanor Rigby
20 Something
21 A Day In The Life-Give Peace A Chance
22 Good Day Sunshine
23 Too Many People-She Came In Through The Bathroom Window
24 Penny Lane
25 Band On The Run
26 Birthday
27 Back In The USSR
28 I've Got A Feeling
29 Live And Let Die
30 Let It be
31 Hey Jude
32 Lady Madonna
33 Get Back
34 I Saw Her Standing There
35 Yesterday
36 Sgt. Pepper-The End.mp3-mod


http://www.megaupload.com/pt/?d=ZMPRV6RS

19 de ago de 2008

Quatermass- Quatermass 1970

Formado em 1969, na Inglaterra, o Quatermass era constituído por músicos de grande experiência e que se juntos não alcançaram o sucesso esperado, porém estiveram sempre rodeados de nomes famosos e deixarem um grande legado para o rock and roll. Contando com Mick Underwood na bateria, Peter Robinson nos teclados e Johnny Gustafson nos baixos e vocais, o Quatermass gravou um excepcional álbum homônimo em 1970.O disco conta com a canção “Black Sheep of the Family", um clássico absoluto, que foi regravado com grande sucesso pelo Rainbow, em 1975, na estréia com o álbum Ritchie Blackmore's Rainbow, que contava com o vocal sensacional de Ronnie James Dio. O incrível é que a versão original do Quatermass, mesmo sem guitarra, consegue preencher todos os espaços com ótimas linhas de baixo e teclados. A idéia do Quatermass era fazer um hard progressivo, usando influências de outros grandes power trios da época como Nice, Cream e Jimi Hendrix Experience, entre outros.Após o lançamento de seu álbum de estréia, o Quartermass recebeu diversas críticas positivas que, inclusive, levaram o trio a fazer uma turnê pelos Estados Unidos. Apesar da expectativa, a falta de investimento em publicidade e de uma boa assessoria fizeram com que a banda não conseguisse o êxito esperado, levando o grupo ao seu final em abril de 1971.
Faixas:
1. Entropy
2. Black Sheep of the Family
3. Post War Saturday Echo
4. Good Lord Knows
5. Up on the Ground
6. Gemini
7. Make up your Mind
8. Laughin’ Tackle
9. Entropy
10. One Blind Mice
11. Punting

Mick Underwood – bateria
Peter Robinson – teclados
Johnny Gustafson – baixo e vocal

Part 1
http://www.badongo.com/file/4928101
Part 2
http://www.badongo.com/file/4925456

Postado por sugestão do meu amigo Marcelo Soares,dono do melhor blog sobre o Deep Purple das américas.


Wishbone Ash - Argus - 72

Posto agora esse puta disco,um dos meus favoritos, de uma das mais injustiçadas bandas dos anos 70,pois,apesar da alta qualidade de seus discos e de estarem na ativa até hoje,o Wishbone Ash nunca alcançou o sucesso merecido.Inclusive eles estão de visita marcada ao Brasil,provavelmente em junho de 2008.
A banda, uma das melhores do circuito Hard Rock setentista britanico, era composta pelos musicos Andy Powell (guitarra), Ted Turner (guitarra), Martin Turner (baixo) e Steve Upton (bateria), que gravaram em 1972 seu terceiro disco, representando o mais memoravel da carreira do Wishbone Ash. "Argus" definiu o estilo twin guitars, onde ambos os guitarristas são solistas, revezando e entrelaçando seus solos em todas as faixas. Por mais interessante que seja a cozinha Turner/Upton, é nas guitarras e na qualidade excepcional das canções escritas para esse disco que repousam a força e contemporaneidade do álbum. Ainda hoje, para qualquer guitarrista, “Argus” tem um frescor surpreendente,tendo com certeza influenciado muita gente boa com seus belos e cristalinos solos,que vãodo mais puro hard a uma sonoridade progressiva com extrema facilidade. A primeira faixa é “Time Was”, onde o solista principal é Andy Powell, seguido de “Sometime World”, que começa suavemente e ganha um peso descomunal em seu desdobramento e “Blowin’ Free”, provavelmente a música mais conhecida do disco. O albume se completa com a apocalíptica “The King Will Come”, a fluidez melodiosa de “Leaf and Stream”, o peso de “Warrior” e terminava com outra pérola, “Throw Down The Sword”, com participação especial de John Tout (Renaissance) no órgão.

