31 de ago de 2009

Tomorrow's Gift - Tomorrow's Gift (1970)




Banda alemã, registrou este disco em 1970. trata-se de um Hard Prog de excelente qualidade com trabalho de órgão, guitarra, e flauta proeminentes e composições bem elaboradas, com peso sob medida, com vocal feminino (Inga Rumpf) bem peculiar, que acaba por tornar este disco bem original. O disco foi relançado pelo selo alemão "second battle" em formato Digi-pack. Altamente recomendado para quem gosta de Hard Prog.

1. Riddle In A Swamp
2. Prayin'to Satan
3. One Of The Narrow Minded Thoughts
4. Tenakel Gnag
5. The First Season After The Destruction
6. How You Want To Live
7. Grey Aurora
8. Ants
9. Breeds There A Man
10. King In A Nook
11. Sandy Concert
12. Enough To Write A Song About Or Two
13. Second Song

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29 de ago de 2009

Eela Craig - One Niter (1976)



One Niter é o segundo e mais elogiado disco deste grupo austríaco. Esta obra é basicamente um suave e sombrio progressivo sinfônico "espacial" onde, além de elementos de música clássica, se encontram funk, jazz e um pouco de psicodélico. Um pouco de Yes, Pink Floyd e ELP está presente no One Niter, mas seu estilo está tão distante destes grupos que não servem de boa comparação.
Dos cinco discos do grupo, só conheço este e o seguinte, chamado Hats of Glass. Este último é, para o meu gosto, muito mais fraco que o One Niter; suas músicas são bem mais simples e muito próximas do pop comercial.
Como ocorre com a maioria dos progressivos sinfônicos mais obscuros, o estilo musical do One Niter não exige muita competência técnica, tende a melodias suaves e se importa mais com os arranjos do grupo como um todo. Como pode ser visto na ficha técnica ao lado, o Eeela Craig possui uma particularidade curiosa: sua formação inclui três tecladistas --- que itilizam diversos aparelhos, como Hammond Organ C3, Mellotron, E-piano..e mais um pianista.

1.Circles (13:53)
a.The Mighty (5:41)
b.The Nudee (2:00)
c.The Curse (5:05)
d.The Blessed (1:13)
2.Loner's Rhyme (9:12)
3.One Niter Medley (11:03)
a.Benedictus (1:52)
b.Fugue (0:47)
c.V.A.T. (3:15)
d.Morning (1:57)
e.One Niter (3:15)
4.Way Down (7:20)

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Begnagrad - Konzert For a Broken Dance (1982)



Uma das características mais fascinantes do chamado Rock in Opposition é sua capacidade ímpar de absorver não apenas formações de diferentes partes do mundo, mas sobretudo de integrar tradições musicais autóctones no âmbito da música de vanguarda. Desde o início do movimento, bandas como Univers Zero (Bélgica), Samla Mammas Manna (Suécia) ou Stormy Six (Itália) trabalharam, com extraordinários resultados artísticos, texturas sonoras de seus países num contexto 'avant-garde'; o mesmo ocorre com o trabalho desta banda eslovena.
O Begnagrad iniciou suas atividades em 1976 na cidade de Ljubljana, capital da Eslovênia; seu primeiro disco, intitulado Tastare (gravado em 1977-78, mas lançado apenas em 1992), mapeia o trabalho desenvolvido pelo grupo entre 76 e 78, se caracterizando por uma sonoridade complexa e melódica, com farta presença de elementos da música folclórica eslovena, numa abordagem que lembra bastante os álbuns do Samla Mammas Manna e do Stormy Six. Todavia, em Konzert For a Broken Dance (lançado originalmente na Eslovênia em 1982, pela gravadora local Zalozba), percebem-se nítidas mudanças: a banda ganha bastante em peso e agressividade, com fortes traços de free-jazz e música erudita contemporânea, num contexto que se aproxima dos trabalhos mais radicais do Henry Cow. Os elementos étnicos continuam tendo ampla e significativa presença, mas agora inseridos num contexto sombrio e muito mais complexo. Uma instrumentação mais elétrica, com guitarras distorcidas e bateria, contribui para uma atmosfera algo caótica, numa curiosa mescla com o caráter celebratório e espirituoso da tradição musical balcânica.
Em suma: Konzert For a Broken Dance é uma obra-prima, uma fusão sublime entre a genial psicose vanguardista do R.I.O e um sério trabalho de recuperação das tradições musicais centro-européias, numa eloquente e autêntica demonstração de como o velho e o novo podem se conjugar para estabelecer o ETERNO.