Faixas:

1 Time Was 9:42
2 Sometime World 6:55
3 Blowin' Free 5:18
4 The King Will Come 7:06
5 Leaf and Stream 3:55
6 Warrior 5:53
7 Throw Down the Sword 5:55
8 No Easy Road 3:36
Martin Turner – bass, vocals
Andy Powell – guitar, vocals
Ted Turner – guitar, vocals
Steve Upton – drums
Special guest: John Tout - organ on "Throw Down The Sword"

Rory Gallagher - Rory Gallagher - 70

Logo após o fim do power-trio Taste,em 1969,o ainda muito jovem guitarrista irlandês Rory Gallagher deu inicio à sua carreira solo,com este disco homônimo,que é simplesmente um disco lindo,que certamente merece estar na coleção de qualquer bom amante do rock honesto,de alta qualidade,sem firulas,por que era assim que Rory era,simples,sem firulas,(não usava pedais,ligava sua Fender diretamente no amplificador)mas um músico extraordinário,que aliava como poucos técnica,feeling,e construía melodias realmente cativantes com sue velha Fender Strato caster de segunda mão,que ele adquirira ainda na adolescência,na Irlanda natal,e que nunca abandonaria ao longo de sua extensa discografia - toda de alta qualidade,diga-se de passagem- e curta vida,pois morreu em Junho de 1995 em decorrência de complicações após uma cirurgia para transplante hepático. Apesar de ter sido criado em Cork, uma pequena cidade na costa leste da Irlanda, Rory estava sempre atento aos blueseiros americanos, que ele considerava os verdadeiros pais da música contemporânea. Em uma entrevista ele declarou: "Mesmo que você não goste do gênero, é preciso ouvir muito blues para se ter consciência de quanto tempo é necessário até se chegar a ser um grande guitarrista. Eles é que entendem do riscado". Em outra ocasião disse: "Quando estou ouvindo música, gosto de ser arrancado da cadeira e ser jogado pelos quatro cantos da sala. Eu gosto de garra, pique, o que pode ocorrer com músicas lentas também. Não existe essa história de autenticidade em música, se ela é bem tocada e o sentimento sincero, a música é boa".A música de Rory foi sua religião. A convicção e sinceridade com a qual ele a teve projetada, assegurou-lhe um lugar na história do rock e angariou para si aclamadas críticas como um dos grandes porta-vozes do rock e blues. Os novos álbuns ampliaram e multiplicaram o que já se sabia sobre Rory, as performances que o mostravam sob nova óptica. Este disco que posto aqui não é considerado o melhor da carreira de Rory,mas ainda assim é um disco excelente,em que nos deliciamos,saboreando cada música com um sentimento de enorme satisfação ao final de cada uma delas,e ficamos aguradando para nos deliciarmos com a música seguinte,mas mesmo assim dá pra destacar I Fall Apart,ou a música de abertura,Laundromat,o desbunde de slide-guitar em Sinner Boy,e ainda a explosão de talento em For the Last Time,certamente uma das melhores performances de guitarra que eu conheço,onde Rory simplesmente arrebenta em um dos solos mais lindos que já tive o prazer de ouvir,nada de extremo virtuosismo - não combinava com ele,mas vários solos entrecortando a música,fazendo o ouvinte sentir exatamente a mesma sensação que ele cita na frase acima.Rory era um cara bastante simples e de temperamento afável, que sempre se relacionou bem com seus músicos, sendo que sua banda sofreu poucas alterações durante sua carreira.Rory Gallagher é,sem sombra de dúvida,um dos melhores guitarristas de todos os tempos.Ouvi-lo tocar me faz ter o seguinte pensamento:Será que quando algum desses novos guitar-heroes,ao ouvir o som desse cara,não se perguntam: ''será que eu sou tão bom assim?''.

Faixas

1. Laundromat
2. Just The Smile
3. I Fall Apart
4. Wave Myself Goodbye
5. Hands Up
6. Sinner Boy
7. For The Last Time
8. It's You
9. I'm Not Surprised
10. Can't Believe It's True
11. Gypsy Woman
12. It Takes Time
http://www.badongo.com/file/10275479