1.Romanticna - 4:29
2.Pjanska - 3:09
3.Bo Ze (Ce Bo) - 4:11
4.Cosa Nostra - 7:10
5.Narodna / Kmetska - 5:51
6.Cocn Rolla - 5:31
7.Zvizgovska - 5:00
8.Jo di di Jo - 0:25
9.Tazadnatanova - 8:22


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28 de ago de 2009

The Feminine Complex - Livin' Love (1969)



Quinteto formado apenas por garotas de Nashville.
Lana Napier (bateria) e Jean Williams (baixo) começaram o grupo num verão ocioso de 1966, junto com duas colegas do time de basquete do colégio, Judi Griffith (voz e tamborim) e Mindy Dalton (guitarra e voz). Como qualquer banda de adolescentes, tocavam covers dos hits locais, de James Brown e do que mais gostassem. Mas desde o começo se empenharam em compor suas próprias canções, e estas eram priorizadas em suas duas primeiras apresentações. Com a adição da organista Pame Stephens, amiga de infância de Jean, consolidaram rapidamente um repertório autoral e saíram tocando em festas de escolas, clubes, rinques de patinação, lanchonetes e até um concurso de beleza.
Harmonias vocais lindas e doces, mas absurdamente poderosas, para amparar essas vozes, um híbrido de soul e rock com discretíssimas influências country.
O unico album da banda foi lançado em 1969, reeditado mais tarde com demos e versões extras de estudio.


1.Hide & Seek
2.Now I Need You
3.Are You Lonesome Like Me?
4.I Won't Run
5.Six O'Clock in the Morning
6.Run That Thru Your Mind
7. It's Magic
8.I Don't Want Another Man
9.Forgetting
10.I've Been Workin' on You
11.Time Slips By
12.Hold My Hand
13.Love Love Love
14.I've Been Workin' on You
15.Hold Me [demo version]
16.Now I Care
17.A Summer Morning
18.The Warmth of Your Smile
19.Are You Lonesome Like Me?
20.Time Slips By [demo version]
21. Is This a Dream?
22.Movin'

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23 de ago de 2009

Writing on the Wall - Power Of The Picts(1969)

O Writing on the Wall iniciou sua carreira na Escócia em 1966 sendo basicamente uma banda underground local até a gravação desta obra prima em 1969. A banda acabou em 1973, porém jamais gravou outro álbum, fazendo desta estréia seu cálice sagrado, o que já foi suficiente para ser um dos grandes do gênero.
O disco em questão é o excelente "The Power Of Picts", lançado pela Middle Earth na época e relançado pela Repeirtore, em 2000, num trabalho bem caprichado que além do acabamento do CD em formato digipack ainda conta com duas faixas bônus: os singles "Child Of A Crossing" e "Lucifers Corpus".
A banda era formada por William Finlayspon no vocal e guitarra, Jake Scott baixo e vocal, William Scott nos teclados, Linnie Petterson nos vocais e James Hush na bateria e sua paixão pelo barulho fez o semanário New Music Express (a popular NME), na época, definir o quinteto como um grupo cuja "reputação de ser violento amedrontava extremos".

A banda, que desde o começo foi divulgada pelo mestre John Peel, misturava influências de nomes como Cream, Pink Floyd e o Jimi Hendrix Experience com estilos indianos, blues rock, jazz, progressivo e psicodelismo. É algo otimo de se ouvir, que se transforma num dos discos mais incríveis já lançados.
Uma das características que marcam "The Power Of Picts" é a agressividade empregada pelos teclados, insanos, no melhor estilo Vicente Craine, do Atomic Rooster, fazendo com que não existam espaços vazios nas músicas. Solos de guitarra, bateria pesada, baixo pulsante e este bem dito Hammond fazem o deleite dos fãs de uma música que é uma grande mistura de blues, hard rock, progressivo e muito psicodelismo.


Power Of The Picts(1969)


Faixas:
1. It Came on a Sunday (4:18)
2. Mrs. Cooper's Pie (3:21)
3. Ladybird (3:47)
4. Aries (8:09)
5. Bogeyman (3:44)
6. Shadow of a Man (3:52)
7. Tasker's Successor (3:43)
8. Hill of Dreams (3:06)
9. Virginia Waters (5:57)
10. Child on a Crossing (3:32)
11. Lucier Corpus (5:47)

Formação:
-Willy Finlayson / guitar, vocals
- Alby Greenhalg / wind instruments
- Jimmy Hush / drums
- Billy T. Scott / keyboards
- Jake Scott / bass, vocals
- Linnie Patterson / vocals

http://www.badongo.com/file/2524921

por Wagner Xavier

22 de ago de 2009

Asturias - Bird Eyes View (2005)



Asturias é uma otima banda japonesa de faz um tipo de som bem instigante, um neo-progressivo, mas de muita originalidade, com otimos usos de clarineta, piano e violino, alem de uma guitarra sempre competente.
Sem duvida uma banda de sonoridade de extremo bom gosto.