Robert Plant & Alison Krauss - Raising Sand -08

Aproveitando o furor “zeppeliniano” que se instaurou desde o anúncio do retorno da banda ao palco, agendado para novembro, em Londres, resolvi postar este Raising Sand, que oficialmente só será lançado em 23 de outubro, mas já circula em vários blogs por aí. Bem, Robert Plant dispensa apresentações, mas muita gente deve estar se perguntando: quem é Alison Krauss? Krauss é uma das novas estrelas desse estilo musical e segundo os críticos ela é uma espécie de alternativa para quem curte um sonzinho com sotaque caipira, mas não chega a ser ortodoxo. Esta mistura entre dois ícones em seus respectivos estilos, resultou numa sonoridade bastante equilibrada e agradável, não pendendo nem para o bluegrass e tão pouco para o rock, ficou bem ali no “meinho” e certamente agradará aos fãs de ambos os estilos. Deataco ainda a generosidade de Plant,que notadamente deixa a linda Krauss brilhar no disco,atitude nobre de quem já frequentou o lugar mais alto do pódio musical e já não tem o menor interesse em aparecer demais.Gravado em Nashville e Los Angeles o trabalho conta com a produção do músico e renomado produtor T Bone Burnett, que já trabalhou com Counting Crows, Los Lobos, Elvis Costello, Wallflowers, Roy Orbison e mais uma cacetada de gente do mesmo quilate. No repertório a dupla interpreta canções pouco conhecidas e inéditas de Tom Waits, Townes Van Zandt, Everly Brothers, Gene Clark, entre outros. E ainda uma versão de “Please Read the Letter”, de autoria de Plant e Jimmy Page, lançada no álbum Walking Into Clarksdale (1998). Esta não é a primeira vez que eles cantam juntos, há alguns anos atrás eles dividiram o palco do Rock and Roll Hall of Fame em um tributo ao pioneiro do blues Leadbelly. Em Raising Sand, a dupla é acompanhada pelos guitarristas Marc Ribot e Norman Blake, o multiinstrumentista Mike Seeger, o baterista Jay Bellerose e o baixista Dennis Crouch.Embora não tenha nada a ver com o que estamos acostumados a oouvir do mestre Plant, o disco proprociona audiçoes deliciosas,e eu tenho cá com meus botões que o Jimmy Page adoraria ter participado deste belo projeto de seu eterno companheiro.
Faixas:
1. Rich Woman
2. Killing the Blues
3. Sister Rosetta Goes Before Us
4. Polly Come Home
5. Gone Gone Gone (Done Moved On)
6. Through the Morning, Through the Night
7. Please Read the Letter
8. Trampled Rose
9. Fortune Teller
10. Stick with Me Baby
11. Nothin'
12. Let Your Loss Be Your Lesson
13. Your Long Journey

Discovering the Blues - Robben Ford -72

Vamos falar um pouco de jazz – blues – rock ou blues – jazz – rock, como vocês preferirem,já que o supra-citado navega com habilidade em todas essas áreas.Robben Ford é um guitarrista americano, nascido em 1951, que segue esta tendência musical. Na década de 60, durante sua adolescência, Ford “gastava” grande parte de seu tempo ouvindo artistas como Aretha Franklin, Wilson Pickett, Ottis Redding, Albert King, Carla Thomas, Mike Bloomfield (sua primeira grande influência) e B.B. King. Sucessos como “Respect” (Aretha Franklin) e “Mustang Sally” (Wilson Pickett) faziam parte de suas músicas preferidas. Em 1964, com 13 anos de idade, Ford pegou pela primeira vez em uma guitarra. Com 18 anos, em 1969, se mudou para San Francisco, na Califórnia e formou a Charles Ford Band (nome dado em homenagem a seu pai que também era guitarrista). Logo em seguida a banda acabou, pois Robben foi convidado para tocar com o famoso gaitista Charles Musselwhite, onde ficou por nove meses. Em 1971, a Charles Ford Band voltou e gravou um LP chamado “Discoverying The Blues”, ao vivo em Hollywood, na Califórnia, que foi lançado em 1972. Ford também já visitou o Brasil,onde fez excelentes apresentações,entre elas uma no Rio das Ostras blues e jazz festival,que eu tive a honra de presenciar.Disco essencial pra quem gosta de guitarra,blues e tem bom gosto.
Faixas:
1.Sweet Sixteen
2.You Drive a Hard Bargain
3.It's My Own Fault
4.You Don't Know What Love Is
5.My Time After Awhile
6.Raining in My Heart
7.Blue & Lonesome

Paladin - Charge - 72

Segundo disco dessa banda de Hard Rock Progressivo britanica. Formado por Lou Stonebridge (vocais, piano, gaita), Peter Soley (órgão, violino), Keith Webb (bateria), Derek Foley (guitarra) e Peter Beckett (baixo), eles haviam lançado seu primeiro álbum mas esse é que é o bicho. Sem falar na capa do mestre Roger Dean,o mestre das capas dos discos do Yes e de várias outras bandas da época.Fato curioso é que exatamente o desenho desta capa foi utilizado na capa do primeiro disco do fantástico grupo de música nordestina Quinteto Violado,com apenas uma pequena reestilização do chapéu do cavleiro,que no caso do grupo brasileiro recebeu uma estrela de cangaceiro.O fato só foi descoberto um ano mais tarde,quando uma cópia do disco do Quinteto foi parar no Japão,nas mãs de uma pessoa que tinha esse do Paladin,e a gravadora,temendo um processo,tratou de recolher os discos e lançou com uma nova capa.
Faixas:
01 - Give Me Your Hand 6:48
02 - Well We Might 5:02
03 - Get One Together 2:36
04 - Any Way 4:17
05 - Good Lord 6:45
06 - Moonbeams 6:00
07 - Watching The World Pass By 9:33
08 - Give My Love To You (Bonus) 2:30
09 - Sweet Sweet Music (Bonus) 2:46
10 - Any Way (Variation - Bonus) 4:17
11 - Sweet Sweet Music (Variation - Bonus) 2:46
12 - Well We Might (Variation - Bonus) 6:08
13 - Fill Up Your Heart (Instrumental - Bonus) 5:41
14 - Bad Times (Instrumental - Bonus) 7:13
Derek Foley - vocals, electric guitar, harmonica
Pete Beckett - bass
Peter Solley - keyboards, violin
Lou Stonebridge - guitars
Keith Webb - drums

Montrose - Montrose - 73

O Montrose é uma das bandas dos 70 que melhor representaram o momento de transformação do hard-rock pro heavy-metal.Uma das primeiras bandas americanas a desafiar o dominio inglês do hard/heavy no inicio dos 70, a banda foi nomeada a partir de Ronnie Montrose, guitarrista extraordinario, experimentado musico de estúdio, com passagens no Edgar Winter Group e com o grande Van Morrison. Ronnie, cansado de levantar a bola pros outros chamou os colegas de estúdio Bill Church e Denny Carmasi e recrutou um promissor vocalista iniciante da Califórnia, Sammy Hagar e gravaram a toque de caixa o auto-intitulado álbum de estréia em 1973, um dos mais influentes do hard-rock, uma vez que participaram o engenheiro Don Landee e o produtor Ted Templeman, cruciais para a formação e na criação anos depois do Van Halen, alem de Hagar , que substituiria Dave Lee Roth no Van Hallen,justamente uma das bandas mais inflluenciadas por Montrose.O álbum no inicio não estorou em vendas, mas aos poucos se tornou fenômeno, alcançando o disco de platina, puxado por duas faixas perfeitas, Space Station 5 e Bad Motor Scooter, alem do disco como o todo, até hoje é um dos melhores discos de Hard/Heavy que ouvi., o disco ainda assim é superior a boa parte da produção da época, alem do guitarrista estar em forma soberba, sem duvida o grande guitar man americano da era.Riffs poderosos e precisos, solos bem resolvidos sem serem muito extensos, Montrose era a resposta pré Van Halen a Page, Beck e Blackmore.
Faixas:
01 Rock the Nation - Montrose - 3:03
02 Bad Motor Scooter - Hagar - 3:43
03 Space Station No. 5 - Hagar, Montrose - 5:16
04 I Don't Want It - Hagar, Montrose - 2:58
05 Good Rockin' Tonight - Brown - 2:59
06 Rock Candy - Carmassi, Church, Hagar ... - 5:05
07 One Thing on My Mind - Hagar, Montrose, Sanchez - 3:41
08 Make It Last - Hagar - 5:27
Denny Carmassi: Drums
Bill Church: Bass
Sammy Hagar: Vocals
Ronnie Montrose: Guitar

Lucifer Was - the Divine Tree - 07

A história desta banda é o que a gente chama em jornal de "boa demais pra ser verdade". Lucifer Was foi um quinteto que ralou na Noruega na década de 70 sem conseguir um trocado nem para o cafezinho. Sua formação era incomum, com dois flautistas (um deles encarregado dos vocais) se juntando a um power trio para fazer um som que misturava Jethro Tull e Black Sabbath.A despeito do nome, não rolou nenhuma luz para os caras, até que, em 1977, eles acabaram desistindo. Pois bem, lá pelo meio da década de 90, uma fita mais velha que pão de forma, contendo gravações toscas de shows nos caras vinte anos antes, foi parar nas mãos de um executivo da gravado Record Heaven, que pirou ao ouvir o som dos caras e teve uma idéia maluca: reunir a banda e lançar um disco com a sonoridade do início dos anos 70, gravado com tudo o que os estúdios modernos poderiam oferecer. "The Divine Tree' foi gravado e mixado no Linx Room, em Drøbak, Noruega, entre Junho de 2006 e Abril de de 2007. A formação da banda mudou em torno do 'frontman', Thore Engen, e dos componentes originais só restaram o baixista Einar Bruu e o vocalista Jon Ruder - que ingressou na banda em 1998. Mas o "estilão" é o mesmo: duas flautas e um power trio - desta vez com o reforço de mais uma guitarra,com a participação mais que especial do ''Hendix norueguês'' Freddy Lindquist ,teclados e uma harmonica elétrica (!), .Quer saber o resultado? Baixe e ouça. Não vai se arrepender.
Faixas:
1. The Divine Tree 6:06
2. Determination 8:08
3. On Earth 5:04
4. Almost Home 7:10
5. The First Mover 7:28
6. Crosseyed 10:54
Thore Engen - electric & acoustic guitars
Einar Bruu - bass
Jon Ruder - vocals
Andreas Engen - lead guitar, spanish guitar
Freddy Lindquist - electric guitars, Mellotron
Arne Martinussen - Hammond Organ, keyboards,vocals
Svein Greni - flute
Vidar Johansen - flute
Tore Bereczky - electric harmonica
Rune Engen - drums
http://sharebee.com/5e50bfa8