1.Adolescencia
2.Global Network
3.Distance
4.Bird Eyes View
5.Ryu-Hyo


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Metamorfosi - Inferno (1973)



Esta é uma excelente banda de progressivo italiano sinfônico, mas que infelizmente teve carreira curta como muitas outras bandas da Itália. Tem destaque para o teclado, lembrando Le Orme e Emerson, Lake and Palmer. Já os vocais lembram Banco del Mutuo Soccorso. Este álbum é inspirado na obra "Divina Comédia" de Dante Alighieri, com cada faixa representando um nível do Inferno. O órgão e os vocais dão um clima sombrio em alguns trechos, intercalados com trechos rápidos com bom trabalho de baixo e bateria. Há ainda alguns bons solos de flauta. "Inferno" é altamente recomendado para os que apreciam progressivo italiano.

1.Introduzione
2.Porta dell'Inferno
3.Caronte
4.Spacciatore di droga
5.Lussuriosi
6.Avari
7.Violenti
8.Malebolge
9.Sfruttatori
10.Razzisti
11.Lucifero (Politicanti)
12.Conclusione


http://rapidshare.com/files/90162281/metainfer.rar

17 de ago de 2009

Hard Stuff

É isso aí...Tanto que o pessoal do Deep Purple os convidou para abrir seus shows e depois, para assinar com seu sêlo Purple. Aí eles mudaram o nome para Hard Stuff e pegaram basicamente o repertório desse disco do Daemon, com outro vocal, nova mixagem e uma produção melhor. Bullet Proof é um clássico do hard-rock, uma referência no gênero.

Bullet Proof -1972

John Cann -guitarras e vocal
John Gustafson -baixo e vocal
Paul Hammond -bateria

01 Jay Time
02 Sinister Minister
03 No Witch At All
04 Taken Alive
05 Time Gambler
06 Millionaire
07 Monster In Paradise
08 Hobo
09 Mr. Longevity
10 The Provider

http://www.4shared.com/file/125495343/8dff663b/HarStufbala.html


Bolex Dementia -1973

John Cann -guitarra e vocal
John Gustafson -baixo e vocal
Paul Hammond -bateria

01 Sick N' Tired
02 Mermany
03 Jumpin' Thumpin [Ain't That Somethin']
04 Dazzle Dizzy
05 Bolex Dementia
06 Roll A Rocket
07 Libel
08 Ragman
09 Spidere Web
10 Get Lost

http://www.4shared.com/file/125502240/4eafd4db/HarStufbolex.html

por Marcelo Mega

Daemon - The Entrance to Hell -1971

Daemon foi formada pelos ex-membros da Atomic Rooster, John DuCann e Paul Hammond, e esse disco é o embrião da próxima banda deles, a Hard Stuff.




The Entrance to Hell -1971

Formação:
Al Shaw -vocal
John DuCann –guitarra,vocal
John Gustafson(Quatermass,Roxy Music,Ian Gillan Band) –baixo,vocal
Paul Hammond -bateria

Faixas:
01 Doors Open
02 Millionaire
03 No Witch At All
04 Taken Alive-Amyl Nitrate
05 Evil Maker
06 Entrance To Hell
07 The Orchestrator
08 Hell - Demonic Possession
09 Fortune's Told
10 Sinister Minister
11 Jam
12 Time Gambler
13 Monster In Paradise
14 Jay Time
15 Mr Longevity
16 Door Closes
17 Jam - The Provider

http://www.mediafire.com/?qym3mdznezm

por Marcelo Mega

13 de ago de 2009

Aktuala - Aktuala (1973)



Eis uma banda que nada soa como uma sonoridade peninsular típica italiana. Como características que remetem à música étnica árabe e maghreb no norte africano, escalas exóticas, música de antiguidade, mesclados a elementos de freejazz, psicodelismo, experimentalismo avantgarde, e instrumentação não usual -- incluindo bouzuki, balalaika, maracas, tamburim, oboé, saxofone, flauta --; Aktuala efetivamente soa extremamente distante de um típico progressivo italiano. Excetuando-se as injeções de freejazz, notam-se pouquíssimos resquícios de cultura ocidental.
Há que ressaltar-se algo que considero uma qualidade bastante peculiar e importante, de que Aktuala apresenta-se como uma banda assaz original, com uma prerrogativa de contracultura, e que absolutamente não soa italiana de todo, ou mesmo parcialmente. É mais fácil associá-la ao krautrock, à cosmiche musique, obras como Malesch, dos Agitation Free, Third Ear Band, Ravi Shankar ou aos Shakti de John McLaughlin, do que a qualquer banda italiana conhecida.
Aktuala traz neste trabalho um disco intenso, de excelência percussiva raramente obtida, capaz de criar climas de um trance tribal obsedante, ou em momentos de extrema introspecção, ao qual as músicas parecem adquirir propenso caráter nirvânico, onírico, de sublimação, uma sonoridade instintiva, primal, naturalista.
Trata-se, a meu juízo, de uma das melhores e mais criativas bandas italianas que já ouvi, entre as poucas que continuam a impressonar-me até hoje, quiçá um óasis em meio ao marasmo d'um panorama cerceado por tanto romantismo e melodrama na bela canzona italiana. Aktuala passará muito longe de uma música acessível, trata-se de um belo exemplo de música genuinamente criativa, bem executada. Sob a luz desta égide, Aktuala deixa um importante legado, como um fenômeno ímpar e genial ao progressivo transalpino.

1. When The Light Began
2. Mammoth r.c.
3. Altamira
4. Sarah' Ngweha
5. Alef's Dance
6. Dejanira


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Andromeda - Andromeda (1969)



Apesar de alguns considerarem o Andrômeda como uma banda de rock progressivo, acredito ser mais fácil identificar a banda com um estilo mais próximo do hard psicodélico com algumas levadas progressivas.
O disco em questão é daquelas bons de serem ouvidos de ponta a ponta. Começa com Too Old, sonzão psicodélico com destaques para as guitarras e uma sensacional linha de baixo. Este início diz tudo: o instrumental beira a perfeição, o refrão pega de primeira, enfim, o disco promete. A segunda faixa é Day of the Change, música mais tranqüila do que a anterior. O baixo novamente impressiona pela qualidade e a melodia é de extrema beleza. A próxima é And Now The Sun Shines uma levada mais jazzistica, destacando uma guitarra mais light e um vocal que beira algo mais baladeiro. Bela canção.
Turns to Dust é a quarta faixa, e surge dividida em três partes: Discovery, Sanctuary e Determination. O resultado é pauleira típica do final dos anos 60. O acompanhamento do baixo é simplesmente genial. Lembra de leve algo dos três primeiros álbuns da fase pré hard rock do legendário Deep Purple, ou coisas do ótimo Warhorse. O solo de guitarra no meio desta música é algo para "viajar" de tão belo, e de extremo bom gosto. O baixo alucinado de Mick na parte final da música é algo particularmente sensacional. A melhor faixa do disco.
Return to Sanity, a seguinte, também é dividida em três partes: Breakdown, Hope e Conclusion. Esta é a faixa mais enigmática do álbum. O destaque desta vez fica por conta da guitarra que sola simplesmente o tempo todo. A sexta faixa é The Reason, a única cuja autoria não é de John Cann, sendo composta pelo baixista Mick Hawksworth. Apesar de interessante trabalho instrumental não está entre as melhores do disco. Na seqüência temos I Can Stop the Sun, a balada do disco. Lindo trabalho de vocais e apenas acompanhamento da guitarra.
Para finalizar o álbum surge When to Stop, também dividida em três temas, sendo The Traveller, Tunning Point e Jorney's End. Grande estilo para o fechamento deste clássico do psicodelismo inglês.

1.Too Old - 5.00
2.Day of The Change - 5.04
3.And Now the Sun Shines - 4.01
4.Turn to Dust - 6.52
5.Return to Sanity - 8.22
6.The Reason - 3.33
7.I Can Stop the Sun - 2.10
8.When to Stop - 8.43
9.Go Your Way (Bonus) - 3.05
10.Keep Out Cos I´m Dying (Bonus) - 3.47
11.The Garden of Happiness (Bonus) - 3.13
12.Return to Exodus (Bonus) - 2.28
13.Let´s All Watch the Sky Fall Down (Bonus) - 4.04
14.Darkness of Her Room (Bonus) - 5.12
15.See Into the Stars (Bonus) - 7.15
16.Search On (Bonus) - 3.09

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Haze - Hazecolor-dia (1971)




Banda alemã que registrou apenas um trabalho, merece maior atenção de todos que apreciam Hard Progressivo, pois apresenta em seu trabalho o que a de melhor neste seguimento musical. Riffs pesados e bem elaborados, onde se percebe claramente a intenção dos músicos de se fazer uma música pesada mas no molde progressivo da época, e com uma inspiração que ficou na década de 70. Excelentes melodias, ótimo uso do baixo, bateria, da guitarra o do órgão, e até generosas passagens com o uso da flauta, fazem deste disco não só uma obra prima do Hard Prog como um clássico do Rock.