Freddy Lindquist - Menu - 70

Fredy Lindquist é um guitarrista noruegûes,muito pouco conhecido por essas plagas,mas isso nem de longe quer dizer que o cara não seja muito bom,tão bom a ponto de ter sido considerado à época como o Hendrix da Noruega.Já veterano no cenário rockeiro dos países nórdicos, - e por lá eles curtem muito um rock de boa qualidade´Lindquist lança,em 1970,este seu primeiro e único álbum,cuja capa,avançada demais,mesmo para os elásticos padrões europeus da época,chamou a atenção da mídia,mas o que realmente ganhou um grande destaque foi a qualidade deste disco,que qualquer rockeiro,por mais conhecedor que seja,pode perfeitamente confundir com um dos vários discos de Jeff Beck,ainda mais pelo fato de o disco ser todo cantado no idioma bretão,prática comum às bandas nórdicas,e que permanece até hoje.Voltando ao disco,trata-se de um excelente álbum,especialmente para rockeiros como eu,que apreciam muito as bandas dos anos 70,e que andam ávidos à procura de ''novidades'',só pra dar uma variada no trivial,porém sempre excelente repertório das bandas mais consagradas que já estamos tão acostumados a ouvir.Pretendo também postar discos de uma banda chamada Lucifer Was,em que Freddy também chegou a participar,mas isso é assunto pra outra postagem,por enquanto vão se divertindo com este discaço,que com certeza vale muito a pena baixar,sobretudo por sua mistura criativa e original de elementos de blues e hard com muito rock'n'roll e pitadas suavíssimas de jazz,que dão à Menu um charme muito peculiar.
Faixas:
01- Sundae Sellers (4:50)
02 - The Green And Pink Little Man (4:12)
03 - Ridin', Huggin' and Kissin' (2:44)
04 - Sharako (3:45)
05 - How Nice (4:03)
06 - Black Is Black (4:28)
07 - Woman Running Around (5:51)
08 - Join In And Freak Out (3:30)

-Freddy Lindquist - guitar
- Freddy Dahl / Vocal
- Leif Jensen / Drums
- Espen Ruud / Drums
- Kalle Neuman / Altsax
- Geir Wentzel / Piano, Organ

http://rapidshare.com/files/19442712/Freddy_Lindquist__Norway_.rar.html

Johnny Winter - Second Winter - 69

Posto hoje aqui,pela primeira vez neste blog,um disco dessse cara que é simplesmente FODÃO,o albino de alma negra Johnny Winter em seu segundo disco,lançado no ano de 1969,e que contém blues e rocks de primeira qualidade,que merecem ser ouvidas com bastante atenção,por que é som de primeira.Winter é conhecido por fazer versões destruidoras de músicas de outros artistas - a exemplo do que ele faz com Jumpin' Jack Flash,dos stones,deinxando Jagger e Richards no chinelo,coitados.E em Second Winter não é diferente,pois Esse CD além de ter ótimas músicas próprias como Fast Live Rider e Hustled Down In Texas contém versões de grandes classicos do Blues e do Rock como Johnny B. Goode do Chuck Berry e Highway 61 Revisited do Dylan,música na qual Johnny mostra todo seu talento no estilo "slide guitar"! .Neste disco há também a presença de Edgar Winter, irmão de Johnny. Outro cara bom, embora não tenha a mesma pegada do irmão.
Faixas:
1- Memory Pain2- I'm Not Sure
3- The Good Love
4- Slippin' And Slidin'
5- Miss Ann
6- Johnny B Goode
7- Highway 61 Revisited
8- I Love Everybody
9- Hustled Down In Texas
10- I Hate Everybody
11- Fast Life Rider