1.Peaceful Nonsense
2.Fast Carer
3.Be Yourself
4.A Way To Find The Paradise
5.Decision


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12 de ago de 2009

Machine



Hey Edson,conforme prometido tá aquí...galera,quem ainda não conhece o que eu acho difícil o blog do parceiro é o Graveto & Bertolas...mais conhecido como...http://gravetos-berlotas.blogspot.com/

Tá aqui uma pérola do rock,confiram...texto,arte,e mp3...tudo roubado descaradamente do Graveto & Bertolas...

Não adianta, sou um incorrigível admirador do dutch rock (ou, como prefiro chamar, hash rock). E uma das características mais interessantes -talvez mesmo a reboque da excelente qualidade de seus músicos, técnicos e estúdios- da música produzida neste belíssimo, florido (em todos os sentidos, se é que vocês me entendem 1) e 'enfumaçado' (se é que vocês me entendem 2) país é a dimensão de sua variedade. De Golden Earring (talvez a banda mais antiga em atividade de todo o mundo) e Shocking Blue a Focus, Kayak e muitos mais, tem sementes de todos os teores; mas a qualidade é sempre do veneno. E de lá continuamente somos abastecidos das mais surpreendentes velhas novidades, uma destas já com 40 anos de existência e apenas um único e belíssimo exemplar de hard prog: Machine.
Formada em 69 por John Caljouw (vocais), Paul Vink (teclados), Hans Sel (guitarras), François Content (trumpete), Maarten Beckers (saxes/flauta/clarinete), Wim Warby (sax tenor), Jan Warby (baixo) e Jan Bliek (bateria/percussão), todos experimentadíssimos músicos da cena de The Haghe, mesclava em sua fórmula muito bem dosadas porções de hard, blues, jazz, soul, folk, psych e o que mais aparecesse pela frente. Agregue a isso arranjos concisos e muito bem executados -apesar do extenso número de integrantes, me parece que a grande maioria registrados no bom e velho esquema do "1...2...3...vai, caralho!"- para composições -TODAS!- excelentes e temos uma pequena jóia. Destacar quaisquer dos integrantes seria uma tremenda injustiça pois são todos impecáveis, assim como também me é muito difícil escolher uma música predileta desde que descobri, há pouco mais de 1 ano, um link para esse excelente vynil rip lá no Cordas, Bandas & Metais, do parceiro Nino -que já vinha de carona no uploader original, Venenos do Rock, do mestre L. C. Menegon- e decidi fazer uma remasterização apenas para eliminar os estalos e chiados do sulco e aplicar um upgrade no peso.
Para ser degustado totalmente enfumaçado em seu bong predileto. Afinal, o que está sendo servido é um autêntico produto made in Netherlands o que, por si só, é garantia de procedência.

http://rs357.rapidshare.com/files/262877723/Machine__1970_.r

Jefferson Airplane - Surrealistic Pillow (1967)

"Algumas pílulas te fazem crescer, outras te fazem encolher. E as que a sua mãe te dá não fazem efeito algum". Com esse início para lá de ousado, "White Rabbit" alcançou a oitava posição nas paradas e vendeu mais de 1 milhão de cópias, mesmo com a canção banida das rádios.
Um verdadeiro choque para a sociedade careta e conservadora norte-americana. Ela é um dos clássicos do (ainda mais clássico) LP Surrealistic Pillow, um marco dos anos 60 e um dos discos mais importantes da história e para quem quiser entender um pouco o período.

Leia mais no site Mofo
http://www.beatrix.pro.br/mofo/jeffersonairplane.htm


Faixas:
01.- She has funny cars
02.- Somebody to love
03.- My best friend
04.- Today
05.- Comin´ back to me
06.- 3,5 of a mile in 10 seconds
07.- D.C.B.A. -25
08.- How do you feel
09.- Embryonic journey
10.- White rabbit
11.- Plastic fantastic lover

http://www.mediafire.com/?2ozzmejhjtm

13th Floor Elevators – Psychedelic Sounds of the13th Floor Elevators (1966)

Se você não sabe quem é esse grupo, eu vou lhe dar uma dica. Se voce viu o filme Alta Fidelidade com John Cusack. E se prestou atenção ao início do filme, quando aparece um sulco de vinil e uma canção berrada e maluca, então, você já ouviu o 13th. Aquela é "You're Gonna Miss Me", o maior clássico dessa banda liderada por Roky Erickson, um dos maiores porra-loucas da história da música, dono de idéias mais disparatadas do que Syd Barrett e Iggy Pop juntos e que tem uma vida pessoal para lá de acidentada.

Roky é uma figura mítica no meio e que continua tocando e gravando discos. Apesar de ter durado pouco tempo, o 13th Floor Elevators tem uma história curiosíssima e saiba como uma jovem cantora chamada Janis Joplin deixou de entrar para a banda por considerá-los extremamente malucos e por temer as drogas que os integrantes utilizavam. Só por isso já valem serem comentados. Mas, há mais, muito mais...confira no site do meu amigo Rubens.

http://www.beatrix.pro.br/mofo/13th.htm

13th Floor Elevators – Psychedelic Sounds of the13th Floor Elevators (1966)

Faixas:

1. You're Gonna Miss Me
2. Roller Coaster
3. Splash 1
4. Reverberation (Doubt)
5. Don't Fall Down
6. Fire Engine
7. Thru the Rhythm
8. You Don't Know (How Young You Are
9. Kingdom of Heaven
10. Monkey Island
11. Tried to Hide
12. Everybody Needs Somebody to Love
13. Before You Accuse Me
14. I'm Gonna Love You Too
15. You Really Got Me
16. Roll Over Beethoven"
17. The Word
18. Gloria
19. She Lives (In a Time of Her Own
20. We Sell Soul
21. You're Gonna Miss Me

http://www.mediafire.com/?mgy5xj0mwnl

11 de ago de 2009

Page, Beck and Clapton: The Night Of The Kings London 1983


The Night Of The Kings:
Não poderia haver um nome melhor para essa reunião.

Além de Page, Beck and Clapton,nesse show realizado no Royal Albert Hall também contou com as participações de Paul Rogers, Simon Phillips, Steve Winwood, Bill Wyman entre outros...

Track List:
Disc 1
1) Everybody's Got to Change
2) Lay Down Sally
3) Wonderful Tonight
4) Cocaine
5) Women Are Smarter
6) Roadrunner
7) Slowdown Sunrise
8) Take Me to the River
9) Gimme Some Lovin'

Disc 2:
1) Star Cycle
2) Pump
3) Out of a Book
4) Goodbye Pork Pie Hat
5) People Get Ready
6) Hi Ho Silver Lining
7) Prelude
8) Who's to Blame
9) City Sirens
10) Tulsa Time
11) Layla
12) Bomber's Moon
13) Good Night Irene

http://www.megaupload.com/?d=XKH6IZOW
http://www.megaupload.com/?d=IUUZ731P

8 de ago de 2009

Bob Dylan & The Band (1974) Before The Flood

O Bob Dylan da primeira metade dos anos 70 era um artista difícil de ser catalogado.

Apesar de estar produzindo álbuns, participando de filmes, escrevendo livros e sendo entrevistado sem parar, era visto como um artista em crise e com discos poucos representativos desde o final dos anos 60.

Entediados, críticos procuravam por um "novo Bob Dylan" e um dos primeiros a ser buscado foi Bruce Springsteen que, sabiamente, fugiu às comparações. E não só a crítica procurava um "novo Dylan": a própria gravadora ordenou que John Hammond - produtor - saísse a caça.

Mas se há uma coisa boa em gênios como Dylan é a capacidade de ficar "surdo" ao que é dito e seguir em frente, sem se preocupar com comentários.

E o Dylan que começava o ano de 1974, já tinha lançado um belo disco de estúdio, Planet Waves. O novo disco foi recebido de maneira diversa e apenas três canções seriam tocadas na nova turnê.

Enquanto o disco novo era lançado, o cantor tinha outras preocupações. Ele estava ansioso em cair na estrada com a única banda que realmente sabia soar como gostava: The Band.

As negociações para uma nova turnê começaram em novembro de 1973, enquanto Planet Waves era gravado e rapidamente uma histeria tomou conta dos fãs e da imprensa.


E Dylan não queria repetir a loucura e tensão que aconteceram entre 1965 e 1966 quando excursionou também com o Band, na época, chamados de The Hawks. Por isso, ele queria apenas fazer shows em uma dúzia de cidades em lugares de boas condições técnicas.

Os empresários ficaram desesperados e explicaram que seria um suicídio comercial. Depois de alguma negociação, ficou acertado que a turnê teria 40 cidades em seis semanas.