Free - Heartbreaker -1973

Há coisas na vida que ficam datadas,perdem a atualidade com maior ou menor rapidez,e outras que preservam as caracteristicas originais,atravessando os anos sem sentir muito o peso da idade.É o caso deste clássico do Free,banda muito pouco comentada nos dias atuais,mas que deixou um legado importantíssimo para os amantes do bom rock,mais ainda no caso deste discaço,cuja qualidade se torna ainda mais latente,pois foi lançado num periodo conturbado para todos os membros da banda,que já era dada como praticamente encerrada por muita gente do mundo do rock,devido às grandes crises de relacionamento pelas quais atravessavem seus membros às vésperas do lançamento deste clássico absoluto do rock setentista e que,ao longo dos anos,experimentou uma espécie de ostracismo,apesar de nada ficar a dever a nenhum dos grandes discos de outras bandas lançadas no período.Mesmo tendo ficado relegado a um segundo plano,Heratbreaker preserva um frescor impressionante,muito devido às interpretações comedidas e econômicas do grande Paul Rodgers,aqui no Brasil curiosamente nunca citado em qualquer relação de maiores vocalistas do mundo,coisa que ele efetivamente já mostrou ser,e também graças à incrível fúria e habilidade do falecido guitarrista Paul Kossoff,também nunca colocado no lugar onde sempre mereceu estar,no panteão dos maiores guitarristas do mundo.Qualquer audição deste e de qualquer outro disco do Free mostra claramente este fato.Posto este disco como uma espécie de homenagem a esta banda,que teve uma vida curta,mas extremamente produtiva,e o melhor,produção de alta qualidade.Disco nota 10,pra quem não o escuta há algum tempo,e uma fantástica descoberta pra quem ainda não teve o prazer de conhecer esta verdadeira pérola.
Faixas:
1. Wishing Well
2. Come Together In The Morning
3. Travellin' In Style
4. Heartbreaker
5. Muddy Water
6. Common Mortal Man
7. Easy On My Soul
8. Seven Angels
9. Wishing Well
10. Let Me Show You
11. Muddy Water
12. Hand Me Down/Turn Me Down
13. Heartbreaker
14. Easy On My Soul

Move to the Groove - B.B. King/ Dave Bubreck/ Pat Matheny- 2005

Posto aqui hoje este disco que é um grande encontro entre três das maiores personalidades em seus respectivos estilos ,e estes três gênios tocando juntos conseguem executar com maestria clássicos do repertório do blues e jazz como poucos.

É evidente que dos três o mais conhecido do públlico rockeiro é o mestre B.B. King,o que não quer dizer que Metheny e Brubeck fiquem para trás,ao contrário,Brubeck é uma lenda do jazz,vendeu milhões de discos e tornou o estilo popular,mais acessível ao grande público,com o lançamento do épico Time Out,em 1959,disco que levou o jazz a um patamar até então nunca alcançado.Metheny,por sua vez,é um dos mais aclamados guitarristas do mundo,ainda que não seja conhecido do grande público.

Um dos destaques deste disco é a versão de The Thrill Is Gone com uma abordagem mais jazzística,ainda que ela preserve sua natureza tipicamente blueseira.

Um disco incomum pra ser postado num blog cuja temática central é o rock,mas com uma qualidade musical imprescindível,vale muito a pena baixar.

Faixas:
Pat Metheny - Move to the Groove 7'25"
Brubeck - Lover Man 7'30"
Brubeck - Blue Rondo 7'20"
Brubeck - Ol' Bill Basie 6'48"
BB King - The Thrill is Gone 5'13"
BB King - Guess Who 6'00"
BB King - Payin' The Cost To Be The Boss 6'19"
CD

16 de ago de 2008

Que Jeff Beck é reconhecido por seu experimentalismo, ousadia, teimosia, ego inflado, genialidade e por ser um encrenqueiro de primeira, não é novidade pra ninguém. Hoje ele enfrenta a crise da modernidade e lança trabalhos que não condizem com sua qualidade como compositor e sua verdadeira faceta de gênio musical. O lema para se apreciar Jeff era muito simples: espere o inesperado. Sempre temperando seu som com os mais diversos tipos de sons e riffs, Jeff gostava de reinventar tudo, e vivia reescrevendo as regras do blues a sua maneira peculiar e geniosa.
Amado por uns, odiado por outros, Jeff marcou seu nome na história da guitarra empunhando suas Stratos e tocando desde "fusion" até Rock ‘n’ Roll, passando por blues, funk e os mais diversos estilos de música.
Em 1991 foi lançada a caixa “Beckology”, com 03 cd’s e um livreto com toda a história e músicas de Jeff Beck em suas diversas “fases”, desde os Yardbirds até o cd “Jeff Beck’s Guitar Shop”.