No dia 4 de janeiro de 1974, a banda abre a série de shows, em Chicago, em um dia tremendamente frio. Mas Dylan estava mais calmo e confiante do que nunca.

Nas seis semanas seguintes, o show apresentou 53 músicas dos dois artistas.

O show não era apenas uma apresentação de Dylan cantando suas músicas e acompanhado pelo Band, era muito mais do que isso. Apesar de abrirem com as composições de Dylan, em boa parte do show ele deixava o palco, onde o grupo reinava absoluto para tocar suas composições. Afinal, The Band era um grupo grande demais e tinha uma carreira mais do que consolidada para ser um mero grupo de apoio.

A turnê tornou-se um estrondoso sucesso. Apesar de terem apenas 650 mil lugares disponíveis, mais de 5 milhões de pedidos foram feitos.

Os fãs eram obrigados a disputar ingressos com membros dos clãs Kennedy e Rockfeller, e a turnê causou um interesse nunca antes visto.

Em palco, Dylan canta de maneira diferente, mais suave e contido, lembrando muito o Dylan "crooner" do disco Nashville Skyline. Dessa forma, algumas canções são totalmente reestruturadas, ganhando uma nova dimensão e interpretações desconhecidas.

Após as seis semanas de excursão, começaram os trabalhos para separar as músicas que entrariam no disco ao vivo, devidamente planejado.

Apesar de gravarem várias apresentações, a maioria delas saiu dos três últimos dias, onde tocaram no Inglewood Forum, em Los Angeles. A produção seria assinada por Dylan e The Band, que chamaram Rob Fraboni e Phil Ramone para serem engenheiros e fazer a mixagem.

Ao ser editado, em junho de 1974, Before the Flood, se tornou um sucesso, chegando ao terceiro posto na Inglaterra e na América.

O título foi tirado do livro Farn Mabul do autor iídiche Sholem Asch; Bo Dylan era amigo do filho de Sholem, Moses, dono do selo Folkways Records, gravadora de muita importância no começo da carreira do cantor.

O disco vendeu bem, mas sofreu perdas significativas com a abundâncias de discos piratas que apareceram no mesmo período, com boa qualidade de som e que cobriam todas as apresentações.

Ao ser editado, o disco trazia as seguintes faixas, todas de Bob Dylan, exceto as indicadas:

Lado 1

1. "Most Likely You Go Your Way (And I'll Go Mine)" – 4:15
2. "Lay Lady Lay" – 3:14
3. "Rainy Day Women #12 & 35" – 3:27
4. "Knockin' on Heaven's Door" – 3:51
5. "It Ain't Me, Babe" – 3:40
6. "Ballad of a Thin Man" – 3:41

Lado 2

1. "Up on Cripple Creek" (Robbie Robertson) – 5:25
2. "I Shall Be Released" – 3:50
3. "Endless Highway" (Robertson) – 5:10
4. "The Night They Drove Old Dixie Down" (Robertson) – 4:24
5. "Stage Fright" (Robertson) – 4:45

Lado 3

1. "Don't Think Twice, It's All Right" – 4:36
2. "Just Like a Woman" – 5:06
3. "It's Alright, Ma (I'm Only Bleeding)" – 5:48
4. "The Shape I'm In" (Robertson) – 4:01
5. "When You Awake" (Richard Manuel/Robertson) – 3:13
6. "The Weight" (Robertson) – 4:47

Lado 4

1. "All Along the Watchtower" – 3:07
2. "Highway 61 Revisited" – 4:27
3. "Like a Rolling Stone" – 7:09
4. "Blowin' in the Wind" – 4:30

Os músicos dividiram-nos seguintes instrumentos:

Bob Dylan: guitars, harmonica, piano, vocal
Garth Hudson: Lowrey organ, clavinet, piano, synthesizer, saxophone
Richard Manuel: piano, electric piano, organ, drums, vocal
Robbie Robertson: electric guitar, vocal
Rick Danko: bass, fiddle, vocal
Levon Helm: drums, mandolin, vocal

O lançamento era muito importante para o Band, que precisava cumprir seu contrato com a Columbia. Por esse motivo, ganharam um lado inteiro (B) só com composições próprias.

O disco abria com canções do período Blonde on Blonde - "Most Likely You Go Your Way (And I'll Go Mine)" e "Rainy Day Women #12 & 35", intercalando com o sucesso da trilha-sonora Pat Garrett and Billy the Kid - "Knockin' on Heaven's Door" - e fecha o lado A com uma emocionante versão de "Ballad of a Thin Man".

O lado B era todo dedicado ao The Band. A surpresa viria no lado C, onde Dylan começa o show apenas de violão e gaita, tocando "Don't Think Twice, It's All Right" e fazendo uma versão linda para a mais que delicada "Just Like Woman".

The Band retorna com três números clássicos de seu repertório - "The Shape I'm In", "When You Awake" e "The Weight" e encerram o show com clássicos de Dylan, com o próprio cantor.

Um lançamento espetacular que mostrava à Columbia que não era necessária buscar novos Bob Dylans, até porque Dylan voltaria com força total lançando uma série de discos entre 1975 e 1976 de tirar o fôlego - e o dinheiro dos fãs.


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Texto de Rubens do site Mofo e links do Seres da Noite

4 de ago de 2009

Shawn Lane - Powers of Ten -1992


Shawn Lane foi um guitarrista extremamente talentoso,dono de uma técnica ímpar, que infelizmente nunca foi aplaudido por outros que não os críticos e os amantes da guitarra. Quando garoto ele estudou piano e cello; aos dez passou à guitarra e montou uma banda com os colegas de escola. Como todos os instrumentos ficavam na sua casa, na ausência dos amigos ele foi aprendendo bateria e baixo também. Aos 16 ele entrou para o Black Oak Arkansas com o qual ficou por 4 anos e depois foi tocar com Willie Nelson, Johnny Cash e outros. Durante 2 anos ele trabalhou nesse seu álbum de estréia que é meio difícil de definir: tem erudito, jazz, prog... e ele toca todos os instrumentos. Depois do seu lançamento, a revista Guitar Player o elegeu o melhor guitarrista do ano e a revista Keyboard Player, o segundo melhor "tecladista". Aí, ele partiu para uma parceria de 10 anos com o baixista Jonas Hellborg, lançando discos bastante experimentais com elementos musicais do oriente médio e um segundo disco solo, até falecer em 2003 de uma doença no pulmão.

Powers of Ten -1992


1 Get You Back
2 West Side Boogie
3 Not Again
4 Esperanto
5 Illusions
6 Piano Concertino: Transformation of Themes 7 Powers of Ten: Suite
8 Paris
9 Rules of the Game
10 Gray Pianos Flying
11 Epilogue (For Lisa)

http://rapidshare.com/files/262079764/ShaLane10.zip.html

por Mega Marcelo

1 de ago de 2009

Budgie - Never Turn Your Back On A Friend - (1973)

Power-trio formado em 1968 em Cardiff (Inglaterra)

Em 1973 lançam sua obra-prima, "Never Turn Your Back On A Friend".

O que vinha sendo apenas insinuado então se confirma, longas e pesadas (para a época) faixas entremeadas de interlúdios extremamente melódicos, aliados à instrumentação afiada dos três membros, e o vocal extremamente peculiar de Burke (estranhíssimo de início, lembra um pouco o Geddy Lee) fazem deste play "discoteca básica" de qualquer coleção de hard-rock que se preze! É deste disco que temos a versão original de "Breadfan" coverizada bem mais tarde pelo Metallica.

Além disso ainda tem arte de Roger Dean na capa.

Never Turn Your Back On A Friend - (1973)

01 Breadfan
02 Baby Please Don't Go
03 You Know I'll Always Love You
04 You're The Biggest Thing Since Powdered Milk
05 In The Grip Of A Tyrefitter's Hand
06 Riding My Nightmare
07 Parents

Burke Shelley - baixo, vocais
Tony Bourge - guitarra
Ray Phillips - bateria

http://www.mediafire.com/?jea5tnotlzb

por João Luis da Sábado Som

Stone Axe - Stone Axe (2009)



Stone Axe é outra "two men band" . Tony Dallas Reed (guitarrista e vocalista da banda americana Mos Generator) toca todos os instrumentos, e os vocais ficam a cargo de Brinkerhoff (The Swinos).
A estética dos anos 70 está presente lembrando Free e Bad Company mas o disco tem uma pegada de stoner rock.
Tony toca tudo muito bem, mas louve-se também a voz poderosa e quente de Brinkerhoff que soa como um cruzamento de Paul Rodgers com David Coverdale.
Riffs incríveis, muita paixão e excelente rock'n roll; direto na jugular.

Faixas:

01 Riders Of The Night
02 My Darkest Days
03 Black Widow
04 Sky Is Falling
05 There'd Be Days
06 The Skylah Rae
07 Rhinoceros
08 Diamonds & Fools
09 Return Of The Worm
10 Taking Me Home

http://rapidshare.com/files/238177252/SA-SA.rarpass:%20www.hard-rock-cafe.blogspot.com
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