Disco: 1

1. Trouble in Mind

2. Nursery Rhyme [Live]

3. Wandering Man Blues

4. Steeled Blues - The Yardbirds

5. Heart Full of Soul - The Yardbirds

6. I'm Not Talking - The Yardbirds

7. I Ain't Done Wrong - The Yardbirds

8. Train Kept A Rollin' - The Yardbirds

9. I'm a Man - The Yardbirds

10. Shapes of Things - The Yardbirds

11. Over, Under, Sideways, Down - The Yardbirds

12. Happenings Ten Years Time Ago - The Yardbirds

13. Hot House of Omagarashid - The Yardbirds

14. Lost Woman - The Yardbirds

15. Rack My Mind - The Yardbirds

16. Nazz Are Blue - The Yardbirds

17. Psycho Daisies - The Yardbirds

18. Jeff's Boogie - The Yardbirds

19. Too Much Monkey Business [Live] - The Yardbirds

20. Sun Is Shining [Live] - The Yardbirds

21. Mister, You're a Better Man Than I [Live] - The Yardbirds

22. Love Me Like I Love You [Live] - The Yardbirds

23. Hi-Ho Silver Lining - Jeff Beck

24. Tallyman - Jeff Beck

25. Beck's Bolero - Jeff Beck

Disco: 2

1. Shapes of Things - Jeff Beck Group

2. I Ain't Superstitious - Jeff Beck Group

3. Rock My Plimsoul - Jeff Beck Group

4. Jailhouse Rock - Jeff Beck Group

5. Plynth (Water Down the Drain) - Jeff Beck Group

6. I've Been Drinking - Jeff Beck Group

7. Definitely Maybe - Jeff Beck Group

8. New Ways Train Train - Jeff Beck Group

9. Going Down - Jeff Beck Group

10. I Can't Give Back the Love I Feel for You - Jeff Beck Group

11. Superstition - Beck, Bogert & Appice

12. Black Cat Moan [Live] - Beck, Bogert & Appice

13. Blues Deluxe/Bba Boogie [Live] - Beck, Bogert & Appice

14. Jizz Whizz - Beck, Bogert & Appice

Disco: 3

1. Cause We've Ended as Lovers - Jeff Beck

2. Goodbye Pork Pie Hat - Jeff Beck

3. Love Is Green - Jeff Beck

4. Diamond Dust - Jeff Beck

5. Freeway Jam [Live] - Jeff Beck, Jeff Beck, Jan Hammer Group

6. Pump - Jeff Beck

7. People Get Ready - Jeff Beck

8. Escape - Jeff Beck

9. Gets Us All in the End - Jeff Beck

10. Back on the Streets - Jeff Beck

11. Wild Thing - Jeff Beck

12. Train Kept A Rollin' - Jeff Beck

13. Sleepwalk - Jeff Beck

14. Stumble - Jeff Beck

15. Big Block - Jeff Beck, Jeff Beck,

16. Where Were You - Jeff Beck, Jeff Beck, Terry Bozzio
http://rapidshare.com/files/127930332/Becko.part1.rar

http://rapidshare.com/files/127930230/Becko.part2.rar

http://rapidshare.com/files/127919480/Becko.part3.rar

15 de ago de 2008

Woodstock – Woodstock Box Set (1995)

Em homenagem ao 39 aniversário de Woodstock estou postando aquí o Box Set com 4 cds que reune os dois discos oficiais do festival de Woodstock, em 1969, (um triplo e um duplo) e mais alguma coisa.
Disco: 1
1. Handsome Johnny - Richie Havens
2. Freedom - Richie Havens
3. The 'Fish' Cheer/I-Feel-Like-I'm-Fixin'-To-Die Rag - Country Joe McDonald
4. Rainbows All Over Your Blues - John B. Sebastian
5. I Had A Dream - John B. Sebastian
6. If I Were A Carpenter - Tim Hardin
7. Beautiful People - Melanie
8. Coming Into Los Angeles - Arlo Guthrie
9. Walking Down The Line - Arlo Guthrie
10. Joe Hill - Joan Baez
11. Sweet Sir Galahad - Joan Baez
12. Drug Store Truck Drivin' Man - Joan Baez
13. Soul Sacrifice - Santana
14. Blood Of The Sun - Mountain
15. Theme For An Imaginary Western – Mountain
http://sharebee.com/5cadecaf

Disco: 2
1. Leaving This Town - Canned Heat
2. Going Up The Country - Canned Heat
3. Commotion - Creedence Clearwater Revival
4. Green River - Creedence Clearwater Revival
5. Ninety-Nine And A Half (Won't Do) - Creedence Clearwater Revival
6. I Put A Spell On You - Creedence Clearwater Revival
7. Try - Janis Joplin
8. Work Me Lord - Janis Joplin
9. Ball & Chain - Janis Joplin
10. Medley: Dance To The Music/Music Lover/I Want To Take You Higher - Sly & The Family Stone
11. We're Not Gonna Take It - The Who
http://sharebee.com/86bf8510/
Disco: 3
1. Volunteers - Jefferson Airplane
2. Somebody To Love - Jefferson Airplane
3. Saturday Afternoon/Won't You Try - Jefferson Airplane
4. Uncle Sam Blues - Jefferson Airplane
5. White Rabbit - Jefferson Airplane
6. Let's Go Get Stoned - Joe Cocker
7. With A Little Help From My Friends - Joe Cocker
8. Rock & Soul Music - Country Joe & The Fish
9. I'm Going Home - Ten Years After
10. Long Black Veil - Band
11. Loving You Is Sweeter Than Ever - Band
12. The Weight - Band
13. Mean Town Blues - Johnny Winter
http://sharebee.com/7b426881

Disco: 4
1. Suite: Judy Blue Eyes - Crosby, Stills, & Nash
2. Guinnevere - Crosby, Stills, Nash & Young
3. Marrakesh Express - Crosby, Stills, Nash & Young
4. 4 + 20 - Crosby, Stills, Nash & Young
5. Sea Of Madness - Crosby, Stills, Nash & Young
6. Find The Cost Of Freedom - Crosby, Stills, & Nash
7. Love March - Paul Butterfeild Blues Band
8. At The Hop - Sha Na Na
9. Voodoo Chile (Slight Return)/Stepping Stone - Jimi Hendrix
10. Star Spangled Banner - Jimi Hendrix
11. Purple Haze - Jimi Hendrix
http://sharebee.com/03c050bf
Os links são do brother Dagda do Caverna do Som

14 de ago de 2008

Aja - Steely Dan (1977)

Corria o ano de 1977 e o panorama musical era dominado pelo disco sound quando saiu AJA, um álbum que fugia a toda a norma. Os responsáveis pela façanha chamavam-se Steely Dan, um grupo musical - ou melhor, um conceito - composto por Donald Fagen e Walter Becker. Não há palavras para descrever o tipo de música que faziam, mistura complexa de rock, jazz, funk, blues e pop a que se juntavam letras bem elaboradas, com um travo sarcástico, e uma execução técnica irrepreensível. Nunca se tinha ouvido nada assim. Com o passar do tempo AJA viria a tornar-se um álbum antológico.AJA é composto por sete temas de primeira água. Não há uma composição menor, menos conseguida ou que deixe a sensação de estar ali para "encher". Black Cow, Aja, Deacon Blues, Peg, Home at Last, I Got the News e Josie - qualquer um deles é candidato a um lugar num top intemporal. E, na verdade, AJA alcançou o 3º lugar do top five dos EUA com mais de um milhão de cópias vendidas, ganhou um Grammy e está incluído no ranking dos 500 melhores álbuns de sempre da Rolling Stone. A sua história foi documentada na séria da Tv americana Classic Albums.
Trata-se de um álbum exclusivamente de estúdio; só desse modo poderia ser posto em prática o perfeccionismo de Fagen e Becker. Toda a produção se revestiu de extremo cuidado, desde o grafismo escuro, com base numa foto tirada pelo próprio Becker, até aos arranjos musicais. Para além dos dois autores, responsáveis pelos teclados e guitarras, juntaram-se a este projecto músicos da estirpe de Larry Carlton, Lee Ritenour, Wayne Shorter, Steve Gadd e Michael McDonald, entre muitos outros.
Estando assim a qualidade musical assegurada - os músicos realizavam numerosas takes para se conseguir uma interpretação satisfatória aos olhos de Fagen e Becker - a qualidade sonora não era esquecida. Foi dada especial atenção ao registo sonoro de cada instrumento, à sua fidelidade, características e detalhe. Na mistura é, assim, possível ouvi-los distintamente, um pouco ao contrário da moda da época, onde predominavam as grandes massas sonoras indiferenciadas. O som quente e seco, sem eco nem reverberação, tornou-se a imagem de marca dos Steely Dan.
Faixas:
01. Black Cow
02. AJA
03. Deacon Blues
04. Peg
05. Home at Last
06. I Got the News
07. Josie
Steely Dan: Donald Fagen (vocals, keyboards); Walter Becker (guitar).Additional personnel includes: Larry Carlton, Lee Ritenour, Dean Parks (guitar); Tom Scott (tenor saxophone, lyricon); Wayne Shorter, Pete Christlieb (tenor saxophone); Plas Johnson (horns); Victor Feldman (keyboards, vibraphone, percussion); Joe Sample, Michael Omartian (keyboards); Chuck Rainey (bass); Paul Humphrey, Bernard Purdie, Steve Gadd (drums); Tim Schmit, Clydie King, Michael McDonald (background vocals).
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